Fontes e método
Como os guias da 4freelife são feitos e em que se baseiam.
Como trabalhamos
- Cada guia lista as suas fontes na última página, e esta página as reúne por série.
- As fontes são livros, normas e orientações de instituições públicas como a FAO, a OMS e órgãos nacionais.
- Os números são valores de planejamento. Produtividade, datas e custos mudam com o clima, o solo e a experiência.
- As regras sobre animais, água, venda de alimentos e construção variam de país para país, então confirme com a autoridade local. Para a saúde de animais ou de pessoas, consulte um veterinário ou um médico.
- A 4freelife é publicada pela Vexum packaging d.o.o., em Zagreb. Se encontrar um erro, escreva para [email protected].
Fontes por série
Estas são as fontes listadas nos guias de cada série.
Início: o plano do sítio (31)
- Seymour, J. (1976): The Complete Book of Self-Sufficiency. Londres: Faber & Faber. Visão clássica de todas as áreas do sítio.
- Holmgren, D. (2002): Permaculture: Principles and Pathways Beyond Sustainability. Holmgren Design Services. O princípio das “soluções pequenas e lentas” e da observação antes da ação.
- Bane, P. (2012): The Permaculture Handbook: Garden Farming for Town and Country. New Society Publishers. Planejamento do sítio por fases e zonas.
- Falk, B. (2013): The Resilient Farm and Homestead. Chelsea Green. Desenvolvimento do sítio ao longo dos anos.
- Jeavons, J. (2012): How to Grow More Vegetables, 8.ª edição. Ten Speed Press. Produção em pequenas áreas.
- WHO (2003): Diet, Nutrition and the Prevention of Chronic Diseases. WHO Technical Report Series 916. Genebra: Organização Mundial da Saúde. Recomendação de pelo menos 400 g de frutas e hortaliças por dia.
- USDA, FoodData Central (fdc.nal.usda.gov): valor energético da batata, dos grãos, do feijão e dos ovos.
- Jeavons, J. (2012): How to Grow More Vegetables, 8.ª edição. Ten Speed Press. Áreas e produtividade para alimentar uma pessoa.
- Seymour, J. (1976): The Complete Book of Self-Sufficiency. Londres: Faber & Faber. Planejamento da comida da família num sítio pequeno.
- Seymour, J. (1976): The Complete Book of Self-Sufficiency. Londres: Faber & Faber. O ritmo anual das tarefas no sítio.
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green. Semeadura escalonada, estufa de inverno e temporada estendida.
- Jeavons, J. (2012): How to Grow More Vegetables, 8.ª edição. Ten Speed Press. Calendário de semeadura e temperaturas de germinação.
- Holmgren, D. (2002): Permaculture: Principles and Pathways Beyond Sustainability. Holmgren Design Services. Observação da natureza e fenologia.
- Jenkins, J. (2019): The Humanure Handbook, 4.ª edição. Joseph Jenkins Inc. Composto quente, temperaturas e eliminação de patógenos.
- USDA National Organic Program, 7 CFR 205.203: a regra dos 90 e 120 dias entre a incorporação do esterco fresco e a colheita.
- Logsdon, G. (2010): Holy Shit: Managing Manure to Save Mankind. Chelsea Green. O esterco no ciclo fechado do sítio pequeno.
- Hemenway, T. (2009): Gaia's Garden, 2.ª edição. Chelsea Green. Plantas que alimentam o solo, cobertura morta e ciclagem de nutrientes.
- FAO: informações sobre a peste suína africana (fao.org) e recomendações contra a alimentação de porcos com restos de cozinha.
- Embrapa: publicações sobre adubação verde e compostagem no sítio.
- Fortier, J.-M. (2014): The Market Gardener. New Society Publishers. Trabalho por m², canteiros fixos e ferramentas que poupam tempo.
- Seymour, J. (1976): The Complete Book of Self-Sufficiency. Londres: Faber & Faber. Volume de trabalho num sítio pequeno.
- Falk, B. (2013): The Resilient Farm and Homestead. Chelsea Green. Investimento por fases e risco.
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green. Organização do trabalho na horta.
- Yeomans, P. A. (1958): The Challenge of Landscape. Sydney: Keyline Publishing. A escala de permanência (Keyline Scale of Permanence).
- Mollison, B. (1988): Permaculture: A Designers' Manual. Tagari. Planejamento do sítio por zonas e por ordem.
- Holmgren, D. (2002): Permaculture: Principles and Pathways Beyond Sustainability. Holmgren Design Services. Soluções pequenas e lentas, desenvolvimento gradual.
- Falk, B. (2013): The Resilient Farm and Homestead. Chelsea Green. Fases de desenvolvimento do sítio.
- Deming, W. E. (1986): Out of the Crisis. MIT Press. O ciclo planejar–fazer–verificar–agir (ciclo de Shewhart).
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green. Registros de semeadura, colheita e rotação.
- Jeavons, J. (2012): How to Grow More Vegetables, 8.ª edição. Ten Speed Press. Medição da produtividade por área e anotações da horta.
- World Meteorological Organization (WMO): Guide to Instruments and Methods of Observation (WMO-No. 8). Instalação do termômetro e do pluviômetro.
Terreno e planejamento do sítio (36)
- FAO (2006): Guidelines for Soil Description, 4.ª edição. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura — descrição do perfil e da cor do solo.
- USDA NRCS: Guide to Texture by Feel — teste da mão para a textura do solo.
- USDA NRCS: Soil Quality Test Kit Guide — infiltração, minhocas e testes simples de campo.
- Mollison, B. (1988): Permaculture: A Designers' Manual. Tagari — microclima, baixadas de geada, setores de sol e vento.
- Falk, B. (2013): The Resilient Farm and Homestead. Chelsea Green — escolha e leitura de um terreno.
- Embrapa: Sistema Brasileiro de Classificação de Solos e orientações de coleta de amostras.
- FAO (2002): Land tenure and rural development. FAO Land Tenure Studies 3. Roma: FAO — princípios de segurança da posse e registro de terras.
- FAO (2012): Voluntary Guidelines on the Responsible Governance of Tenure of Land, Fisheries and Forests. Roma: FAO — direitos sobre a terra, herança, arrendamento.
- Brasil: Lei 6.015/1973 (Registros Públicos), Código Civil (Lei 10.406/2002), Estatuto da Terra (Lei 4.504/1964), Código Florestal (Lei 12.651/2012), Lei 9.433/1997 (recursos hídricos); INCRA (SNCR, SIGEF), SICAR.
- Portugal: Código do Registo Predial, Código Civil, Código do IMT; IRN, AT (Portal das Finanças), BUPi, DGT.
- Mollison, B. (1988): Permaculture: A Designers' Manual. Tagari — setores, zonas, análise do terreno e do microclima.
- Holmgren, D. (2002): Permaculture: Principles and Pathways Beyond Sustainability. Holmgren Design Services — observar antes de agir.
- Yeomans, P. A. (1958): The Challenge of Landscape. Keyline Publishing — leitura do terreno e da água pelas curvas de nível.
- Geiger, R., Aron, R. H., Todhunter, P. (2003): The Climate Near the Ground, 6.ª edição. Rowman & Littlefield — microclima, ar frio, baixadas de geada.
- NOAA Global Monitoring Laboratory: Solar Calculator — posição do sol para um lugar e uma data.
- Mollison, B. (1988): Permaculture: A Designers' Manual. Tagari — zonas, setores e ligações entre elementos.
- Holmgren, D. (2002): Permaculture: Principles and Pathways Beyond Sustainability. Holmgren Design Services — integração dos elementos.
- Hemenway, T. (2009): Gaia's Garden, 2.ª edição. Chelsea Green — zonas em sítios pequenos e quintais.
- Falk, B. (2013): The Resilient Farm and Homestead. Chelsea Green — organização do sítio na prática.
- Seymour, J. (1976): The Complete Book of Self-Sufficiency. Faber & Faber — organização de sítios de 0,5 e 2 hectares.
- ABNT NBR 7229: projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos.
- USDA NRCS: Conservation Practice Standard — Fence (Code 382) e Access Road (Code 560) — construção de cercas e acessos.
- IEC 60335-2-76: Particular requirements for electric fence energizers — segurança dos eletrificadores.
- Gallagher: Power Fence Systems Manual — aterramento, voltagem e manutenção da cerca elétrica.
- Embrapa: publicações sobre cercas elétricas, mourões tratados e cercas vivas.
- Brasil: Lei 9.605/1998 (crimes ambientais); IBAMA, normas de manejo do javali. Portugal: ICNF, legislação da caça e do lobo-ibérico.
- Mollison, B. (1988): Permaculture: A Designers' Manual. Tagari — cercas vivas e quebra-ventos.
- Falk, B. (2013): The Resilient Farm and Homestead. Chelsea Green — fases de desenvolvimento do sítio.
- Hartman, B. (2015): The Lean Farm. Chelsea Green — planejamento de trabalho e investimento num sítio pequeno.
- Holmgren, D. (2002): Permaculture: Principles and Pathways Beyond Sustainability. Holmgren Design Services — soluções pequenas e lentas, retroalimentação.
- Seymour, J. (1976): The Complete Book of Self-Sufficiency. Faber & Faber — ordem de implantação do sítio.
- Seymour, J. (1976): The Complete Book of Self-Sufficiency. Faber & Faber — primeiros passos no sítio.
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green — horta pequena, composto, produções.
- Dowding, C. (2007): Organic Gardening: The Natural No-Dig Way. Green Books — canteiros sem revolvimento.
- Organização Mundial da Saúde (OMS): Asbestos: elimination of asbestos-related diseases — riscos do amianto.
- Embrapa Hortaliças: calendários de plantio por região e orientações para hortas domésticas.
Solo: preparo e manejo (42)
- FAO (2006): Guidelines for Soil Description, 4.ª edição. Roma: FAO — descrição do perfil, estrutura e cor do solo.
- USDA NRCS: Guide to Texture by Feel — textura com os dedos.
- USDA NRCS: Soil Quality Test Kit Guide — teste do anel (infiltração), teste de desagregação, minhocas.
- Ball, B. C., Batey, T., Munkholm, L. J. (2007): Field assessment of soil structural quality – a development of the Peerlkamp test. Soil Use and Management 23 — avaliação visual da estrutura (VESS).
- Brady, N. C., Weil, R. R. (2016): The Nature and Properties of Soils, 15.ª edição. Pearson — pH, matéria orgânica, nutrientes.
- Raij, B. van et al. (1997): Recomendações de adubação e calagem para o Estado de São Paulo (Boletim Técnico 100). Campinas: IAC — classes de P resina e K.
- CQFS-RS/SC (2016): Manual de calagem e adubação para os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, 11.ª edição. SBCS-NRS.
- Brasil: Lei 12.651/2012 (Código Florestal) e Lei 11.428/2006 (Mata Atlântica) — APP, Reserva Legal, vegetação em regeneração, motosserra.
- GICHD — Centro Internacional de Genebra para Desminagem Humanitária: educação sobre riscos de munições não detonadas.
- Mollison, B. (1988): Permaculture: A Designers' Manual. Tagari — plantas pioneiras, terreno abandonado, animais como trabalhadores.
- Falk, B. (2013): The Resilient Farm and Homestead. Chelsea Green — limpeza, porcos e cabras, cobertura do solo.
- Kowarik, I., Säumel, I. (2007): Biological flora of Central Europe: Ailanthus altissima. Perspectives in Plant Ecology, Evolution and Systematics 8 — ailanto e brotação da raiz.
- Brady, N. C., Weil, R. R. (2016): The Nature and Properties of Soils, 15.ª edição. Pearson — preparo, estrutura e compactação do solo.
- Dowding, C. (2007): Organic Gardening: The Natural No-Dig Way. Green Books — canteiros sem revolvimento, composto por cima.
- Fortier, J.-M. (2014): The Market Gardener. New Society Publishers — garfo de descompactação, canteiros fixos, cobertura com lona.
- Jeavons, J. (2012): How to Grow More Vegetables, 8.ª edição. Ten Speed Press — cavação dupla.
- FAO: Conservation Agriculture (fao.org) — preparo reduzido, cobertura do solo, rotação.
- Primavesi, A.: Manejo ecológico do solo (1.ª ed. 1979, várias edições). São Paulo: Nobel — solos tropicais, cobertura e preparo.
- Bartholomew, M. (2013): All New Square Foot Gardening, 3.ª edição. Cool Springs Press — canteiros elevados e medidas.
- Dowding, C. (2007): Organic Gardening: The Natural No-Dig Way. Green Books — canteiros fixos, caminhos, composto por cima.
- Jeavons, J. (2012): How to Grow More Vegetables, 8.ª edição. Ten Speed Press — canteiros profundos e densidade de plantio.
- Hemenway, T. (2009): Gaia's Garden, 2.ª edição. Chelsea Green — leiras de galhos, fechaduras, canteiros rebaixados.
- RHS (Royal Horticultural Society): Raised beds (rhs.org.uk) — materiais e enchimento.
- Embrapa Hortaliças: publicações sobre preparo de canteiros e cultivo de hortaliças.
- Brady, N. C., Weil, R. R. (2016): The Nature and Properties of Soils, 15.ª edição. Pearson — acidez do solo, poder tampão, calagem.
- FAO (2006): Plant nutrition for food security: A guide for integrated nutrient management. FAO Fertilizer and Plant Nutrition Bulletin 16 — acidez e disponibilidade de nutrientes.
- Raij, B. van et al. (1997): Recomendações de adubação e calagem para o Estado de São Paulo (Boletim Técnico 100). Campinas: IAC — método da saturação por bases.
- CQFS-RS/SC (2016): Manual de calagem e adubação para os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, 11.ª edição. SBCS-NRS — índice SMP.
- Sousa, D. M. G., Lobato, E. (eds.) (2004): Cerrado: correção do solo e adubação, 2.ª edição. Brasília: Embrapa — calagem e gessagem em solos tropicais.
- Penn State Extension: Soil Acidity and Aglime — corretivos, valor neutralizante, finura.
- Retamales, J. B., Hancock, J. F. (2018): Blueberries, 2.ª edição. CABI — pH e substrato para o mirtilo, enxofre.
- FAO (2000): Manual on integrated soil management and conservation practices. FAO Land and Water Bulletin 8 — erosão, plantio em nível, faixas de capim, terraços.
- Mollison, B. (1988): Permaculture: A Designers' Manual. Tagari — pé de galinha, valas em nível, terraços.
- UNESCO (2018): Art of dry stone walling, knowledge and techniques — inscrição na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
- Udruga Dragodid (dragodid.org) — construção e restauro de pedra seca.
- Dry Stone Walling Association of Great Britain: Dry Stone Walling: Materials and Techniques — corte do muro, amarração, inclinação da face.
- Bertoni, J., Lombardi Neto, F. (várias edições): Conservação do solo. São Paulo: Ícone — plantio em nível, terraceamento, faixas de retenção.
- Brasil: Lei 12.651/2012 (Código Florestal) — áreas de uso restrito (25–45°) e APP acima de 45°.
- FAO: Drainage of Irrigated Lands. Irrigation Water Management Training Manual 9 — princípios de drenagem, declividade, espaçamento dos drenos.
- Brady, N. C., Weil, R. R. (2016): The Nature and Properties of Soils, 15.ª edição. Pearson — água no solo, hidromorfismo, cores de gleização.
- USDA NRCS: Conservation Practice Standard 606: Subsurface Drain — corte, materiais e declividade da drenagem subterrânea.
- RHS (Royal Horticultural Society): Drainage (rhs.org.uk) — drenagem da horta, poço de infiltração.
Fertilidade do solo (41)
- Rynk, R. (org.) (1992): On-Farm Composting Handbook (NRAES-54). Ithaca, NY: Northeast Regional Agricultural Engineering Service. Relações C:N, umidade, tamanho da pilha e fases da compostagem.
- Cornell Waste Management Institute: Cornell Composting — Science and Engineering (compost.css.cornell.edu). Cálculo da mistura e C:N dos materiais.
- USDA National Organic Program, 7 CFR 205.203: condições para o composto (C:N 25–40, 55–77 °C por 3 dias ou 15 dias com 5 reviradas).
- Misra, R. V., Roy, R. N., Hiraoka, H. (2003): On-farm composting methods. FAO Land and Water Discussion Paper. Roma: FAO.
- Jenkins, J. (2019): The Humanure Handbook, 4.ª edição. Joseph Jenkins Inc. Temperatura e eliminação de patógenos na pilha caseira.
- Magdoff, F., van Es, H. (2009): Building Soils for Better Crops, 3.ª edição. SARE. Composto, matéria orgânica e liberação de nitrogênio.
- Embrapa: publicações sobre compostagem e adubação orgânica para a agricultura familiar.
- USDA National Organic Program, 7 CFR 205.203: prazos de 120 e 90 dias entre o esterco fresco e a colheita e condições para o composto.
- Diretiva 91/676/CEE do Conselho (Diretiva Nitratos): no máximo 170 kg de N/ha por ano de efluentes pecuários nas zonas vulneráveis.
- AHDB: Nutrient Management Guide (RB209), Section 2: Organic materials. Teor de nutrientes e disponibilidade de nitrogênio dos estercos.
- Cornell Waste Management Institute (2012): Herbicide Carryover in Hay, Manure, Compost, and Grass Clippings. Teste do feijão e resíduos de herbicida.
- Rynk, R. (org.) (1992): On-Farm Composting Handbook (NRAES-54). NRAES. Compostagem de esterco.
- Logsdon, G. (2010): Holy Shit: Managing Manure to Save Mankind. Chelsea Green. Esterco no pequeno sítio.
- Embrapa: publicações sobre uso de esterco e cama de aviário na adubação.
- Appelhof, M. (1997): Worms Eat My Garbage, 2.ª edição. Kalamazoo: Flower Press. Regras de tamanho da caixa, leito e alimentação.
- Edwards, C. A., Arancon, N. Q., Sherman, R. (orgs.) (2011): Vermiculture Technology: Earthworms, Organic Wastes, and Environmental Management. Boca Raton: CRC Press. Biologia das minhocas de compostagem, temperatura, umidade e reprodução.
- Sherman, R. (2018): The Worm Farmer's Handbook. Chelsea Green. Canteiros, colheita e uso do húmus.
- Cornell Waste Management Institute: Cornell Composting — Science and Engineering (compost.css.cornell.edu). Compostagem com minhocas na escola e em casa.
- Embrapa: publicações sobre minhocultura e vermicompostagem para a agricultura familiar.
- Clark, A. (org.) (2007): Managing Cover Crops Profitably, 3.ª edição. SARE, Beltsville. Espécies, semeadura, fixação de nitrogênio e encerramento das plantas de cobertura.
- Magdoff, F., van Es, H. (2009): Building Soils for Better Crops, 3.ª edição. SARE. Plantas de cobertura, rotação e matéria orgânica.
- Weil, R. R., Brady, N. C. (2017): The Nature and Properties of Soils, 15.ª edição. Pearson. Fixação biológica de nitrogênio e C:N dos restos vegetais.
- Fortier, J.-M. (2014): The Market Gardener. New Society Publishers. Cobertura com lona e encerramento da adubação verde em pequenas áreas.
- Embrapa: publicações sobre adubação verde e plantas de cobertura (mucuna, crotalária, feijão-de-porco, guandu, aveia-preta, ervilhaca).
- Stout, R., Clemence, R. (1971): The Ruth Stout No-Work Garden Book. Emmaus: Rodale. Cobertura funda de feno.
- Lanza, P. (1998): Lasagna Gardening. Emmaus: Rodale. Canteiros de papelão e camadas sem revolver.
- Magdoff, F., van Es, H. (2009): Building Soils for Better Crops, 3.ª edição. SARE. Matéria orgânica, cobertura e imobilização de nitrogênio.
- Cornell Waste Management Institute (2012): Herbicide Carryover in Hay, Manure, Compost, and Grass Clippings. Resíduos de herbicida na palha e no feno.
- Hemenway, T. (2009): Gaia's Garden, 2.ª edição. Chelsea Green. Cobertura, canteiros em camadas e floresta comestível.
- Embrapa: publicações sobre cobertura do solo, palhada e plantio direto de hortaliças.
- WHO (2006): Guidelines for the safe use of wastewater, excreta and greywater, Volume 4: Excreta and greywater use in agriculture. Genebra: Organização Mundial da Saúde. Prazo de 1 mês e armazenamento da urina.
- Jönsson, H., Richert Stintzing, A., Vinnerås, B., Salomon, E. (2004): Guidelines on the Use of Urine and Faeces in Crop Production. EcoSanRes, Stockholm Environment Institute. Composição da urina e doses por m².
- Richert, A., Gensch, R., Jönsson, H., Stenström, T. A., Dagerskog, L. (2010): Practical Guidance on the Use of Urine in Crop Production. EcoSanRes, Stockholm Environment Institute.
- Weil, R. R., Brady, N. C. (2017): The Nature and Properties of Soils, 15.ª edição. Pearson. Cinza como corretivo de acidez e fonte de potássio.
- Hemenway, T. (2009): Gaia's Garden, 2.ª edição. Chelsea Green. Confrei e plantas que puxam nutrientes.
- AHDB: Nutrient Management Guide (RB209), Section 2: Organic materials e Section 6: Vegetables and bulbs. Nutrientes do esterco e necessidade das hortaliças.
- Diretiva 91/676/CEE do Conselho (Diretiva Nitratos): limite de 170 kg N/ha de efluentes pecuários e programas de ação.
- Magdoff, F., van Es, H. (2009): Building Soils for Better Crops, 3.ª edição. SARE. Balanço de nutrientes, húmus e plano de adubação.
- Weil, R. R., Brady, N. C. (2017): The Nature and Properties of Soils, 15.ª edição. Pearson. Mineralização do nitrogênio e ciclos do fósforo e do potássio.
- Jönsson, H. et al. (2004): Guidelines on the Use of Urine and Faeces in Crop Production. EcoSanRes, Stockholm Environment Institute. Urina como fonte de nitrogênio.
- Comissão de Química e Fertilidade do Solo RS/SC: Manual de Calagem e Adubação para os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Classes de P e K e recomendações para hortaliças.
Água (42)
- FAO (1998): Crop Evapotranspiration — Guidelines for Computing Crop Water Requirements, FAO Irrigation and Drainage Paper 56. Roma — necessidade de água das plantas conforme o clima.
- OMS / WHO (2022): Guidelines for Drinking-water Quality, 4.ª edição com adendos. Genebra — quantidade e qualidade da água para a casa.
- USDA NRCS: National Engineering Handbook, Part 650 — medição de vazão em canais abertos.
- Mollison, B. (1988): Permaculture: A Designers' Manual. Tagari — balanço hídrico do sítio e armazenamento de água.
- Lancaster, B. (2013): Rainwater Harvesting for Drylands and Beyond, Vol. 1. Rainsource Press — balanço da água da chuva e da água no sítio.
- INMET: Normais Climatológicas do Brasil; IPMA: normais climatológicas de Portugal — chuva média mensal.
- OMS / WHO (2022): Guidelines for Drinking-water Quality, 4.ª edição com adendos. Genebra — proteção de mananciais, inspeção sanitária de poços.
- OMS / WHO (1997): Guidelines for Drinking-water Quality, Vol. 3: Surveillance and Control of Community Supplies. Genebra — inspeção sanitária de poços e captações.
- Watt, S. B. e Wood, W. E. (1977): Hand Dug Wells and their Construction. Intermediate Technology Publications — poço cavado com anéis.
- NIOSH (1986): A Guide to Safety in Confined Spaces. Publicação 87-113 — gases e trabalho seguro em espaços confinados.
- US EPA: Private Drinking Water Wells — manutenção e cloração de choque de poços particulares.
- ABNT NBR 7229 (tanques sépticos), NBR 12212 e NBR 12244 (projeto e construção de poço tubular); SGB: SIAGAS — cadastro de poços.
- Lancaster, B. (2013): Rainwater Harvesting for Drylands and Beyond, Vol. 1, 2.ª edição. Rainsource Press — coleta de água da chuva e dimensionamento de cisternas.
- Texas Water Development Board (2005): The Texas Manual on Rainwater Harvesting, 3.ª edição. Austin — coeficientes de telhado, descarte da primeira chuva, desinfecção.
- OMS / WHO (2022): Guidelines for Drinking-water Quality, 4.ª edição com adendos. Genebra — água da chuva como fonte de água potável.
- DIN 1989-1 (2002): Regenwassernutzungsanlagen — norma alemã para sistemas de água da chuva (entrada tranquilizada, sucção flutuante, ladrão).
- ABNT NBR 15527 (aproveitamento de água de chuva de coberturas para fins não potáveis) e NBR 10844 (instalações prediais de águas pluviais).
- Embrapa Semiárido e ASA (Articulação Semiárido Brasileiro): materiais sobre cisternas de placas e manejo da água de beber.
- FAO (1998): Crop Evapotranspiration, FAO Irrigation and Drainage Paper 56. Roma — necessidade de água das culturas.
- FAO (2002): Localized Irrigation Systems: Planning, Design, Operation and Maintenance (Irrigation Manual, Módulo 9, Savva e Frenken). Harare — gotejamento: peças, cálculo, manutenção.
- USDA NRCS: National Engineering Handbook, Part 623, Chapter 7: Microirrigation — vazão, pressão, filtragem.
- Lancaster, B. (2013): Rainwater Harvesting for Drylands and Beyond, Vol. 1. Rainsource Press — irrigação por gravidade a partir da cisterna.
- Embrapa Hortaliças: publicações sobre irrigação por gotejamento em hortaliças.
- Mollison, B. (1988): Permaculture: A Designers' Manual. Tagari — valas de infiltração, keyline, açudes e aterros.
- Lancaster, B. (2013): Rainwater Harvesting for Drylands and Beyond, Vol. 1, 2.ª edição. Rainsource Press — “desacelerar, espalhar, infiltrar”, obras de terra.
- Yeomans, P. A. (1954): The Keyline Plan. Sydney — trabalho em curva de nível e retenção de água no solo.
- USDA NRCS (1997): Ponds — Planning, Design, Construction. Agriculture Handbook 590 — construção de açudes, aterros, vertedouros, impermeabilização.
- Bot, A. e Benites, J. (2005): The Importance of Soil Organic Matter. FAO Soils Bulletin 80. Roma — matéria orgânica, estrutura do solo e retenção de água.
- Embrapa Milho e Sorgo: materiais sobre barraginhas para captação de enxurradas.
- OMS / WHO (2022): Guidelines for Drinking-water Quality, 4.ª edição com o primeiro e o segundo adendos. Genebra — riscos microbiológicos e químicos, valores-limite, fervura, cloração.
- Ministério da Saúde: Portaria GM/MS nº 888/2021 — procedimentos de controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e padrão de potabilidade.
- Diretiva (UE) 2020/2184 do Parlamento Europeu e do Conselho relativa à qualidade da água destinada ao consumo humano — valores paramétricos (Portugal).
- US EPA: Emergency Disinfection of Drinking Water — doses de cloro e procedimento.
- CDC: Making Water Safe in an Emergency e Boil Water Advisory — fervura e desinfecção em emergência.
- NSF/ANSI 55: Ultraviolet Microbiological Water Treatment Systems — dose UV e condições de funcionamento.
- OMS e UNICEF (2011): Evaluating Household Water Treatment Options. Genebra — filtros, SODIS, tratamento domiciliar.
- Ludwig, A. (2015): The New Create an Oasis with Greywater, 6.ª edição. Oasis Design — sistemas de água cinza, bacias de cobertura, produtos de limpeza.
- OMS / WHO (2006): Guidelines for the Safe Use of Wastewater, Excreta and Greywater, Vol. 4: Excreta and Greywater Use in Agriculture. Genebra — riscos à saúde e regras de uso.
- Jenkins, J. (2019): The Humanure Handbook, 4.ª edição. Joseph Jenkins Inc. — banheiro seco e compostagem de fezes.
- US EPA (2002): Onsite Wastewater Treatment Systems Manual. EPA/625/R-00/008 — fossas sépticas, infiltração, manutenção.
- NIOSH (1986): A Guide to Safety in Confined Spaces. Publicação 87-113 — gases em fossas e espaços confinados.
- ABNT NBR 7229 (tanques sépticos) e NBR 13969 (unidades de tratamento complementar e disposição final); Embrapa Instrumentação: fossa séptica biodigestora.
Ferramentas e máquinas (33)
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green — ferramentas para a horta pequena e enxada oscilante.
- Seymour, J. (2003): The Self-Sufficient Life and How to Live It. Dorling Kindersley — ferramentas básicas da casa rural.
- Logsdon, G. (1994): The Contrary Farmer. Chelsea Green — ferramenta manual no pequeno sítio.
- Tresemer, D. (1996): The Scythe Book: Mowing Hay, Cutting Weeds, and Harvesting Small Grains with Hand Tools, 2.ª edição. Alan C. Hood — ajuste e trabalho com a gadanha.
- Seymour, J. (2003): The Self-Sufficient Life and How to Live It. Dorling Kindersley — gadanha, foice e colheita manual.
- Bealer, A. W. (1976): The Tools That Built America. Barre / Crown — machados, enxós e ferramenta manual antiga.
- Logsdon, G. (1994): The Contrary Farmer. Chelsea Green — ferramenta manual e corte no pequeno sítio.
- Tresemer, D. (1996): The Scythe Book, 2.ª edição. Alan C. Hood — afiação e batida da gadanha.
- Lee, L. (1995): The Complete Guide to Sharpening. Taunton Press — ângulos do fio, limas, pedras e superaquecimento do aço.
- Seymour, J. (2003): The Self-Sufficient Life and How to Live It. Dorling Kindersley — manutenção das ferramentas da casa rural.
- HSE (Health and Safety Executive, Reino Unido): materiais sobre trabalho seguro com esmeris e discos abrasivos.
- Ministério do Trabalho e Emprego (Brasil): NR-12, Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos.
- HSE (Health and Safety Executive, Reino Unido): materiais sobre trabalho seguro com máquinas agrícolas e tomada de força.
- OSHA (EUA): materiais sobre segurança de máquinas agrícolas e partes rotativas.
- Ministério do Trabalho e Emprego (Brasil): NR-12, Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, e NR-31, Segurança e saúde no trabalho na agricultura.
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green — trator de duas rodas (walk-behind tractor) e implementos no pequeno sítio.
- Manuais do fabricante do motocultivador e dos implementos (intervalos de revisão, capacidade da carreta, pesos) — sempre têm prioridade sobre este módulo.
- NIOSH (CDC, EUA): materiais sobre capotamento de trator, estruturas de proteção (ROPS) e cinto.
- OSHA (EUA): Roll-over protective structures e materiais sobre a tomada de força (PTO) na agricultura.
- HSE (Health and Safety Executive, Reino Unido): materiais sobre trabalho seguro com tratores e eixos cardã.
- EU-OSHA (Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho): materiais sobre segurança na agricultura.
- HSE (Health and Safety Executive, Reino Unido): materiais sobre trabalho seguro com ferramentas elétricas, discos abrasivos e solda.
- OSHA (EUA): materiais sobre trabalhos a quente e solda (hot work) e sobre ferramentas manuais e elétricas.
- NFPA (EUA): materiais sobre combustão espontânea de panos com óleo e segurança contra incêndio em oficinas.
- ABNT NBR 5410: Instalações elétricas de baixa tensão (Brasil).
- Seymour, J. (2003): The Self-Sufficient Life and How to Live It. Dorling Kindersley — oficina e consertos no sítio.
- EU-OSHA (Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho): materiais sobre segurança e saúde na agricultura.
- ILO (2011): Safety and health in agriculture. ILO code of practice. Genebra: Organização Internacional do Trabalho.
- HSE (Health and Safety Executive, Reino Unido): materiais sobre ruído, vibração mão-braço, escadas e movimentação manual de cargas.
- NIOSH (CDC, EUA): materiais sobre a segurança das crianças em propriedades rurais e sobre capotamento de trator.
- Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC): International First Aid, Resuscitation and Education Guidelines — primeiros socorros básicos.
- Ministério do Trabalho e Emprego (Brasil): NR-6 (EPI), NR-12 (máquinas e equipamentos) e NR-31 (trabalho na agricultura).
- Ministério da Saúde (Brasil): orientações sobre acidentes com animais peçonhentos.
Horta (38)
- Jeavons, J. (2017): How to Grow More Vegetables, 9.ª edição. Ten Speed Press — produção por área, canteiros e planejamento para a família.
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green — organização de canteiros, sucessão e rotação na pequena propriedade.
- Bartholomew, M. (2013): All New Square Foot Gardening. Cool Springs Press — plantio adensado em áreas pequenas.
- FAO (2001): Improving Nutrition through Home Gardening. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura — horta doméstica e alimentação da família.
- Embrapa Hortaliças: orientações para hortas domésticas e calendários de plantio por região.
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green — mudas em blocos de terra, caixas frias e camas quentes.
- Jeavons, J. (2017): How to Grow More Vegetables, 9.ª edição. Ten Speed Press — semeadura em caixas rasas e repicagem.
- Royal Horticultural Society (RHS): orientações sobre semeadura em ambiente interno, repicagem, aclimatação e tombamento (rhs.org.uk).
- University of Minnesota Extension: Starting seeds indoors — luz, temperatura e aclimatação.
- Embrapa Hortaliças: orientações sobre produção de mudas de hortaliças em bandejas.
- Coleman, E. (2009): The Winter Harvest Handbook. Chelsea Green — semeadura de outono, contagem para trás a partir da primeira geada e horta de inverno.
- Jeavons, J. (2017): How to Grow More Vegetables, 9.ª edição. Ten Speed Press — espaçamentos, profundidades e ciclos das culturas.
- University of California Agriculture and Natural Resources (UC ANR): tabelas de temperatura do solo para germinação de hortaliças.
- RHS (Royal Horticultural Society): guias de semeadura de hortaliças e semeadura escalonada (rhs.org.uk).
- Embrapa Hortaliças: calendários de plantio de hortaliças por região do Brasil.
- INMET e IPMA: dados climáticos e normais climatológicas por estação.
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green — rotação por famílias na pequena propriedade, adubação verde.
- Mohler, C. L. e Johnson, S. E., orgs. (2009): Crop Rotation on Organic Farms: A Planning Manual. NRAES-177, Cornell — famílias, exigência e planejamento da rotação.
- SARE (2012): Managing Cover Crops Profitably, 3.ª edição. Sustainable Agriculture Research and Education — adubação verde e plantas de cobertura.
- Landis, D. A., Wratten, S. D. e Gurr, G. M. (2000): Habitat management to conserve natural enemies of arthropod pests in agriculture. Annual Review of Entomology 45 — faixas de flores e insetos úteis.
- Embrapa (Hortaliças e Agrobiologia): adubação verde e rotação na produção orgânica de hortaliças.
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green — irrigação, ferramentas de capina, cobertura morta.
- FAO (1998): Crop Evapotranspiration — Guidelines for Computing Crop Water Requirements. FAO Irrigation and Drainage Paper 56 — necessidade de água das culturas.
- University of Minnesota Extension e Penn State Extension: guias sobre rega da horta, cobertura morta e podridão-apical do tomate.
- Jeavons, J. (2017): How to Grow More Vegetables, 9.ª edição. Ten Speed Press — rega e cuidados de canteiros densos.
- Embrapa Hortaliças: orientações sobre irrigação de hortaliças e manejo de plantas espontâneas.
- Ellis, B. W. e Bradley, F. M., orgs. (1996): The Organic Gardener's Handbook of Natural Insect and Disease Control. Rodale Press — diagnóstico e proteção sem agrotóxicos sintéticos.
- Bettiol, W. (1999): Effectiveness of cow's milk against zucchini squash powdery mildew in greenhouse conditions. Crop Protection 18 — leite contra oídio.
- University of California IPM Program (ipm.ucdavis.edu): descrições de pragas e doenças de hortaliças, manejo integrado.
- RHS (Royal Horticultural Society): orientações sobre lesmas, requeima, hérnia e telas (rhs.org.uk).
- Landis, D. A., Wratten, S. D. e Gurr, G. M. (2000): Habitat management to conserve natural enemies of arthropod pests in agriculture. Annual Review of Entomology 45 — insetos úteis.
- Embrapa Hortaliças: publicações sobre pragas e doenças de hortaliças e manejo na produção orgânica.
- Coleman, E. (2009): The Winter Harvest Handbook. Chelsea Green — horta de inverno, túneis e período de dias curtos.
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green — colheita, temporada estendida e caixas frias.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring, 2.ª edição. Storey Publishing — preparo das hortaliças para estoque e condições de conservação.
- USDA National Organic Program, 7 CFR 205.203 — regra dos 90 e 120 dias entre a aplicação de esterco fresco e a colheita (exemplo de boa prática).
- University of Minnesota Extension: Harvesting and storing home garden vegetables — sinais de maturação e conservação.
- Embrapa Hortaliças: orientações de colheita e pós-colheita de hortaliças.
Estufa (38)
- Coleman, E. (1999): Four-Season Harvest, edição revista. Chelsea Green — estufa sem aquecimento, hortaliças de inverno.
- Blomgren, T., Frisch, T. (2007): High Tunnels: Using Low-Cost Technology to Increase Yields, Improve Quality and Extend the Season. University of Vermont Center for Sustainable Agriculture — escolha do local, orientação, estrutura.
- Penn State Extension: High Tunnel Production Manual — tamanhos, coberturas, ventilação.
- USDA NRCS: Conservation Practice Standard 325, High Tunnel System — requisitos básicos da estufa (túnel alto).
- FAO (2013): Good Agricultural Practices for greenhouse vegetable crops: Principles for Mediterranean climate areas. FAO Plant Production and Protection Paper 217 — tipos de estufa, coberturas, clima.
- Embrapa Hortaliças: publicações sobre cultivo protegido de hortaliças.
- Coleman, E. (1999): Four-Season Harvest, edição revista. Chelsea Green — túneis baixos, coberturas internas, hortaliças de inverno.
- Coleman, E. (2009): The Winter Harvest Handbook. Chelsea Green — túneis móveis e baixos, manta.
- Blomgren, T., Frisch, T. (2007): High Tunnels. University of Vermont Center for Sustainable Agriculture — ancoragem, filme, neve.
- Penn State Extension: High Tunnel Production Manual — coberturas e ventilação.
- Embrapa Hortaliças: publicações sobre cultivo protegido e túneis baixos.
- Blomgren, T., Frisch, T. (2007): High Tunnels: Using Low-Cost Technology to Increase Yields, Improve Quality and Extend the Season. University of Vermont Center for Sustainable Agriculture — estrutura, ancoragem, neve, colocação do filme.
- Penn State Extension: High Tunnel Production Manual — escolha da estrutura, ventilação lateral.
- USDA NRCS: Conservation Practice Standard 325, High Tunnel System — requisitos mínimos de estrutura e carga de neve.
- EN 13031-1: Greenhouses — Design and construction — Part 1: Commercial production greenhouses. CEN — norma europeia para o cálculo de estufas.
- EN 1991-1-3 (Eurocódigo 1): Ações da neve. CEN — base dos mapas de carga de neve.
- ABNT NBR 6123: Forças devidas ao vento em edificações — base das cargas de vento no Brasil.
- Nelson, P. V. (2012): Greenhouse Operation and Management, 7.ª edição. Pearson — ventilação, resfriamento, umidade, temperatura por cultura.
- FAO (2013): Good Agricultural Practices for greenhouse vegetable crops: Principles for Mediterranean climate areas. FAO Plant Production and Protection Paper 217 — clima na estufa, irrigação, sombreamento.
- Blomgren, T., Frisch, T. (2007): High Tunnels. University of Vermont Center for Sustainable Agriculture — ventilação lateral e irrigação em túneis.
- Penn State Extension: High Tunnel Production Manual — ventilação, gotejamento, necessidade de água.
- Embrapa Hortaliças: publicações sobre cultivo protegido e irrigação por gotejamento de hortaliças.
- Coleman, E. (1999): Four-Season Harvest, edição revista. Chelsea Green — hortaliças de inverno na estufa sem aquecimento, regra do dia curto.
- Coleman, E. (2009): The Winter Harvest Handbook. Chelsea Green — semeadura para colheita de inverno, culturas e datas.
- FAO (2013): Good Agricultural Practices for greenhouse vegetable crops: Principles for Mediterranean climate areas. FAO Plant Production and Protection Paper 217 — tomate, pepino e pimentão na estufa, densidade de plantio.
- Penn State Extension: High Tunnel Production Manual — condução de tomate e pepino no túnel.
- Embrapa Hortaliças: sistemas de produção de tomate e pimentão em cultivo protegido.
- Malais, M. H., Ravensberg, W. J. (2003): Knowing and Recognizing: The Biology of Glasshouse Pests and Their Natural Enemies. Koppert / Reed Business Information — pragas de estufa e seus inimigos naturais.
- FAO (2013): Good Agricultural Practices for greenhouse vegetable crops: Principles for Mediterranean climate areas. FAO Plant Production and Protection Paper 217 — manejo integrado, solarização, higiene.
- Katan, J., DeVay, J. E. (org.) (1991): Soil Solarization. CRC Press — princípios e efeito da solarização.
- Coleman, E. (2009): The Winter Harvest Handbook. Chelsea Green — saúde do solo e das plantas na estufa sem químicos.
- EPPO (Organização Europeia e Mediterrânica de Proteção das Plantas): dados sobre pragas regulamentadas, incluindo ToBRFV e Tuta absoluta.
- Embrapa Hortaliças: publicações sobre manejo integrado de pragas do tomateiro e controle biológico em cultivo protegido.
- Coleman, E. (1999): Four-Season Harvest, edição revista. Chelsea Green — estufa fria, túneis internos, culturas de inverno.
- Coleman, E. (2009): The Winter Harvest Handbook. Chelsea Green — produção de inverno sem aquecimento, camadas de proteção.
- Nelson, P. V. (2012): Greenhouse Operation and Management, 7.ª edição. Pearson — perdas de calor pelas coberturas, filme duplo.
- Blomgren, T., Frisch, T. (2007): High Tunnels. University of Vermont Center for Sustainable Agriculture — inverno no túnel, neve, coberturas internas.
- Organização Mundial da Saúde (WHO, 2010): WHO Guidelines for Indoor Air Quality: Selected Pollutants — monóxido de carbono em ambientes fechados.
Pomar (35)
- FAO (2017): Integrated Production and Protection of Fruit Trees e publicações afins sobre fruticultura em pequenas propriedades. Roma: FAO.
- Royal Horticultural Society (RHS): orientações sobre porta-enxertos de macieira e pereira, polinização e espaçamento (rhs.org.uk).
- Cornell University Cooperative Extension: Rootstocks for apple trees e orientações para o pomar doméstico.
- Phillips, M. (2005): The Apple Grower: A Guide for the Organic Orchardist. Chelsea Green.
- Phillips, M. (2011): The Holistic Orchard. Chelsea Green.
- Embrapa Clima Temperado (Pelotas) e Embrapa Uva e Vinho (Bento Gonçalves): sistemas de produção de pessegueiro, ameixeira, macieira e pereira; Epagri e IDR-Paraná: cultivares de macieira de baixo frio.
- Royal Horticultural Society (RHS): Fruit trees: planting e Fruit trees: staking — cova, tutor, amarração e profundidade de plantio (rhs.org.uk).
- University of Minnesota Extension: Planting and caring for fruit trees — plantio de raiz nua e em embalagem, primeiro ano.
- Phillips, M. (2011): The Holistic Orchard. Chelsea Green — preparo do solo, cobertura morta, proteção das árvores novas.
- Embrapa Clima Temperado: sistemas de produção de pessegueiro e ameixeira (implantação do pomar, calagem, espaçamento).
- Royal Horticultural Society (RHS): Apples and pears: winter pruning, Plums: pruning e Pruning cherries (rhs.org.uk).
- Penn State Extension: Training and Pruning Fruit Trees — formas de condução, corte no colar, poda de produção.
- Shigo, A. L. (1989): Tree Pruning: A Worldwide Photo Guide. Shigo and Trees — corte no colar e fechamento das feridas.
- Washington State Department of Labor & Industries: orientações para o trabalho seguro em escadas de pomar.
- Embrapa Clima Temperado: sistemas de produção de pessegueiro e ameixeira (condução em vaso, poda verde).
- Garner, R. J. (2013): The Grafter's Handbook, 6.ª edição. Chelsea Green / Cassell — manual clássico de todos os métodos de enxertia.
- Royal Horticultural Society (RHS): Grafting fruit trees: chip budding, T-budding e Top-working (rhs.org.uk).
- University of Minnesota Extension: Grafting and budding fruit trees — garfos, conservação e cuidados com o enxerto.
- Phillips, M. (2011): The Holistic Orchard. Chelsea Green — reenxertia e árvores de várias variedades.
- Embrapa Clima Temperado e Embrapa Mandioca e Fruticultura: produção de mudas de pessegueiro e de citros.
- Phillips, M. (2011): The Holistic Orchard. Chelsea Green — solo sob a copa, cobertura, plantas ajudantes, nutrição natural das frutíferas.
- Royal Horticultural Society (RHS): Fruit: feeding, Fruit thinning e Watering fruit trees (rhs.org.uk).
- Penn State Extension: Fruit Production for the Home Gardener — adubação, irrigação e raleio dos frutos.
- FAO (2017): Voluntary Guidelines for Sustainable Soil Management. Roma: FAO — matéria orgânica e proteção do solo.
- Comissão de Química e Fertilidade do Solo RS/SC: Manual de calagem e adubação para os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina (frutíferas).
- Phillips, M. (2011): The Holistic Orchard. Chelsea Green — pomar sadio sem produtos sintéticos, prevenção e medidas biológicas.
- Regulamento (UE) 2018/848 sobre a produção biológica e Regulamento de Execução (UE) 2021/1165 — produtos permitidos e limite do cobre (28 kg/ha em 7 anos).
- Royal Horticultural Society (RHS): Apple scab, Peach leaf curl, Codling moth, Fireblight e Brown rot (rhs.org.uk).
- FAO: Integrated Pest Management — princípios de monitoramento e decisão antes de pulverizar.
- Embrapa Clima Temperado e Embrapa Uva e Vinho: produção integrada e orgânica de pêssego e maçã; monitoramento de mosca-das-frutas e grafolita.
- USDA Agricultural Research Service (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks, Agriculture Handbook 66 — temperatura, umidade e duração da guarda das frutas.
- Royal Horticultural Society (RHS): Apples and pears: harvesting and storing (rhs.org.uk).
- Cornell University Cooperative Extension: teste do amido com iodo para o ponto de colheita da maçã.
- FAO e OMS, Codex Alimentarius (2003): Code of Practice for the Prevention and Reduction of Patulin Contamination in Apple Juice — fruta podre e patulina.
- Embrapa Clima Temperado e Embrapa Uva e Vinho: colheita e pós-colheita de pêssego, ameixa, maçã e caqui.
Pequenas frutas e videira (36)
- Pritts, M. e Handley, D. (org.) (1998): Strawberry Production Guide for the Northeast, Midwest, and Eastern Canada (NRAES-88). Ithaca, NY: NRAES — escolha do lugar, mudas e rotação do morango.
- Pritts, M. e Handley, D. (org.) (1989): Bramble Production Guide (NRAES-35). Ithaca, NY: NRAES — framboesa e amora, espaçamentos e espaldeira.
- Pritts, M. e Hancock, J. (org.) (1992): Highbush Blueberry Production Guide (NRAES-55). Ithaca, NY: NRAES — solo ácido e exigências do mirtilo.
- Mirošević, N. e Karoglan Kontić, J. (2008): Vinogradarstvo. Zagreb: Nakladni zavod Globus — lugar, variedades e porta-enxertos da videira.
- Nikolić, M. e Milivojević, J. (2010): Jagodaste voćke: tehnologija gajenja. Čačak: Naučno voćarsko društvo Srbije — variedades e técnicas das pequenas frutas.
- Embrapa Clima Temperado (Pelotas) e Embrapa Uva e Vinho (Bento Gonçalves): sistemas de produção de amora-preta, mirtilo, morango e uvas para processamento e mesa.
- Pritts, M. e Handley, D. (org.) (1989): Bramble Production Guide (NRAES-35). Ithaca, NY: NRAES — biologia das hastes, espaldeira, poda da framboesa de verão e remontante e da amora.
- Nikolić, M. e Milivojević, J. (2010): Jagodaste voćke: tehnologija gajenja. Čačak: Naučno voćarsko društvo Srbije — variedades e técnicas de framboesa e amora.
- Oregon State University Extension Service: manuais de cultivo de framboesa e amora no quintal (Strik, B. C.) — espaçamentos, poda e colheita.
- Embrapa Clima Temperado (Pelotas): sistema de produção da amoreira-preta e cultivares Tupy, Guarani, Xavante e BRS Xingu; publicações sobre framboesa no Brasil.
- Pritts, M. e Hancock, J. (org.) (1992): Highbush Blueberry Production Guide (NRAES-55). Ithaca, NY: NRAES — pH, substrato, plantio, poda e polinização do mirtilo.
- Nikolić, M. e Milivojević, J. (2010): Jagodaste voćke: tehnologija gajenja. Čačak: Naučno voćarsko društvo Srbije — groselha, groselha-espinhosa, aronia e mirtilo.
- Oregon State University Extension Service: manuais de cultivo do mirtilo no quintal (Strik, B. C.) — variedades, poda e cuidados.
- Royal Horticultural Society (RHS): orientações de poda da groselha-preta, da vermelha e da espinhosa.
- Embrapa Clima Temperado (Pelotas): sistema de produção do mirtilo (rabbiteye e highbush) no Sul do Brasil.
- Pritts, M. e Handley, D. (org.) (1998): Strawberry Production Guide for the Northeast, Midwest, and Eastern Canada (NRAES-88). Ithaca, NY: NRAES — mudas, canteiro, corte das folhas depois da colheita, renovação do plantio.
- Nikolić, M. e Milivojević, J. (2010): Jagodaste voćke: tehnologija gajenja. Čačak: Naučno voćarsko društvo Srbije — variedades e épocas de plantio.
- University of Minnesota Extension: Growing strawberries in the home garden — tipos de morango, cobertura e proteção de inverno.
- Royal Horticultural Society (RHS): orientações para enraizar estolões e renovar o plantio de morango.
- Embrapa Clima Temperado (Pelotas): sistema de produção do morango no Sul do Brasil (cultivares, mudas, túnel baixo e mulching).
- Mirošević, N. e Karoglan Kontić, J. (2008): Vinogradarstvo. Zagreb: Nakladni zavod Globus — lugar, porta-enxertos, preparo do solo, plantio e espaldeira.
- Burić, D. (1995): Savremeno vinogradarstvo. Belgrado: Nolit — implantação do vinhedo, formas de condução e espaldeira.
- Dry, P. R. e Coombe, B. G. (org.) (2004): Viticulture, Volume 1: Resources, 2.ª ed. Adelaide: Winetitles — porta-enxertos, filoxera, lugar.
- Wolf, T. K. (org.) (2008): Wine Grape Production Guide for Eastern North America (NRAES-145). Ithaca, NY: NRAES — espaldeira, mourões, âncoras e arames.
- Embrapa Uva e Vinho (Bento Gonçalves): sistemas de produção de uvas para processamento e de uvas de mesa, porta-enxertos e cultivares BRS.
- Mirošević, N. e Karoglan Kontić, J. (2008): Vinogradarstvo. Zagreb: Nakladni zavod Globus — formas de condução, poda e poda verde.
- Burić, D. (1995): Savremeno vinogradarstvo. Belgrado: Nolit — carga de gemas, poda e manejo da planta.
- Jackson, R. S. (2014): Wine Science: Principles and Applications, 4.ª ed. San Diego: Academic Press — fertilidade das gemas e relação folha/fruto.
- Wolf, T. K. (org.) (2008): Wine Grape Production Guide for Eastern North America (NRAES-145). Ithaca, NY: NRAES — Guyot e cordão, manejo do dossel.
- Embrapa Uva e Vinho (Bento Gonçalves): sistemas de produção de uvas americanas e híbridas em latada e espaldeira; dupla poda no Sudeste.
- Regulamento (UE) 2018/848 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à produção biológica e à rotulagem dos produtos biológicos — quadro da produção biológica e produtos permitidos (vale em Portugal).
- Regulamento de Execução (UE) 2018/1981 da Comissão — renovação da aprovação dos compostos de cobre e limite de 28 kg/ha em 7 anos.
- Wilcox, W. F., Gubler, W. D. e Uyemoto, J. K. (org.) (2015): Compendium of Grape Diseases, Disorders, and Pests, 2.ª ed. St. Paul: APS Press — míldio, oídio e mofo-cinzento.
- Mirošević, N. e Karoglan Kontić, J. (2008): Vinogradarstvo. Zagreb: Nakladni zavod Globus — proteção da videira e ponto de maturação.
- Pritts, M. e Handley, D. (org.) (1989): Bramble Production Guide (NRAES-35). Ithaca, NY: NRAES — doenças e pragas de framboesa e amora.
- Embrapa Uva e Vinho (Bento Gonçalves): manejo do míldio e de outras doenças da videira e sistemas de alerta; MAPA, Agrofit: consulta de produtos registrados.
Lavoura: grãos, milho, leguminosas e batata (31)
- FAO (2016): Save and Grow in Practice: Maize, Rice, Wheat. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura — grãos em pequenas propriedades, rotação e conservação do solo.
- Logsdon, G. (2009): Small-Scale Grain Raising, 2.ª edição. Chelsea Green — trigo, milho e leguminosas em pouca área, colheita e trilha manual.
- Jeavons, J. (2017): How to Grow More Vegetables, 9.ª edição. Ten Speed Press — produtividade e área para alimentar uma pessoa, grãos incluídos.
- Coleman, E. (2018): The New Organic Grower, 3.ª edição. Chelsea Green — rotação e planejamento de uma propriedade pequena.
- Embrapa Trigo, Embrapa Milho e Sorgo e Embrapa Arroz e Feijão — sistemas de produção e cultivares para a agricultura familiar; MAPA — Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC).
- FAO (2016): Save and Grow in Practice: Maize, Rice, Wheat. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura — cereais em pequenas propriedades, rotação e saúde do solo.
- Logsdon, G. (2009): Small-Scale Grain Raising, 2.ª edição. Chelsea Green — trigo, centeio, cevada, aveia e espelta em pouca área, semeadura e cuidados manuais.
- EFSA (2012): Scientific Opinion on Ergot alkaloids in food and feed. EFSA Journal 10(7):2798 — esporão-do-centeio e o perigo para pessoas e animais.
- Embrapa Trigo (Passo Fundo) — indicações técnicas para trigo, cevada, aveia e centeio no Brasil; MAPA — Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC).
- FAO (2016): Save and Grow in Practice: Maize, Rice, Wheat. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura — milho em pequenas propriedades, rotação, densidade e saúde do solo.
- Logsdon, G. (2009): Small-Scale Grain Raising, 2.ª edição. Chelsea Green — milho para grão em pouca área, colheita manual e secagem na espiga.
- Ashworth, S. (2002): Seed to Seed, 2.ª edição. Seed Savers Exchange — polinização, isolamento e número de plantas para guardar semente de milho.
- Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas) — sistemas de produção de milho, lagarta-do-cartucho e cigarrinha; MAPA — Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC).
- FAO (2016): Pulses: Nutritious Seeds for a Sustainable Future. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura — leguminosas na alimentação e na agricultura, fixação de nitrogênio.
- Ashworth, S. (2002): Seed to Seed, 2.ª edição. Seed Savers Exchange — polinização e conservação de sementes de feijão, fava, grão-de-bico e lentilha.
- U.S. Food and Drug Administration: Bad Bug Book, 2.ª edição (2012), capítulo sobre a fito-hemaglutinina — intoxicação por feijão cru e mal cozido.
- Logsdon, G. (2009): Small-Scale Grain Raising, 2.ª edição. Chelsea Green — feijão seco e leguminosas na lavoura pequena, colheita e trilha.
- Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás) e Embrapa Hortaliças — sistemas de produção de feijão, grão-de-bico e lentilha no Brasil; inoculantes para feijão.
- FAO (2009): New Light on a Hidden Treasure: International Year of the Potato 2008. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura — a batata na alimentação, cultivo e armazenamento.
- EPPO (European and Mediterranean Plant Protection Organization): normas e listas de organismos de quarentena, Synchytrium endobioticum, Ralstonia solanacearum, Clavibacter sepedonicus, Globodera spp.
- Hare, J. D. (1990): Ecology and management of the Colorado potato beetle. Annual Review of Entomology 35: 81–100 — biologia do escaravelho-da-batata e medidas sem inseticidas.
- Embrapa Hortaliças e Embrapa Clima Temperado — sistema de produção de batata, cultivares BRS e manejo da requeima no Brasil.
- Logsdon, G. (2009): Small-Scale Grain Raising, 2.ª edição. Chelsea Green — colheita manual, gadanha de ancinho, feixes, trilha e abanação em pouca área.
- FAO (2011): Global food losses and food waste: extent, causes and prevention. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura — perdas de grão da colheita ao armazém.
- EU-OSHA, Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho: materiais sobre segurança na agricultura, máquinas e poeiras; no Brasil, a NR 31 (segurança e saúde no trabalho rural) do Ministério do Trabalho.
- Embrapa Trigo — colheita, germinação na espiga e qualidade do grão de trigo no Sul.
- FAO (2011): Rural structures in the tropics: design and development, capítulos sobre secagem e armazenamento de grãos. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura.
- EFSA (European Food Safety Authority): pareceres científicos sobre aflatoxinas, fumonisinas, desoxinivalenol, zearalenona e ocratoxina A em alimentos e rações.
- Logsdon, G. (2009): Small-Scale Grain Raising, 2.ª edição. Chelsea Green — secagem na espiga, paiol e armazenamento de grãos no sítio pequeno.
- FAO (2011): Global food losses and food waste: extent, causes and prevention. Roma — perdas de grão na secagem e no armazenamento.
- Embrapa Milho e Sorgo e Embrapa Trigo — secagem, armazenamento e micotoxinas em milho e trigo no Brasil.
Forragem e pastagem (36)
- Ball, D. M., Hoveland, C. S. e Lacefield, G. D. (2015): Southern Forages, 5.ª edição. International Plant Nutrition Institute — plantas forrageiras, rendimentos e planejamento da forragem.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Small Ruminants. Washington: National Academies Press — necessidades de cabras e ovelhas.
- National Research Council (2001): Nutrient Requirements of Dairy Cattle, 7.ª edição. Washington: National Academy Press — consumo de matéria seca em bovinos.
- FAO: Grassland Index e publicações sobre pastagens e forragem (fao.org) — espécies forrageiras e manejo de pastagens.
- Embrapa Gado de Leite e Embrapa Pecuária Sul: publicações sobre planejamento forrageiro, pastagens de verão e de inverno (embrapa.br).
- Hopkins, A. (org.) (2000): Grass: Its Production and Utilization, 3.ª edição. Blackwell Science (British Grassland Society) — adubação, renovação e manejo de prados.
- Ball, D. M., Hoveland, C. S. e Lacefield, G. D. (2015): Southern Forages, 5.ª edição. International Plant Nutrition Institute — capins e trevos, sobressemeadura.
- AHDB (2023): Nutrient Management Guide (RB209), seção 3: Grassland and forage crops — adubação e calagem de prados.
- FAO: Grassland Index (fao.org) — descrições de capins e trevos forrageiros.
- Embrapa Pecuária Sul e Embrapa Gado de Leite: publicações sobre pastagens de inverno, tifton e plantas tóxicas (embrapa.br).
- Rotz, C. A. e Muck, R. E. (1994): Changes in forage quality during harvest and storage. Em: Forage Quality, Evaluation, and Utilization. Madison: ASA, CSSA, SSSA — perdas na secagem e no armazenamento.
- Penn State Extension: Preventing Hay Fires (extension.psu.edu) — combustão espontânea do feno, temperaturas e procedimentos.
- Ball, D. M., Hoveland, C. S. e Lacefield, G. D. (2015): Southern Forages, 5.ª edição. International Plant Nutrition Institute — época de corte e qualidade do feno.
- Hopkins, A. (org.) (2000): Grass: Its Production and Utilization, 3.ª edição. Blackwell Science — conservação de forragem.
- Embrapa Gado de Leite: publicações sobre produção de feno de tifton e coastcross (embrapa.br).
- Undersander, D. et al. (2011): Alfalfa Management Guide. Madison: American Society of Agronomy, CSSA, SSSA — semeadura, corte, descanso de outono e pragas da alfafa.
- Ball, D. M., Hoveland, C. S. e Lacefield, G. D. (2015): Southern Forages, 5.ª edição. International Plant Nutrition Institute — trevos, inoculação e timpanismo.
- Hopkins, A. (org.) (2000): Grass: Its Production and Utilization, 3.ª edição. Blackwell Science — leguminosas no prado.
- FAO: Grassland Index (fao.org) — descrições de alfafa, trevos, cornichão e leguminosas tropicais.
- Embrapa Pecuária Sudeste e Embrapa Pecuária Sul: publicações sobre alfafa, cornichão, estilosantes e amendoim forrageiro (embrapa.br).
- Wilkinson, J. M. (2005): Silage. Lincoln: Chalcombe Publications — princípios da ensilagem, perdas e segurança.
- Muck, R. E., Moser, L. E. e Pitt, R. E. (2003): Postharvest factors affecting ensiling. Em: Silage Science and Technology. Madison: ASA, CSSA, SSSA — umidade, compactação e estabilidade aeróbia.
- Smith, M. C. e Sherman, D. M. (2009): Goat Medicine, 2.ª edição. Wiley-Blackwell — listeriose e botulismo em cabras.
- EFSA e ECDC: relatórios anuais sobre zoonoses (efsa.europa.eu) — listéria nos alimentos e no leite.
- Embrapa Gado de Leite e Embrapa Milho e Sorgo: publicações sobre silagem de milho, sorgo e capim-elefante e silagem em sacos (embrapa.br).
- Voisin, A. (1959): Grass Productivity. London: Crosby Lockwood — bases do pastejo rotacionado e do descanso do pasto.
- Hodgson, J. (1990): Grazing Management: Science into Practice. Harlow: Longman — altura do capim, consumo e manejo do pastejo.
- Smith, M. C. e Sherman, D. M. (2009): Goat Medicine, 2.ª edição. Wiley-Blackwell — vermes e plantas tóxicas em cabras.
- Undersander, D. et al. (2002): Pastures for Profit: A Guide to Rotational Grazing (A3529). University of Wisconsin Extension — tamanho e número de piquetes, descanso.
- Tokarnia, C. H. et al. (2012): Plantas Tóxicas do Brasil para Animais de Produção, 2.ª edição. Rio de Janeiro: Helianthus — plantas tóxicas do Brasil.
- Pinheiro Machado, L. C. (2004): Pastoreio Racional Voisin: tecnologia agroecológica para o terceiro milênio. Porto Alegre: Cinco Continentes — PRV no Sul do Brasil.
- Fuller, M. F. (org.) (2004): The Encyclopedia of Farm Animal Nutrition. Wallingford: CABI — raízes forrageiras, brássicas e suas substâncias nocivas.
- Ball, D. M., Hoveland, C. S. e Lacefield, G. D. (2015): Southern Forages, 5.ª edição. International Plant Nutrition Institute — brássicas forrageiras, sorgo e capim-sudão, cianeto e nitratos.
- Smith, M. C. e Sherman, D. M. (2009): Goat Medicine, 2.ª edição. Wiley-Blackwell — esôfago entalado, intoxicação por plantas.
- AHDB: Forage Brassicas e publicações sobre culturas forrageiras (ahdb.org.uk) — nabo, couve, limites na dieta.
- Embrapa Mandioca e Fruticultura e Embrapa Gado de Leite: publicações sobre mandioca e cana na alimentação animal (embrapa.br).
Ervas medicinais e aromáticas (40)
- McVicar, J. (2007): Jekka's Complete Herb Book, edição revista. Kyle Cathie — cultivo, solo e multiplicação de ervas aromáticas e medicinais.
- Bown, D. (2002): The Royal Horticultural Society New Encyclopedia of Herbs and Their Uses. Dorling Kindersley — nomes científicos, cultivo, resistência à geada.
- Mollison, B. (1988): Permaculture: A Designers' Manual. Tagari — zonas do sítio, espiral de ervas, microclima.
- Hemenway, T. (2009): Gaia's Garden, 2.ª edição. Chelsea Green — ervas no jardim, insetos úteis, guildas.
- Lorenzi, H.; Matos, F. J. A. (2008): Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas, 2.ª edição. Instituto Plantarum — nomes populares e científicos, capim-santo, boldo, guaco, erva-cidreira.
- Matos, F. J. A.: Farmácias Vivas. Editora UFC — hortas de plantas medicinais identificadas para comunidades.
- McVicar, J. (2007): Jekka's Complete Herb Book, edição revista. Kyle Cathie — cultivo, multiplicação e colheita das ervas de tempero.
- Bown, D. (2002): The Royal Horticultural Society New Encyclopedia of Herbs and Their Uses. Dorling Kindersley — descrição das plantas e nomes científicos.
- National Center for Home Food Preservation (University of Georgia): orientações para óleos com ervas e alho e para vinagres de ervas.
- Frohne, D., Pfänder, H. J. (2005): Poisonous Plants, 2.ª edição. Manson Publishing — cicuta-menor, louro-cerejo e umbelíferas tóxicas.
- European Medicines Agency, HMPC: monografias da sálvia (Salvia officinalis) e da hortelã-pimenta (Mentha × piperita) — cuidados na gravidez e com crianças.
- European Medicines Agency, Committee on Herbal Medicinal Products (HMPC): monografias da União sobre medicamentos à base de plantas (camomila, calêndula, melissa, hortelã-pimenta, sálvia, tomilho, lavanda, alteia, valeriana, hipérico, mil-folhas, tanchagem, urtiga, dente-de-leão, verbasco, tília, sabugueiro, espinheiro-alvar, roseira-brava, confrei).
- ANVISA (2021): Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 2.ª edição — preparo, doses e cuidados de plantas usadas no Brasil (capim-santo, boldo, guaco, espinheira-santa e outras).
- Ministério da Saúde (2009): RENISUS — Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS.
- Lorenzi, H.; Matos, F. J. A. (2008): Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas, 2.ª edição. Instituto Plantarum.
- Blumenthal, M. (org.) (1998): The Complete German Commission E Monographs. American Botanical Council — uso tradicional, doses e contraindicações.
- ESCOP (2003): ESCOP Monographs, 2.ª edição. Thieme — plantas medicinais e segurança.
- WHO (1999–2009): WHO Monographs on Selected Medicinal Plants, vol. 1–4. Organização Mundial da Saúde.
- Wichtl, M. (org.) (2004): Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals, 3.ª edição. Medpharm / CRC Press — identificação das drogas vegetais.
- EFSA (2017): Risks for human health related to the presence of pyrrolizidine alkaloids in honey, tea, herbal infusions and food supplements. EFSA Journal.
- Frohne, D., Pfänder, H. J. (2005): Poisonous Plants: A Handbook for Doctors, Pharmacists, Toxicologists, Biologists and Veterinarians, 2.ª edição. Manson Publishing — cicuta, dedaleira, Oenanthe e outras espécies tóxicas.
- Kinupp, V. F.; Lorenzi, H. (2014): Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil. Instituto Plantarum — taioba, plantas silvestres comestíveis e suas sósias.
- Wichtl, M. (org.) (2004): Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals, 3.ª edição. Medpharm / CRC Press — identificação de plantas medicinais e contaminantes.
- Jardim Botânico do Rio de Janeiro: Flora e Funga do Brasil (base de dados) — nomes, distribuição e situação das espécies; em Portugal, Flora-On (Sociedade Portuguesa de Botânica).
- WHO (2003): WHO guidelines on good agricultural and collection practices (GACP) for medicinal plants. Organização Mundial da Saúde — coleta sustentável.
- Fiocruz / SINITOX: estatísticas de intoxicações por plantas no Brasil.
- WHO (2003): WHO guidelines on good agricultural and collection practices (GACP) for medicinal plants. Organização Mundial da Saúde — colheita, secagem e armazenamento de plantas medicinais.
- Wichtl, M. (org.) (2004): Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals, 3.ª edição. Medpharm / CRC Press — qualidade da erva seca, contaminantes e deterioração.
- McVicar, J. (2007): Jekka's Complete Herb Book, edição revista. Kyle Cathie — colheita e secagem caseira de ervas aromáticas.
- Green, J. (2000): The Herbal Medicine-Maker's Handbook. Crossing Press — secagem, proporções fresca e seca, armazenamento.
- Green, J. (2000): The Herbal Medicine-Maker's Handbook: A Home Manual. Crossing Press — proporções de tinturas, macerados, gliceritos e pomadas.
- Gladstar, R. (2012): Rosemary Gladstar's Medicinal Herbs: A Beginner's Guide. Storey Publishing — procedimentos caseiros para chás, óleos e pomadas.
- ANVISA (2021): Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 2.ª edição — infusões, decocções, tinturas, pomadas e géis de plantas usadas no Brasil.
- European Medicines Agency, HMPC: monografias da União sobre medicamentos à base de plantas — formas de preparo (infusão, tintura, macerado em óleo) e limites para hipérico e confrei.
- Blumenthal, M. (org.) (1998): The Complete German Commission E Monographs. American Botanical Council — preparados e doses.
- National Center for Home Food Preservation (University of Georgia): óleos com ervas e risco de botulismo.
- WHO (2003): WHO guidelines on good agricultural and collection practices (GACP) for medicinal plants. Organização Mundial da Saúde — época de colheita por parte da planta.
- Wichtl, M. (org.) (2004): Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals, 3.ª edição. Medpharm / CRC Press — época de colheita das drogas medicinais.
- Kinupp, V. F.; Lorenzi, H. (2014): Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil. Instituto Plantarum — época de colheita de plantas silvestres comestíveis no Brasil.
- McVicar, J. (2007): Jekka's Complete Herb Book, edição revista. Kyle Cathie — colheita das ervas aromáticas ao longo do ano.
Sementes e propagação (34)
- Ashworth, S. (2002): Seed to Seed: Seed Saving and Growing Techniques for Vegetable Gardeners, 2.ª edição. Seed Savers Exchange — polinização, isolamento e número de plantas por cultura.
- Deppe, C. (2000): Breed Your Own Vegetable Varieties. Chelsea Green — híbridos, estabilização e seleção na horta.
- Organic Seed Alliance (2010): A Seed Saving Guide for Gardeners and Farmers — seleção e diversidade da população.
- FAO (2010): The Second Report on the State of the World's Plant Genetic Resources for Food and Agriculture — perda de diversidade de variedades e importância da conservação nos sítios.
- Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia: materiais sobre sementes crioulas e conservação on farm.
- Ashworth, S. (2002): Seed to Seed: Seed Saving and Growing Techniques for Vegetable Gardeners, 2.ª edição. Seed Savers Exchange — polinização, isolamento, número de plantas e extração por cultura.
- Organic Seed Alliance (2010): A Seed Saving Guide for Gardeners and Farmers — distâncias de isolamento e seleção.
- Deppe, C. (2000): Breed Your Own Vegetable Varieties. Chelsea Green — polinização manual e trabalho com populações pequenas.
- George, R. A. T. (2009): Vegetable Seed Production, 3.ª edição. CABI — bianuais, maturação e extração da semente.
- Embrapa Hortaliças e Epagri: publicações sobre produção de sementes de hortaliças e de cebola no Sul.
- Harrington, J. F. (1972): Seed storage and longevity. Em: Kozlowski, T. T. (org.), Seed Biology, vol. III. Academic Press — regras de umidade e temperatura.
- ISTA: International Rules for Seed Testing (edição anual). International Seed Testing Association — análise de germinação e dias de contagem.
- MAPA (2009): Regras para Análise de Sementes. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento — padrão brasileiro de teste de germinação.
- FAO (2014): Genebank Standards for Plant Genetic Resources for Food and Agriculture — secagem, umidade e renovação de coleções.
- Ashworth, S. (2002): Seed to Seed, 2.ª edição. Seed Savers Exchange — guarda caseira e vida da semente de hortaliças.
- Davies, F. T., Geneve, R. L., Wilson, S. E. (2018): Hartmann and Kester's Plant Propagation: Principles and Practices, 9.ª edição. Pearson — estacas, mergulhia, divisão e enraizadores.
- Toogood, A. (org.) (1999): RHS Propagating Plants. Dorling Kindersley — procedimentos por espécie.
- Royal Horticultural Society (RHS): Hardwood cuttings, Semi-ripe cuttings, Layering (rhs.org.uk).
- Embrapa Clima Temperado e Embrapa Mandioca e Fruticultura: produção de mudas de figueira, amoreira-preta e mirtilo; seleção de manivas de mandioca.
- Garner, R. J. (2013): The Grafter's Handbook, 6.ª edição. Chelsea Green / Cassell — enxertia de mesa, garfagem inglesa, porta-enxertos e cepas-mães.
- Davies, F. T., Geneve, R. L., Wilson, S. E. (2018): Hartmann and Kester's Plant Propagation: Principles and Practices, 9.ª edição. Pearson — estratificação, calejamento e produção de porta-enxertos.
- Webster, A. D., Wertheim, S. J. (2003): Apple rootstocks. Em: Ferree, D. C., Warrington, I. J. (org.), Apples: Botany, Production and Uses. CABI — porta-enxertos clonais de macieira.
- University of Minnesota Extension: Grafting and budding fruit trees — borbulhia e cuidados com o enxerto.
- Embrapa Clima Temperado e Epagri: produção de porta-enxertos e mudas de pessegueiro, macieira e pereira no Sul.
- Davies, F. T., Geneve, R. L., Wilson, S. E. (2018): Hartmann and Kester's Plant Propagation: Principles and Practices, 9.ª edição. Pearson — montagem do viveiro, arranquio, classificação e guarda das mudas.
- Garner, R. J. (2013): The Grafter's Handbook, 6.ª edição. Chelsea Green / Cassell — viveiro de frutíferas no pequeno sítio.
- Brasil, Lei n.º 10.711/2003 (Sistema Nacional de Sementes e Mudas) e normas do MAPA sobre RENASEM e padrões de mudas.
- Regulamento (UE) 2016/2031 relativo a medidas de proteção contra as pragas dos vegetais — passaporte fitossanitário e organismos de quarentena (vale em Portugal).
- Royal Horticultural Society (RHS): Fruit: buying and planting bare-root plants; Heeling in (rhs.org.uk).
- FAO (2014): Genebank Standards for Plant Genetic Resources for Food and Agriculture — documentação, duplicatas, renovação de coleções.
- Brasil, Lei n.º 10.711/2003 (Sementes e Mudas) e Lei n.º 9.456/1997 (Proteção de Cultivares) — cultivar crioula, isenções do agricultor familiar, uso próprio.
- Diretiva 2002/55/CE relativa à comercialização de sementes de produtos hortícolas e Diretiva 2009/145/CE sobre variedades de conservação e variedades para hortas familiares (EUR-Lex).
- Ashworth, S. (2002): Seed to Seed, 2.ª edição. Seed Savers Exchange — troca e trabalho com associações.
- Organic Seed Alliance (2010): A Seed Saving Guide for Gardeners and Farmers — descrição de variedades e qualidade da semente.
Cogumelos (29)
- Stamets, P. (2000): Growing Gourmet and Medicinal Mushrooms, 3.ª edição. Ten Speed Press — espécies, substratos, temperaturas de colonização e frutificação, eficiência biológica.
- Stamets, P. e Chilton, J. S. (1983): The Mushroom Cultivator. Agarikon Press — condições de cultivo, bolores e problemas.
- Oei, P. (2003): Mushroom Cultivation, 3.ª edição. Backhuys Publishers — cultivo de cogumelos com tecnologia simples, palha e toras.
- Mudge, K. e Gabriel, S. (2014): Farming the Woods. Chelsea Green — shiitake e shimeji em toras na mata e no pomar.
- Cotter, T. (2014): Organic Mushroom Farming and Mycoremediation. Chelsea Green — cultivo em pequena escala, canteiros, substrato esgotado.
- Stamets, P. (2000): Growing Gourmet and Medicinal Mushrooms, 3.ª edição. Ten Speed Press — Pleurotus, pasteurização da palha, temperatura e umidade por fase.
- Oei, P. (2003): Mushroom Cultivation, 3.ª edição. Backhuys Publishers — palha, sacos e colunas, pasteurização simples.
- Stamets, P. e Chilton, J. S. (1983): The Mushroom Cultivator. Agarikon Press — eficiência biológica, problemas na colonização e na frutificação.
- Cotter, T. (2014): Organic Mushroom Farming and Mycoremediation. Chelsea Green — pasteurização a frio com cal, pequeno cultivo, substrato esgotado.
- Cornell University e University of Vermont (2013): Best Management Practices for Log-Based Shiitake Cultivation in the Northeastern United States — escolha da madeira, corte, distribuição dos furos, colonização, imersão e descanso das toras.
- Mudge, K. e Gabriel, S. (2014): Farming the Woods. Chelsea Green — shiitake e shimeji em toras na mata, arrumação e frutificação.
- Stamets, P. (2000): Growing Gourmet and Medicinal Mushrooms, 3.ª edição. Ten Speed Press — shiitake e Pleurotus na madeira, cepas, totem.
- Oei, P. (2003): Mushroom Cultivation, 3.ª edição. Backhuys Publishers — cultivo em toras.
- Stamets, P. (2000): Growing Gourmet and Medicinal Mushrooms, 3.ª edição. Ten Speed Press — micélio em grão, esterilização, gerações e trabalho limpo.
- Stamets, P. e Chilton, J. S. (1983): The Mushroom Cultivator. Agarikon Press — preparo do grão, culturas, contaminação.
- Oei, P. (2003): Mushroom Cultivation, 3.ª edição. Backhuys Publishers — multiplicação de micélio com equipamento simples.
- Cotter, T. (2014): Organic Mushroom Farming and Mycoremediation. Chelsea Green — papelão, caixa de inoculação, pequeno cultivo.
- Stamets, P. (2000): Growing Gourmet and Medicinal Mushrooms, 3.ª edição. Ten Speed Press — estrofária, canteiros de cavaco e palha, ampliação dos canteiros.
- Stamets, P. (2005): Mycelium Running. Ten Speed Press — cogumelos na horta, cobertura e solo.
- Cotter, T. (2014): Organic Mushroom Farming and Mycoremediation. Chelsea Green — canteiros ao ar livre, shimeji em palha, substrato esgotado.
- Mudge, K. e Gabriel, S. (2014): Farming the Woods. Chelsea Green — estrofária em sistemas de mata e pomar.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Drying Vegetables (cogumelos) e Freezing Mushrooms — secagem, testes de secura, congelamento de cogumelos.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6.ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — secagem, congelamento e conserva de cogumelos, botulismo.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning — cogumelos em pote sob pressão, conserva em vinagre, por que não banho-maria.
- Stamets, P. (2000): Growing Gourmet and Medicinal Mushrooms, 3.ª edição. Ten Speed Press — ponto e colheita dos cogumelos cultivados, conservação dos frescos.
- Stamets, P. e Chilton, J. S. (1983): The Mushroom Cultivator. Agarikon Press — bolores, bactérias, pragas e erros no cultivo de cogumelos, com chave de identificação.
- Stamets, P. (2000): Growing Gourmet and Medicinal Mushrooms, 3.ª edição. Ten Speed Press — higiene, contaminação e alergia aos esporos.
- Oei, P. (2003): Mushroom Cultivation, 3.ª edição. Backhuys Publishers — doenças, pragas e higiene no pequeno cultivo.
- Flammer, R. e Horak, E. (2003): Giftpilze – Pilzgifte. Schwabe — cogumelos tóxicos, síndromes de intoxicação e tempo de surgimento dos sintomas.
Galinhas (34)
- FAO (2014): Decision tools for family poultry development. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura — planejamento do plantel pequeno e escolha do tipo de ave.
- FAO (2010): Chicken genetic resources used in smallholder production systems and opportunities for their development. Roma: FAO — raças nativas e híbridas na criação pequena.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — raças, número de aves, espaço.
- Damerow, G. (2012): The Chicken Encyclopedia. Storey Publishing — termos e raças.
- Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC): publicações sobre a criação de galinhas caipiras e as linhagens Embrapa 051 e Embrapa 041.
- MAPA: Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA); DGAV (Portugal): registo de explorações avícolas.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — medidas do galinheiro, poleiros, ninhos, ventilação.
- Damerow, G. (2002): Building Chicken Coops (Storey Country Wisdom Bulletin A-224). Storey Publishing — projetos simples de galinheiro.
- Salatin, J. (1993): Pastured Poultry Profit$. Polyface — galinheiro móvel e aves no pasto.
- FAO (2014): Decision tools for family poultry development. Roma: FAO — abrigos e proteção na criação pequena.
- Embrapa Suínos e Aves: orientações para instalações de galinhas caipiras em clima quente (sombreamento, ventilação, orientação).
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — comedouros, bebedouros, ninhos, luz.
- FAO (2014): Decision tools for family poultry development. Roma: FAO — equipamento para a criação pequena.
- University of Kentucky Cooperative Extension (J. Jacob, A. Pescatore): publicações de extensão sobre plantéis pequenos — luz e postura.
- ABNT NBR 5410: instalações elétricas de baixa tensão (Brasil).
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — incubação, choca, pinteiro.
- Damerow, G. (2013): Hatching & Brooding Your Own Chicks. Storey Publishing — incubação dia a dia, problemas de eclosão.
- FAO (2014): Decision tools for family poultry development. Roma: FAO — incubação sob a choca e criação de pintinhos no plantel pequeno.
- MAPA: Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA) — sanidade de incubatórios e reprodutoras.
- National Research Council (1994): Nutrient Requirements of Poultry, 9.ª edição revisada. Washington: National Academy Press — necessidades das galinhas por fase.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — alimentação, muda, trabalho anual.
- FAO (2013): Poultry Development Review. Roma: FAO — alimentação de aves em pequenas propriedades.
- Regulamento (CE) n.º 1069/2009 do Parlamento Europeu e do Conselho sobre subprodutos animais — regras sobre restos de cozinha na UE (Portugal).
- Rostagno, H. S. e colaboradores: Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos. Viçosa: UFV — composição de alimentos e exigências nutricionais.
- Swayne, D. E. (org.) (2020): Diseases of Poultry, 14.ª edição. Wiley-Blackwell — doenças das aves, sinais e prevenção.
- WOAH (Organização Mundial de Saúde Animal): Terrestrial Animal Health Code e lista de doenças — influenza aviária e doença de Newcastle.
- Sparagano, O. A. E. e colaboradores (2014): “Significance and control of the poultry red mite, Dermanyssus gallinae”. Annual Review of Entomology 59 — ácaro-vermelho.
- Damerow, G. (2015): The Chicken Health Handbook, 2.ª edição. Storey Publishing — saúde do plantel pequeno.
- MAPA: Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA) e notificação de doenças ao serviço veterinário oficial; DGAV (Portugal): doenças de declaração obrigatória das aves.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Shell Eggs from Farm to Table — conservação dos ovos, salmonela, preparo seguro.
- EFSA (Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos) (2014): parecer científico sobre os riscos de salmonela nos ovos e os prazos de conservação.
- USDA National Organic Program, 7 CFR 205.203 — intervalo de 90 e 120 dias entre a aplicação de esterco cru e a colheita.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — coleta e conservação de ovos, carne, esterco.
- Decreto n.º 9.013/2017 (RIISPOA, Brasil): inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal, incluindo ovos; Regulamento (CE) n.º 589/2008: normas de comercialização dos ovos na UE (Portugal).
Patos e gansos (30)
- Holderread, D. (2011): Storey's Guide to Raising Ducks, 2.ª edição. Storey Publishing — raças de patos, número de aves, espaço e água.
- Holderread, D. (1981): The Book of Geese: A Complete Guide to Raising the Home Flock. Hen House Publications — raças de gansos, pasto, o macho e o plantel.
- Buckland, R. e Guy, G. (2002): Goose Production. FAO Animal Production and Health Paper 154. Roma: FAO — gansos na criação pequena, pasto, carne.
- FAO (2014): Decision tools for family poultry development. Roma: FAO — planejamento do plantel pequeno.
- MAPA: Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA); DGAV (Portugal): registo de explorações avícolas.
- Holderread, D. (2011): Storey's Guide to Raising Ducks, 2.ª edição. Storey Publishing — abrigo, água, cercas, inverno e verão.
- Holderread, D. (1981): The Book of Geese: A Complete Guide to Raising the Home Flock. Hen House Publications — abrigo para gansos, ninhos, pasto.
- Buckland, R. e Guy, G. (2002): Goose Production. FAO Animal Production and Health Paper 154. Roma: FAO — instalações e pasto para gansos.
- Council of Europe (1999): Recommendation concerning domestic ducks (Anas platyrhynchos) e Recommendation concerning domestic geese. Estrasburgo: Conselho da Europa — acesso à água de banho e bem-estar; referência na Europa, no Brasil como boa prática.
- National Research Council (1994): Nutrient Requirements of Poultry, 9.ª edição revista. Washington: National Academy Press — necessidades de patos e gansos, niacina.
- Holderread, D. (2011): Storey's Guide to Raising Ducks, 2.ª edição. Storey Publishing — alimentação de patinhos, poedeiras e patos de corte.
- Buckland, R. e Guy, G. (2002): Goose Production. FAO Animal Production and Health Paper 154. Roma: FAO — gansos a pasto, consumo de capim e grão.
- Regulamento (CE) n.º 1069/2009 do Parlamento Europeu e do Conselho, sobre subprodutos animais — proibição de restos de cozinha na alimentação de animais de produção na UE (vale para Portugal).
- Holderread, D. (2011): Storey's Guide to Raising Ducks, 2.ª edição. Storey Publishing — incubação de ovos de pata, pinteiro, água.
- Holderread, D. (1981): The Book of Geese: A Complete Guide to Raising the Home Flock. Hen House Publications — choco e criação de gansinhos.
- Damerow, G. (2013): Hatching & Brooding Your Own Chicks: Chickens, Turkeys, Ducks, Geese, Guinea Fowl. Storey Publishing — chocadeira, ovoscopia, problemas do choco.
- Buckland, R. e Guy, G. (2002): Goose Production. FAO Animal Production and Health Paper 154. Roma: FAO — incubação natural e artificial de ovos de gansa.
- Swayne, D. E. (ed.) (2013): Diseases of Poultry, 13.ª edição. Wiley-Blackwell — doenças de patos e gansos.
- Merck Veterinary Manual (MSD Animal Health, edição online) — doenças de aves aquáticas, botulismo, aspergilose.
- WOAH (Organização Mundial de Saúde Animal): Terrestrial Animal Health Code — influenza aviária, doença de Newcastle e lista de doenças de notificação obrigatória.
- Holderread, D. (2011): Storey's Guide to Raising Ducks, 2.ª edição. Storey Publishing — saúde de patos no plantel pequeno.
- MAPA: Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA) e notificação de suspeitas ao serviço veterinário oficial; DGAV (Portugal): influenza aviária e medidas de confinamento.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Duck and Goose from Farm to Table — resfriamento, conservação e temperatura de cozimento da carne de pato e ganso.
- Holderread, D. (2011): Storey's Guide to Raising Ducks, 2.ª edição. Storey Publishing — ovos, abate, depenagem e penas de patos.
- Buckland, R. e Guy, G. (2002): Goose Production. FAO Animal Production and Health Paper 154. Roma: FAO — carne, gordura, penas e penugem de gansos.
- Council of Europe (1999): Recommendation concerning domestic geese e Recommendation concerning domestic ducks. Estrasburgo: Conselho da Europa — bem-estar, depenagem.
- Holderread, D. (2011): Storey's Guide to Raising Ducks, 2.ª edição. Storey Publishing — o ano dos patos, muda, renovação do plantel.
- Holderread, D. (1981): The Book of Geese: A Complete Guide to Raising the Home Flock. Hen House Publications — o ano dos gansos, reprodução, longevidade.
- Buckland, R. e Guy, G. (2002): Goose Production. FAO Animal Production and Health Paper 154. Roma: FAO — postura sazonal e pasto dos gansos.
- FAO (2014): Decision tools for family poultry development. Roma: FAO — planejamento do trabalho e balanço do plantel pequeno.
Perus e galinhas-d'angola (34)
- FAO (2014): Decision tools for family poultry development. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura — planejamento da criação pequena de aves.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — aves no sítio pequeno, espaço e piquete.
- Mercia, L. (2000): Storey's Guide to Raising Turkeys. Storey Publishing — tipos de peru, engorda e reprodução.
- The Livestock Conservancy: descrições das raças antigas (heritage) de peru — Bronze, Bourbon Red, Black, Slate, Narragansett.
- McDougald, L. R. (2005): Blackhead disease (histomoniasis) in poultry: a critical review. Avian Diseases 49 (4) — histomonose, galinhas como portadoras.
- Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC); MAPA: Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA); DGAV (Portugal): registo de explorações avícolas.
- Mercia, L. (2000): Storey's Guide to Raising Turkeys. Storey Publishing — abrigo, poleiros, piquete e cercado móvel para perus.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — ventilação, cama e proteção das aves contra predadores.
- FAO (2004): Small-scale poultry production. FAO Animal Production and Health Manual 1. Roma — instalações para a criação pequena de aves.
- Salatin, J. (1993): Pastured Poultry Profits. Polyface — cercados móveis no pasto.
- Lei 9.605/1998 (crimes ambientais, fauna silvestre); ICNF (Portugal).
- National Research Council (1994): Nutrient Requirements of Poultry, 9.ª edição revista. Washington: National Academy Press — necessidades de perus e angolas por idade.
- Leeson, S., Summers, J. D. (2005): Commercial Poultry Nutrition, 3.ª edição. Nottingham University Press — alimentação de perus, rações e carências.
- Rostagno, H. S. et al.: Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos. Viçosa: UFV — composição de alimentos e exigências nutricionais.
- Mercia, L. (2000): Storey's Guide to Raising Turkeys. Storey Publishing — alimentação e pasto de perus no sítio pequeno.
- EFSA: pareceres sobre coccidiostáticos (salinomicina, narasina) e espécies-alvo — por que não servem para perus.
- Mercia, L. (2000): Storey's Guide to Raising Turkeys. Storey Publishing — incubação de ovos de perua, perua choca, pinteiro.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — incubação e criação de aves.
- Tullett, S. G. (1991): Avian Incubation. Butterworth-Heinemann — temperatura, umidade e viragem dos ovos.
- Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC): publicações sobre incubação e criação de aves caipiras.
- Swayne, D. E. (org.) (2020): Diseases of Poultry, 14.ª edição. Wiley-Blackwell — histomonose, doenças de perus e angolas.
- McDougald, L. R. (2005): Blackhead disease (histomoniasis) in poultry: a critical review. Avian Diseases 49 (4) — transmissão e prevenção da histomonose.
- Merck Veterinary Manual (MSD Animal Health, edição online) — doenças das aves, zoonoses.
- WOAH (Organização Mundial de Saúde Animal): Terrestrial Animal Health Code — doenças das aves de notificação obrigatória.
- MAPA: Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA); DGAV (Portugal): sanidade avícola e influenza aviária.
- Mercia, L. (2000): Storey's Guide to Raising Turkeys. Storey Publishing — saúde dos perus no sítio pequeno.
- Duffy, D. C., Downer, R., Brinkley, C. (1992): The effectiveness of Helmeted Guineafowl in the control of the deer tick, the vector of Lyme disease. The Wilson Bulletin 104 (2) — angolas e número de carrapatos no gramado.
- Ministério da Saúde (Brasil): febre maculosa brasileira — sinais, prevenção e retirada do carrapato.
- Labruna, M. B. et al.: estudos sobre Amblyomma sculptum e a febre maculosa no Sudeste do Brasil (sazonalidade de larvas, ninfas e adultos).
- ECDC (Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças) e DGS (Portugal): carraças, doença de Lyme e febre escaro-nodular — proteção e remoção.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Turkey from Farm to Table e Let's Talk Turkey: A Consumer Guide to Safely Roasting a Turkey — resfriamento, descongelamento, assado a 74 °C (165 °F).
- WHO (2006): Five Keys to Safer Food Manual. Genebra: Organização Mundial da Saúde — higiene, separar cru e cozido, cadeia do frio.
- Mercia, L. (2000): Storey's Guide to Raising Turkeys. Storey Publishing — idade e peso de abate, limpeza de perus.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — ovos, esterco e composto de aves.
Codornas (29)
- Randall, M. e Bolla, G. (2008): Raising Japanese quail. Primefact 602, NSW Department of Primary Industries, Austrália — linhagens, espaço, alimentação, incubação.
- National Research Council (1994): Nutrient Requirements of Poultry, 9.ª edição. Washington, DC: National Academy Press — exigências de proteína, cálcio e energia da codorna japonesa.
- Woodard, A. E., Abplanalp, H., Wilson, W. O. e Vohra, P. (1973): Japanese Quail Husbandry in the Laboratory. University of California, Davis — luz, reprodução, espaço.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — regras gerais de aves pequenas e biosseguridade.
- MAPA: Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA); DGAV (Portugal): registo de explorações avícolas.
- Randall, M. e Bolla, G. (2008): Raising Japanese quail. Primefact 602, NSW Department of Primary Industries, Austrália — gaiolas, espaço por ave, piso inclinado.
- Woodard, A. E., Abplanalp, H., Wilson, W. O. e Vohra, P. (1973): Japanese Quail Husbandry in the Laboratory. University of California, Davis — altura da gaiola, piso, coleta de ovos.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — predadores, tela, cama e ventilação de aves pequenas.
- National Research Council (1994): Nutrient Requirements of Poultry, 9.ª edição. Washington, DC: National Academy Press — exigências da codorna japonesa (proteína, cálcio, aminoácidos).
- Randall, M. e Bolla, G. (2008): Raising Japanese quail. Primefact 602, NSW Department of Primary Industries, Austrália — ração por idade e luz.
- Woodard, A. E., Abplanalp, H., Wilson, W. O. e Vohra, P. (1973): Japanese Quail Husbandry in the Laboratory. University of California, Davis — programa de luz e postura.
- Regulamento (CE) n.º 1069/2009 relativo aos subprodutos animais — proibição de restos de cozinha na alimentação de animais de produção na UE (Portugal).
- Rostagno, H. S. et al.: Tabelas brasileiras para aves e suínos. Universidade Federal de Viçosa — composição dos alimentos usados na ração.
- Randall, M. e Bolla, G. (2008): Raising Japanese quail. Primefact 602, NSW Department of Primary Industries, Austrália — incubação, pinteiro, sexagem.
- Woodard, A. E., Abplanalp, H., Wilson, W. O. e Vohra, P. (1973): Japanese Quail Husbandry in the Laboratory. University of California, Davis — condições de incubação e criação dos filhotes.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — chocadeira, pinteiro, ovoscopia.
- Randall, M. e Bolla, G. (2008): Raising Japanese quail. Primefact 602, NSW Department of Primary Industries, Austrália — higiene e doenças comuns da codorna.
- Swayne, D. E. (editor) (2020): Diseases of Poultry, 14.ª edição. Wiley-Blackwell — enterite ulcerativa, coccidiose, doença de Newcastle e influenza aviária em codornas.
- World Organisation for Animal Health (WOAH): Terrestrial Animal Health Code — doença de Newcastle e influenza aviária como doenças de notificação obrigatória.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — biosseguridade, parasitas e limpeza de aves pequenas.
- MAPA: Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA); DGAV (Portugal): sanidade avícola e influenza aviária.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Shell Eggs from Farm to Table — conservação, temperatura e segurança dos ovos.
- National Center for Home Food Preservation, University of Georgia: Pickled Eggs — ovos em conserva só na geladeira, prazo de consumo, risco de botulismo.
- Centers for Disease Control and Prevention (CDC): informações sobre salmonela e ovos e sobre botulismo de conservas caseiras.
- Regulamento (CE) n.º 1924/2006 relativo às alegações nutricionais e de saúde sobre os alimentos — alegações de saúde na UE (Portugal).
- Randall, M. e Bolla, G. (2008): Raising Japanese quail. Primefact 602, NSW Department of Primary Industries, Austrália — engorda, idade e peso de abate.
- American Veterinary Medical Association (2020): AVMA Guidelines for the Euthanasia of Animals — métodos aceitáveis de abate de aves pequenas.
- Regulamento (CE) n.º 1099/2009 do Conselho relativo à proteção dos animais no momento da occisão — princípios do abate humanitário na UE (Portugal).
- USDA Food Safety and Inspection Service: Poultry: Safe Minimum Internal Temperature e Freezing and Food Safety — 74 °C no centro, prazos no freezer.
Coelhos (29)
- Lebas, F., Coudert, P., de Rochambeau, H., Thébault, R. G. (1997): The Rabbit: Husbandry, Health and Production. FAO Animal Production and Health Series 21. Roma: FAO — raças, reprodução, clima e planejamento da criação pequena.
- McNitt, J. I., Lukefahr, S. D., Cheeke, P. R., Patton, N. M. (2013): Rabbit Production, 9.ª edição. CABI — sistemas de criação, raças e índices de produção.
- Bennett, B. (2009): Storey's Guide to Raising Rabbits, 4.ª edição. Storey Publishing — escolha de raças, compra, manejo.
- EFSA AHAW Panel (2020): “Health and welfare of rabbits farmed in different production systems”. EFSA Journal 18(1):5944 — bem-estar em gaiolas, piquetes e grupos.
- Associação Científica Brasileira de Cunicultura (ACBC): materiais técnicos sobre cunicultura no Brasil.
- Lebas, F., Coudert, P., de Rochambeau, H., Thébault, R. G. (1997): The Rabbit: Husbandry, Health and Production. FAO Animal Production and Health Series 21. Roma: FAO — instalações, clima, gaiolas e equipamento na criação pequena.
- EFSA AHAW Panel (2020): “Health and welfare of rabbits farmed in different production systems”. EFSA Journal 18(1):5944 — gaiolas, pisos, sistemas em grupo e em parque.
- McNitt, J. I., Lukefahr, S. D., Cheeke, P. R., Patton, N. M. (2013): Rabbit Production, 9.ª edição. CABI — gaiolas, pisos, estresse térmico.
- Bennett, B. (2009): Storey's Guide to Raising Rabbits, 4.ª edição. Storey Publishing — construção de gaiolas, ninhos, equipamento.
- de Blas, C., Wiseman, J. (orgs.) (2010): Nutrition of the Rabbit, 2.ª edição. CABI — fibra, proteína, cecotrofia, digestão.
- Lebas, F., Coudert, P., de Rochambeau, H., Thébault, R. G. (1997): The Rabbit: Husbandry, Health and Production. FAO Animal Production and Health Series 21. Roma: FAO — alimentação na criação pequena, forragem verde e alimentos locais.
- Cheeke, P. R. (1987): Rabbit Feeding and Nutrition. Academic Press — necessidades por categoria, plantas tóxicas.
- McNitt, J. I., Lukefahr, S. D., Cheeke, P. R., Patton, N. M. (2013): Rabbit Production, 9.ª edição. CABI — alimentação com forragem e ração peletizada.
- Lebas, F., Coudert, P., de Rochambeau, H., Thébault, R. G. (1997): The Rabbit: Husbandry, Health and Production. FAO Animal Production and Health Series 21. Roma: FAO — reprodução, ritmos de cobertura, parto e desmame.
- McNitt, J. I., Lukefahr, S. D., Cheeke, P. R., Patton, N. M. (2013): Rabbit Production, 9.ª edição. CABI — cobertura, palpação, adoção, escolha para reprodução.
- Bennett, B. (2009): Storey's Guide to Raising Rabbits, 4.ª edição. Storey Publishing — ninho, parto, cuidados com a ninhada.
- Varga, M. (2014): Textbook of Rabbit Medicine, 2.ª edição. Butterworth-Heinemann — problemas no parto, mastite, pseudoprenhez.
- Varga, M. (2014): Textbook of Rabbit Medicine, 2.ª edição. Butterworth-Heinemann — doenças dos coelhos, intestino, dentes, insolação, valores normais.
- WOAH (Organização Mundial de Saúde Animal): Manual of Diagnostic Tests and Vaccines for Terrestrial Animals, capítulos sobre mixomatose e doença hemorrágica do coelho.
- Lebas, F., Coudert, P., de Rochambeau, H., Thébault, R. G. (1997): The Rabbit: Husbandry, Health and Production. FAO Animal Production and Health Series 21. Roma: FAO — coccidiose, higiene, prevenção na criação pequena.
- EFSA AHAW Panel (2020): “Health and welfare of rabbits farmed in different production systems”. EFSA Journal 18(1):5944 — doenças e bem-estar por sistema de criação.
- Lebas, F., Coudert, P., de Rochambeau, H., Thébault, R. G. (1997): The Rabbit: Husbandry, Health and Production. FAO Animal Production and Health Series 21. Roma: FAO — engorda, abate, rendimento de carcaça, pele.
- FAO (2001): Guidelines for humane handling, transport and slaughter of livestock. Bangkok: Escritório Regional da FAO para a Ásia e o Pacífico — princípios de insensibilização e abate humanitários.
- McNitt, J. I., Lukefahr, S. D., Cheeke, P. R., Patton, N. M. (2013): Rabbit Production, 9.ª edição. CABI — abate, processamento, pele e lã.
- Varga, M. (2014): Textbook of Rabbit Medicine, 2.ª edição. Butterworth-Heinemann — achados no fígado (coccidiose), larvas de tênia, E. cuniculi.
- AHDB: Nutrient Management Guide (RB209), Section 2: Organic materials. Agriculture and Horticulture Development Board, Reino Unido — composição dos estercos e disponibilidade do nitrogênio.
- USDA National Organic Program, 7 CFR 205.203 — prazos de 90 e 120 dias entre esterco fresco e colheita.
- Lebas, F., Coudert, P., de Rochambeau, H., Thébault, R. G. (1997): The Rabbit: Husbandry, Health and Production. FAO Animal Production and Health Series 21. Roma: FAO — organização anual, índices de produção, esterco.
- Edwards, C. A., Arancon, N. Q., Sherman, R. (orgs.) (2011): Vermiculture Technology: Earthworms, Organic Wastes, and Environmental Management. CRC Press — minhocário com esterco.
Cabras (29)
- Belanger, J. e Thomson Bredesen, S. (2018): Storey's Guide to Raising Dairy Goats, 5.ª edição. Storey Publishing — escolha de raças, número de cabeças, ordenha.
- Smith, M. C. e Sherman, D. M. (2009): Goat Medicine, 2.ª edição. Wiley-Blackwell — saúde do rebanho e doenças na compra.
- FAO (2007): The State of the World's Animal Genetic Resources for Food and Agriculture. Roma: FAO — raças locais e o seu papel.
- Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral, CE): publicações técnicas sobre raças, manejo e sanidade de caprinos.
- Belanger, J. e Thomson Bredesen, S. (2018): Storey's Guide to Raising Dairy Goats, 5.ª edição. Storey Publishing — capril, cochos, cercas.
- Weaver, S. (2006): The Backyard Goat. Storey Publishing — capril pequeno e equipamento.
- Regulamento (CE) n.º 889/2008 sobre produção biológica, Anexo III (substituído por normas mais recentes da UE sobre produção biológica) — áreas mínimas internas e de solário para cabras e cabritos; vale em Portugal, no Brasil serve como boa prática.
- Embrapa Caprinos e Ovinos: publicações técnicas sobre instalações para caprinos (capril, piso ripado, solário).
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Small Ruminants: Sheep, Goats, Cervids, and New World Camelids. Washington: National Academies Press — necessidades nutricionais das cabras.
- Belanger, J. e Thomson Bredesen, S. (2018): Storey's Guide to Raising Dairy Goats, 5.ª edição. Storey Publishing — rações, feno, concentrado.
- Smith, M. C. e Sherman, D. M. (2009): Goat Medicine, 2.ª edição. Wiley-Blackwell — distúrbios nutricionais, intoxicação por plantas, minerais.
- Regulamento (CE) n.º 1069/2009 sobre subprodutos animais — proibição de alimentar animais de produção com restos de cozinha (UE, Portugal).
- Tokarnia, C. H. et al. (2012): Plantas tóxicas do Brasil para animais de produção, 2.ª edição. Rio de Janeiro: Helianthus — plantas tóxicas por região.
- Smith, M. C. e Sherman, D. M. (2009): Goat Medicine, 2.ª edição. Wiley-Blackwell — reprodução, parto, doenças dos cabritos.
- Belanger, J. e Thomson Bredesen, S. (2018): Storey's Guide to Raising Dairy Goats, 5.ª edição. Storey Publishing — cobertura, parto, criação de cabritos na mamadeira.
- Noakes, D. E., Parkinson, T. J. e England, G. C. W. (2019): Veterinary Reproduction and Obstetrics, 10.ª edição. Elsevier — parto e assistência ao parto em pequenos ruminantes.
- OMS e ECDC, materiais informativos sobre febre Q e brucelose — risco para pessoas no parto e no aborto.
- Belanger, J. e Thomson Bredesen, S. (2018): Storey's Guide to Raising Dairy Goats, 5.ª edição. Storey Publishing — ordenha, utensílios, higiene.
- Smith, M. C. e Sherman, D. M. (2009): Goat Medicine, 2.ª edição. Wiley-Blackwell — mastite e CMT em cabras.
- EFSA (2015): “Scientific Opinion on the public health risks related to the consumption of raw drinking milk”. EFSA Journal 13(1):3940 — riscos do leite cru.
- Codex Alimentarius: Code of Hygienic Practice for Milk and Milk Products (CXC 57-2004) — higiene da ordenha e do resfriamento.
- Smith, M. C. e Sherman, D. M. (2009): Goat Medicine, 2.ª edição. Wiley-Blackwell — doenças das cabras, sinais, prevenção.
- Matthews, J. (2016): Diseases of the Goat, 4.ª edição. Wiley-Blackwell — diagnóstico prático no rebanho pequeno.
- WOAH (Organização Mundial de Saúde Animal): Terrestrial Animal Health Code e lista de doenças — brucelose, febre aftosa, peste dos pequenos ruminantes, varíola ovina e caprina.
- Van Wyk, J. A. e Bath, G. F. (2002): “The FAMACHA system for managing haemonchosis in sheep and goats by clinically identifying individual animals for treatment”. Veterinary Research 33 — FAMACHA.
- Embrapa Caprinos e Ovinos: publicações sobre controle integrado da verminose e uso do FAMACHA em caprinos.
- Belanger, J. e Thomson Bredesen, S. (2018): Storey's Guide to Raising Dairy Goats, 5.ª edição. Storey Publishing — leite, queijo, carne, seleção do rebanho.
- Carroll, R. (2018): Home Cheese Making, 4.ª edição. Storey Publishing — queijo de leite de cabra, rendimentos.
- FAO (2013): Milk and dairy products in human nutrition. Roma: FAO — o leite de cabra na alimentação.
Ovelhas (37)
- Pugh, D. G. e Baird, A. N. (2012): Sheep and Goat Medicine, 2ª edição. Elsevier Saunders — saúde do rebanho, idade pelos dentes, doenças na compra.
- Simmons, P. e Ekarius, C. (2009): Storey's Guide to Raising Sheep, 4ª edição. Storey Publishing — escolha de raças, número de cabeças, carneiro, compra.
- FAO (2007): The State of the World's Animal Genetic Resources for Food and Agriculture. Roma: FAO — raças nativas e seu papel.
- FAO, base DAD-IS (Domestic Animal Diversity Information System) — descrição das raças ovinas nativas.
- Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral, CE) e Embrapa Pecuária Sul (Bagé, RS) — publicações sobre raças, manejo e conservação de ovinos.
- Simmons, P. e Ekarius, C. (2009): Storey's Guide to Raising Sheep, 4ª edição. Storey Publishing — aprisco, cercas, equipamento, cerca elétrica.
- Pugh, D. G. e Baird, A. N. (2012): Sheep and Goat Medicine, 2ª edição. Elsevier Saunders — aprisco, cama e saúde do rebanho.
- Linnell, J. D. C. e colaboradores (2012): Is it possible to prevent attacks by large carnivores on livestock? Relatório para a Comissão Europeia (Large Carnivore Initiative for Europe) — cães de guarda, cercas elétricas e curral noturno.
- Rigg, R. (2001): Livestock guarding dogs: their current use world wide. IUCN/SSC Canid Specialist Group — cães de guarda de rebanho.
- Embrapa Caprinos e Ovinos — publicações sobre instalações para ovinos (aprisco, piso ripado, cercas).
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Small Ruminants: Sheep, Goats, Cervids, and New World Camelids. Washington, DC: National Academies Press — exigências por categoria.
- Simmons, P. e Ekarius, C. (2009): Storey's Guide to Raising Sheep, 4ª edição. Storey Publishing — pastejo, feno, condição corporal.
- Pugh, D. G. e Baird, A. N. (2012): Sheep and Goat Medicine, 2ª edição. Elsevier Saunders — timpanismo, acidose, intoxicação por cobre, listeriose, urolitíase.
- Russel, A. (1984): Body condition scoring of sheep. In Practice 6(3) — escore de condição corporal pela palpação.
- Embrapa Pecuária Sul e Embrapa Caprinos e Ovinos — publicações sobre pastagens, suplementação e plantas tóxicas para ovinos.
- Pugh, D. G. e Baird, A. N. (2012): Sheep and Goat Medicine, 2ª edição. Elsevier Saunders — reprodução, parto, doenças dos cordeiros, toxemia da prenhez.
- Simmons, P. e Ekarius, C. (2009): Storey's Guide to Raising Sheep, 4ª edição. Storey Publishing — cobertura, carneiro marcador, parição, adoção, cordeiros na mamadeira.
- Noakes, D. E., Parkinson, T. J. e England, G. C. W. (2019): Veterinary Reproduction and Obstetrics, 10ª edição. Elsevier — parto e assistência ao parto em pequenos ruminantes.
- Eales, A., Small, J. e Macaldowie, C. (2004): Practical Lambing and Lamb Care: A Veterinary Guide, 3ª edição. Blackwell — cordeiros com hipotermia, colostro, adoção.
- OMS e ECDC, materiais informativos sobre febre Q e brucelose — risco para pessoas no parto e no aborto.
- Embrapa Caprinos e Ovinos e Embrapa Pecuária Sul — manejo reprodutivo de ovinos no Brasil.
- Simmons, P. e Ekarius, C. (2009): Storey's Guide to Raising Sheep, 4ª edição. Storey Publishing — tosquia, velo, cuidados com a lã.
- British Wool: Wool Preparation Guide e cursos para tosquiadores — preparo do rebanho, limpeza e embalagem do velo.
- Pugh, D. G. e Baird, A. N. (2012): Sheep and Goat Medicine, 2ª edição. Elsevier Saunders — miíase, sarna, parasitas externos, cortes.
- Robson, D. e Ekarius, C. (2011): The Fleece and Fiber Sourcebook. Storey Publishing — características da lã por raça.
- Embrapa Pecuária Sul — publicações sobre lã e ovinocultura no Rio Grande do Sul.
- Pugh, D. G. e Baird, A. N. (2012): Sheep and Goat Medicine, 2ª edição. Elsevier Saunders — doenças das ovelhas, vermes, cascos, vacinação.
- Aitken, I. D., org. (2007): Diseases of Sheep, 4ª edição. Blackwell Publishing — doenças contagiosas, língua azul, hidatidose, manqueira.
- OMSA (Organização Mundial de Saúde Animal, WOAH): Terrestrial Animal Health Code e fichas de doenças (brucelose, língua azul, peste dos pequenos ruminantes, varíola ovina) — doenças de notificação.
- Van Wyk, J. A. e Bath, G. F. (2002): The FAMACHA system for managing haemonchosis in sheep and goats. Veterinary Research 33 — FAMACHA.
- OMS e ECDC, materiais informativos sobre brucelose, febre Q e equinococose — risco para pessoas.
- Embrapa Caprinos e Ovinos e Embrapa Pecuária Sul — controle de verminose, FAMACHA e sanidade de ovinos no Brasil.
- Simmons, P. e Ekarius, C. (2009): Storey's Guide to Raising Sheep, 4ª edição. Storey Publishing — cordeiros para carne, ordenha de ovelhas, descarte.
- Haenlein, G. F. W. e Wendorff, W. L. (2006): Sheep Milk. In: Park, Y. W. e Haenlein, G. F. W. (org.), Handbook of Milk of Non-Bovine Mammals. Blackwell — composição do leite de ovelha e rendimento de queijo.
- Fox, P. F., Guinee, T. P., Cogan, T. M. e McSweeney, P. L. H. (2017): Fundamentals of Cheese Science, 2ª edição. Springer — rendimento de queijo, segurança do queijo de leite cru.
- OMS e EFSA, materiais informativos sobre brucelose, listeriose e toxoplasmose — riscos para pessoas.
- Embrapa Caprinos e Ovinos e Embrapa Pecuária Sul — produção de carne e leite ovino no Brasil.
Vacas (38)
- FAO (2007): The State of the World's Animal Genetic Resources for Food and Agriculture. Roma: FAO — raças nativas e o seu papel.
- National Research Council (2001): Nutrient Requirements of Dairy Cattle, 7ª edição. Washington: National Academy Press — necessidades de alimento e água das vacas.
- Grandin, T. (2014): Livestock Handling and Transport, 4ª edição. CABI — comportamento dos bovinos e manejo seguro.
- Regulamento (UE) 2016/429 relativo às doenças animais transmissíveis (Lei da Saúde Animal) — quadro da identificação, registo e controlo de doenças dos bovinos na UE (Portugal).
- MAPA: Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT) — vacinação contra brucelose e exames.
- Embrapa Gado de Leite (Juiz de Fora, MG) — raças leiteiras, sistemas de produção em pequenas propriedades.
- Midwest Plan Service (MWPS-7): Dairy Freestall Housing and Equipment. Iowa State University — medidas de camas, corredores e bebedouros.
- Grandin, T. (2014): Livestock Handling and Transport, 4ª edição. CABI — comportamento dos bovinos, passagens e segurança.
- Diretiva 2008/119/CE do Conselho relativa às normas mínimas de proteção dos vitelos — alojamento e amarração de bezerros na UE (Portugal).
- Diretiva 91/676/CEE do Conselho relativa à proteção das águas contra a poluição por nitratos de origem agrícola — armazenamento e espalhamento de estrume na UE (Portugal).
- Embrapa Gado de Leite — instalações e conforto térmico para vacas leiteiras em clima tropical.
- National Research Council (2001): Nutrient Requirements of Dairy Cattle, 7ª edição. Washington: National Academy Press — necessidades de nutrientes, água e minerais das vacas.
- Edmonson, A. J. et al. (1989): A Body Condition Scoring Chart for Holstein Dairy Cows. Journal of Dairy Science 72: 68–78 — escala de condição corporal 1–5.
- Radostits, O. M. et al. (2007): Veterinary Medicine, 10ª edição. Saunders Elsevier — timpanismo, acidose, reticulite traumática, intoxicações.
- Tokarnia, C. H.; Brito, M. F.; Barbosa, J. D.; Peixoto, P. V.; Döbereiner, J. (2012): Plantas tóxicas do Brasil para animais de produção, 2ª edição. Rio de Janeiro: Helianthus — plantas tóxicas para bovinos no Brasil.
- Regulamento (CE) n.º 999/2001 relativo às encefalopatias espongiformes transmissíveis — proibição de proteínas animais na alimentação de ruminantes na UE (Portugal).
- Embrapa Gado de Leite — alimentação de vacas leiteiras a pasto, silagem e cana na seca.
- Radostits, O. M. et al. (2007): Veterinary Medicine, 10ª edição. Saunders Elsevier — parto, problemas dos bezerros, colostro.
- Noakes, D. E., Parkinson, T. J. e England, G. C. W. (2019): Veterinary Reproduction and Obstetrics, 10ª edição. Elsevier — ciclo, inseminação, gestação, parto.
- Godden, S. (2008): Colostrum Management for Dairy Calves. Veterinary Clinics of North America: Food Animal Practice 24: 19–39 — quantidade e momento do colostro.
- Diretiva 2008/119/CE do Conselho relativa às normas mínimas de proteção dos vitelos — alojamento e alimentação de bezerros na UE (Portugal).
- Embrapa Gado de Leite — criação de bezerras, colostro e reprodução em pequenas propriedades.
- National Mastitis Council (2016): Current Concepts of Bovine Mastitis, 5ª edição. NMC — mastite, ordenha, prevenção.
- Blowey, R. e Edmondson, P. (2010): Mastitis Control in Dairy Herds, 2ª edição. CABI — teste CMT, prevenção e secagem.
- ISO 5707 (2007): Milking machine installations — Construction and performance — norma para ordenhadeiras.
- Regulamento (CE) n.º 853/2004 que estabelece regras específicas de higiene aplicáveis aos géneros alimentícios de origem animal — higiene da ordenha e resfriamento do leite na UE (Portugal).
- Embrapa Gado de Leite — boas práticas de ordenha e qualidade do leite.
- Radostits, O. M. et al. (2007): Veterinary Medicine, 10ª edição. Saunders Elsevier — doenças dos bovinos, distúrbios metabólicos, timpanismo, reticulite traumática.
- Divers, T. J. e Peek, S. F. (2018): Rebhun's Diseases of Dairy Cattle, 3ª edição. Elsevier — febre do leite, cetose, cascos, mastite.
- Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH): Terrestrial Animal Health Code — doenças de notificação dos bovinos, tuberculose e brucelose.
- Regulamento (UE) 2019/6 relativo aos medicamentos veterinários — receita, registro e intervalo de segurança na UE (Portugal).
- MAPA: PNCEBT e Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros — vacinação, exames e notificação no Brasil.
- Embrapa Gado de Leite — controle estratégico do carrapato-do-boi e teste de resistência a carrapaticidas.
- National Research Council (2001): Nutrient Requirements of Dairy Cattle, 7ª edição. Washington: National Academy Press — necessidades de vacas e novilhos.
- National Research Council (2016): Nutrient Requirements of Beef Cattle, 8ª edição. Washington: National Academies Press — engorda de novilhos, ganho de peso.
- Regulamento (CE) n.º 1/2005 do Conselho relativo à proteção dos animais durante o transporte — embarque e transporte de bovinos na UE (Portugal).
- Regulamento (CE) n.º 853/2004 que estabelece regras específicas de higiene aplicáveis aos géneros alimentícios de origem animal — abate em estabelecimentos aprovados.
- Embrapa Gado de Leite — custos de produção de leite em pequenas propriedades.
Porcos (36)
- Klober, K. (2009): Storey's Guide to Raising Pigs, 3.ª edição. Storey Publishing — engorda pequena, escolha de leitões, pocilga.
- FAO (2010): Good practices for biosecurity in the pig sector. FAO Animal Production and Health Paper 169 — biossegurança e peste suína africana.
- WOAH (Organização Mundial de Saúde Animal): informações sobre a peste suína africana e a peste suína clássica.
- FAO (2007): The State of the World's Animal Genetic Resources for Food and Agriculture. Roma: FAO — raças locais e seu papel.
- Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC): publicações sobre criação de suínos em pequena escala e conservação de raças nativas (Moura e outras).
- MAPA: Programa Nacional de Sanidade dos Suídeos (PNSS); DGAV (Portugal): registo de explorações e identificação de suínos.
- Klober, K. (2009): Storey's Guide to Raising Pigs, 3.ª edição. Storey Publishing — pocilga, cercas, manejo.
- FAO (2010): Good practices for biosecurity in the pig sector. FAO Animal Production and Health Paper 169 — biossegurança, cercas, zonas.
- Diretiva 2008/120/CE do Conselho, relativa às normas mínimas de proteção de suínos — espaço mínimo e condições de alojamento na UE (obrigatória em Portugal).
- EFSA: pareceres científicos sobre a peste suína africana e a biossegurança nas explorações.
- Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC): publicações sobre instalações para suínos, cama sobreposta e manejo de dejetos.
- MAPA: normas de boas práticas de manejo e bem-estar em granjas de suínos (exemplo de boa prática para o sítio).
- FAO (2010): Good practices for biosecurity in the pig sector. FAO Animal Production and Health Paper 169 — biossegurança ao ar livre.
- EFSA: pareceres científicos sobre a peste suína africana, os javalis e a criação de suínos ao ar livre.
- Klober, K. (2009): Storey's Guide to Raising Pigs, 3.ª edição. Storey Publishing — pasto, piquete, rodízio.
- Lei n.º 12.651/2012 (Código Florestal) e Lei n.º 11.428/2006 (Mata Atlântica) — APP, Reserva Legal e uso de remanescentes no Brasil.
- Embrapa Suínos e Aves e Embrapa Florestas: publicações sobre suínos ao ar livre e sobre a araucária e o pinhão.
- National Research Council (2012): Nutrient Requirements of Swine, 11.ª edição revisada. Washington: National Academies Press — exigências por fase, aminoácidos.
- McDonald, P. et al. (2011): Animal Nutrition, 7.ª edição. Pearson — valor nutritivo de grãos, leguminosas e raízes.
- Rostagno, H. S. et al.: Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos. Viçosa: UFV — composição de alimentos e exigências nutricionais no Brasil.
- Klober, K. (2009): Storey's Guide to Raising Pigs, 3.ª edição. Storey Publishing — engorda no sítio, medição com fita.
- FAO (2010): Good practices for biosecurity in the pig sector. FAO Animal Production and Health Paper 169 — proibição de alimentar com restos.
- Klober, K. (2009): Storey's Guide to Raising Pigs, 3.ª edição. Storey Publishing — cobertura, parição, leitões no sítio.
- Noakes, D. E., Parkinson, T. J. e England, G. C. W. (2019): Veterinary Reproduction and Obstetrics, 10.ª edição. Elsevier — reprodução e parto de suínos.
- Diretiva 2008/120/CE do Conselho, relativa às normas mínimas de proteção de suínos — desmame, castração, dentes e rabos na UE (obrigatória em Portugal).
- National Research Council (2012): Nutrient Requirements of Swine, 11.ª edição revisada. National Academies Press — alimentação da porca gestante e em lactação.
- Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC): publicações sobre manejo reprodutivo e de leitões.
- Zimmerman, J. J. et al. (2019): Diseases of Swine, 11.ª edição. Wiley-Blackwell — doenças dos suínos, sinais, prevenção.
- FAO (2010): Good practices for biosecurity in the pig sector. FAO Animal Production and Health Paper 169 — biossegurança e PSA.
- EFSA: pareceres científicos sobre a peste suína africana.
- MAPA: Programa Nacional de Sanidade dos Suídeos (PNSS) e notificação de doenças (e-Sisbravet); DGAV (Portugal): doenças de declaração obrigatória dos suínos.
- Gajadhar, A. A. et al. (2009): “Trichinella diagnostics and control: mandatory and best practices for ensuring food safety”. Veterinary Parasitology 159 — exame da carne para triquinela.
- Regulamento de Execução (UE) 2015/1375, que estabelece regras específicas para os controlos oficiais de triquinas na carne — métodos e amostragem na UE (obrigatório em Portugal).
- Decreto n.º 9.013/2017 (RIISPOA) — inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal no Brasil.
- Klober, K. (2009): Storey's Guide to Raising Pigs, 3.ª edição. Storey Publishing — engorda e preparo para o abate.
- National Research Council (2012): Nutrient Requirements of Swine, 11.ª edição revisada. National Academies Press — crescimento e conversão.
Abelhas (38)
- Winston, M. L. (1987): The Biology of the Honey Bee. Harvard University Press — biologia da colônia, desenvolvimento de rainha, operárias e zangões.
- Seeley, T. D. (2019): The Lives of Bees. Princeton University Press — abelhas na natureza, voo e florada.
- Graham, J. M. (org.) (2015): The Hive and the Honey Bee, edição revista. Dadant & Sons — instalação do apiário e equipamento.
- Ruttner, F. (1988): Biogeography and Taxonomy of Honeybees. Springer — subespécies, abelha africana e ibérica.
- Muraro, A. e colaboradores (2014): “Anaphylaxis: guidelines from the European Academy of Allergy and Clinical Immunology”. Allergy 69 — anafilaxia e adrenalina.
- Embrapa: Sistema de Produção de Mel (publicações online) — instalação do apiário com abelha africanizada, manejo e equipamento.
- Graham, J. M. (org.) (2015): The Hive and the Honey Bee, edição revista. Dadant & Sons — modelos de colmeia, espaço-abelha, quadros.
- Crane, E. (1990): Bees and Beekeeping: Science, Practice and World Resources. Heinemann — história das colmeias, colmeias tradicionais.
- Winston, M. L. (1987): The Biology of the Honey Bee. Harvard University Press — ninho e favo.
- Seeley, T. D. (2019): The Lives of Bees. Princeton University Press — umidade, ventilação e ninho natural.
- Embrapa: Sistema de Produção de Mel (publicações online) — colmeia Langstroth e equipamento no Brasil.
- Winston, M. L. (1987): The Biology of the Honey Bee. Harvard University Press — desenvolvimento da colônia ao longo do ano, abelhas de inverno.
- Graham, J. M. (org.) (2015): The Hive and the Honey Bee, edição revista. Dadant & Sons — revisão, trabalho sazonal, migração.
- Seeley, T. D. (2019): The Lives of Bees. Princeton University Press — ciclo anual da colônia.
- Codex Alimentarius: Standard for Honey (CXS 12-1981) e Diretiva 2001/110/CE do Conselho relativa ao mel — umidade do mel.
- MAPA: Instrução Normativa n.º 11/2000, Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel — umidade máxima.
- Embrapa: Sistema de Produção de Mel (publicações online) — manejo sazonal com abelha africanizada.
- Seeley, T. D. (2010): Honeybee Democracy. Princeton University Press — enxameação, batedoras e escolha da nova casa.
- Winston, M. L. (1987): The Biology of the Honey Bee. Harvard University Press — desenvolvimento da rainha, ciclo da enxameação.
- Laidlaw, H. H. e Page, R. E. (1997): Queen Rearing and Bee Breeding. Wicwas Press — rainhas, realeiras e introdução de rainhas.
- Graham, J. M. (org.) (2015): The Hive and the Honey Bee, edição revista. Dadant & Sons — prevenção de enxames, união de colônias.
- Embrapa: Sistema de Produção de Mel (publicações online) — captura de enxames e manejo da abelha africanizada.
- Rosenkranz, P., Aumeier, P. e Ziegelmann, B. (2010): “Biology and control of Varroa destructor”. Journal of Invertebrate Pathology 103 — biologia da varroa e métodos de controle.
- Dietemann, V. e colaboradores (2013): “Standard methods for varroa research”. Journal of Apicultural Research 52(1), COLOSS BEEBOOK — contagem da infestação.
- WOAH (Organização Mundial de Saúde Animal): Manual of Diagnostic Tests and Vaccines for Terrestrial Animals, capítulos sobre cria pútrida americana e europeia, varroose, pequeno besouro da colmeia e Tropilaelaps — sinais e diagnóstico.
- National Bee Unit (APHA, Reino Unido): Managing Varroa e Foulbrood Disease of Honey Bees — controle integrado da varroa e reconhecimento das crias pútridas.
- Embrapa: Sistema de Produção de Mel (publicações online) — sanidade apícola e varroa em abelhas africanizadas.
- Winston, M. L. (1987): The Biology of the Honey Bee. Harvard University Press — cacho de inverno e abelhas de inverno.
- Seeley, T. D. (2019): The Lives of Bees. Princeton University Press — termorregulação, umidade e invernada no ninho natural.
- Graham, J. M. (org.) (2015): The Hive and the Honey Bee, edição revista. Dadant & Sons — alimentação, xarope e preparação para o inverno.
- National Bee Unit (APHA, Reino Unido): folhetos técnicos sobre alimentação e invernada das abelhas.
- Embrapa: Sistema de Produção de Mel (publicações online) — alimentação artificial e entressafra no Brasil.
- Codex Alimentarius: Standard for Honey (CXS 12-1981) e Diretiva 2001/110/CE do Conselho relativa ao mel — umidade e qualidade do mel.
- MAPA: Instrução Normativa n.º 11/2000, Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel.
- Crane, E. (1990): Bees and Beekeeping: Science, Practice and World Resources. Heinemann — produtos das abelhas, mel, cera, própolis.
- Bogdanov, S.: Bee Product Science (Bee Product Science, Suíça, edição online) — cera, própolis e pólen.
- Graham, J. M. (org.) (2015): The Hive and the Honey Bee, edição revista. Dadant & Sons — colheita, abelhas-fora, armazenamento de quadros.
- Organização Mundial da Saúde (OMS): ficha informativa sobre botulismo — mel e botulismo infantil.
Peixes (29)
- Woynárovich, A., Moth-Poulsen, T. e Péteri, A. (2010): Carp polyculture in Central and Eastern Europe, the Caucasus and Central Asia: a manual. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper 554. Roma: FAO — produção de tanques, policultivo.
- Woynárovich, A., Hoitsy, G. e Moth-Poulsen, T. (2011): Small-scale rainbow trout farming. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper 561. Roma: FAO — água e vazão para truta.
- Somerville, C., Cohen, M., Pantanella, E., Stankus, A. e Lovatelli, A. (2014): Small-scale aquaponic food production. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper 589. Roma: FAO — aquaponia.
- Horváth, L., Tamás, G. e Seagrave, C. (2002): Carp and Pond Fish Culture, 2.ª edição. Oxford: Fishing News Books / Blackwell — tanques de carpas.
- Embrapa Pesca e Aquicultura e Epagri: publicações sobre piscicultura em tanques escavados e policultivo de carpas no Sul.
- Coche, A. G., Muir, J. F. e Laughlin, T. (1995): Pond construction for freshwater fish culture: Building earthen ponds. FAO Training Series 20/1. Roma: FAO — escavação, aterros, saídas e monge.
- USDA NRCS (1997): Ponds — Planning, Design, Construction. Agriculture Handbook 590 — aterros, canos pelo aterro, ladrões.
- Horváth, L., Tamás, G. e Seagrave, C. (2002): Carp and Pond Fish Culture, 2.ª edição. Oxford: Fishing News Books / Blackwell — perfil do tanque de carpas, despesca.
- Woynárovich, A., Moth-Poulsen, T. e Péteri, A. (2010): Carp polyculture in Central and Eastern Europe, the Caucasus and Central Asia: a manual. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper 554. Roma: FAO.
- Horváth, L., Tamás, G. e Seagrave, C. (2002): Carp and Pond Fish Culture, 2.ª edição. Oxford: Fishing News Books / Blackwell — carpa, tenca, policultivo, tamanhos.
- Woynárovich, A., Moth-Poulsen, T. e Péteri, A. (2010): Carp polyculture in Central and Eastern Europe, the Caucasus and Central Asia: a manual. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper 554. Roma: FAO — povoamento e policultivo.
- Woynárovich, A., Hoitsy, G. e Moth-Poulsen, T. (2011): Small-scale rainbow trout farming. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper 561. Roma: FAO — truta, tanques, densidade.
- Regulamento (CE) n.º 708/2007 do Conselho, relativo à utilização de espécies exóticas e localmente ausentes na aquicultura — princípio para exóticas (obrigatório em Portugal; no Brasil, exemplo de boa prática).
- Embrapa Pesca e Aquicultura e Epagri: publicações sobre tilápia, jundiá e policultivo de carpas.
- Boyd, C. E. e Tucker, C. S. (1998): Pond Aquaculture Water Quality Management. Boston: Kluwer Academic Publishers — oxigênio, pH, amônia, calagem.
- Horváth, L., Tamás, G. e Seagrave, C. (2002): Carp and Pond Fish Culture, 2.ª edição. Oxford: Fishing News Books / Blackwell — alimento natural, trato com grão, adubação.
- FAO (1996): Management for freshwater fish culture: ponds and water practices. FAO Training Series 21/1. Roma: FAO — calagem, esterco, transparência.
- Woynárovich, A., Hoitsy, G. e Moth-Poulsen, T. (2011): Small-scale rainbow trout farming. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper 561. Roma: FAO — trato da truta.
- Somerville, C., Cohen, M., Pantanella, E., Stankus, A. e Lovatelli, A. (2014): Small-scale aquaponic food production. Integrated fish and plant farming. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper 589. Roma: FAO — relação ração/canteiro, partida, qualidade da água, sistemas em IBC.
- Rakocy, J. E., Masser, M. P. e Losordo, T. M. (2006): Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics — Integrating Fish and Plant Culture. SRAC Publication 454. Southern Regional Aquaculture Center — princípios da aquaponia.
- Boyd, C. E. e Tucker, C. S. (1998): Pond Aquaculture Water Quality Management. Boston: Kluwer — amônia, nitrito, pH.
- Embrapa: publicações sobre aquaponia com tilápia em pequena escala.
- Horváth, L., Tamás, G. e Seagrave, C. (2002): Carp and Pond Fish Culture, 2.ª edição. Oxford: Fishing News Books / Blackwell — reprodutores, desova de carpa e tenca, tanques de recria.
- Woynárovich, A., Moth-Poulsen, T. e Péteri, A. (2010): Carp polyculture in Central and Eastern Europe, the Caucasus and Central Asia: a manual. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper 554. Roma: FAO — alevinos e recria.
- Woynárovich, A., Hoitsy, G. e Moth-Poulsen, T. (2011): Small-scale rainbow trout farming. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper 561. Roma: FAO — extrusão, incubação, graus-dia.
- Horváth, L., Tamás, G. e Seagrave, C. (2002): Carp and Pond Fish Culture, 2.ª edição. Oxford: Fishing News Books / Blackwell — despesca, invernada, balanço do tanque.
- FAO (1998): Management for freshwater fish culture: farms and fish. FAO Training Series 21/2. Roma: FAO — despesca, transporte e manutenção de peixe vivo.
- EFSA (2009): pareceres científicos sobre o bem-estar dos peixes na insensibilização e no abate (carpa, truta-arco-íris). EFSA Journal — princípios de insensibilização.
- Woynárovich, A., Hoitsy, G. e Moth-Poulsen, T. (2011): Small-scale rainbow trout farming. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper 561. Roma: FAO — despesca e processamento da truta.
Cavalos e jumentos (29)
- FAO (2007): The State of the World's Animal Genetic Resources for Food and Agriculture. Roma: FAO — raças locais e o seu papel.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Horses, 6ª edição revista. Washington: National Academies Press — necessidades de alimento e água do cavalo.
- Svendsen, E. D., Duncan, J., Hadrill, D. (orgs.) (2008): The Professional Handbook of the Donkey, 4ª edição. Whittet Books — manejo, alimentação e saúde do burro.
- Grandin, T. (2014): Livestock Handling and Transport, 4ª edição. CABI — comportamento e manejo seguro.
- Regulamento (UE) 2016/429 relativo às doenças animais transmissíveis (Lei da Saúde Animal) — quadro para registro e identificação de equídeos na UE (Portugal); no Brasil, apenas como exemplo de boa prática.
- MAPA, Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos (PNSE) — AIE, mormo e trânsito de equídeos.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Horses, 6ª edição revista. Washington: National Academies Press — água e necessidades do cavalo.
- Svendsen, E. D., Duncan, J., Hadrill, D. (orgs.) (2008): The Professional Handbook of the Donkey, 4ª edição. Whittet Books — abrigo e manejo do burro.
- Regulamento (UE) 2016/429 relativo às doenças animais transmissíveis — quadro para registro das explorações (Portugal); no Brasil, apenas como exemplo de boa prática.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Horses, 6ª edição revista. Washington: National Academies Press — necessidades de feno, energia, água e minerais do cavalo.
- Henneke, D. R., Potter, G. D., Kreider, J. L., Yeates, B. F. (1983): Relationship between condition score, physical measurements and body fat percentage in mares. Equine Veterinary Journal 15(4) — escala de condição corporal 1–9.
- Svendsen, E. D., Duncan, J., Hadrill, D. (orgs.) (2008): The Professional Handbook of the Donkey, 4ª edição. Whittet Books — alimentação do burro, palha, hiperlipemia.
- Frape, D. (2010): Equine Nutrition and Feeding, 4ª edição. Wiley-Blackwell — concentrado e trabalho.
- Stashak, T. S. (org.) (2011): Adams and Stashak's Lameness in Horses, 6ª edição. Wiley-Blackwell — casco, claudicação e laminite.
- Baker, G. J., Easley, J. (2005): Equine Dentistry, 2ª edição. Elsevier Saunders — dentes do cavalo.
- Svendsen, E. D., Duncan, J., Hadrill, D. (orgs.) (2008): The Professional Handbook of the Donkey, 4ª edição. Whittet Books — cascos e dentes do burro.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Horses, 6ª edição revista — alimentação e laminite.
- Grandin, T. (2014): Livestock Handling and Transport, 4ª edição. CABI — comportamento e manejo seguro de animais grandes.
- Svendsen, E. D., Duncan, J., Hadrill, D. (orgs.) (2008): The Professional Handbook of the Donkey, 4ª edição. Whittet Books — trabalho e carga do burro.
- Starkey, P. (1989): Harnessing and Implements for Animal Traction. GATE/GTZ, Vieweg — arreios de tração, coalheira e força de tração.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Horses, 6ª edição revista — energia para o trabalho.
- Starkey, P. (1989): Harnessing and Implements for Animal Traction. GATE/GTZ, Vieweg — implementos de tração animal e força de tração.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Horses, 6ª edição revista — energia, água e sal para o cavalo em trabalho.
- Grandin, T. (2014): Livestock Handling and Transport, 4ª edição. CABI — comportamento e segurança.
- Svendsen, E. D., Duncan, J., Hadrill, D. (orgs.) (2008): The Professional Handbook of the Donkey, 4ª edição. Whittet Books — doenças do burro, hiperlipemia, valores normais.
- Reed, S. M., Bayly, W. M., Sellon, D. C. (orgs.) (2018): Equine Internal Medicine, 4ª edição. Elsevier — cólica, doenças respiratórias, doenças infecciosas.
- AAEP (American Association of Equine Practitioners): Internal Parasite Control Guidelines (Nielsen, M. K. e col., várias edições) — exame de fezes e tratamento seletivo de vermes.
- MAPA, Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos (PNSE) — AIE, mormo, encefalomielites e trânsito de equídeos no Brasil.
- Regulamento (UE) 2016/429 relativo às doenças animais transmissíveis — notificação de doenças e identificação de equídeos na UE (Portugal); no Brasil, apenas como exemplo de boa prática.
Cães e gatos no sítio (38)
- Coppinger, R. e Coppinger, L. (2001): Dogs: A Startling New Understanding of Canine Origin, Behavior, and Evolution. Scribner — tipos de cães de trabalho, guardiões de rebanho e cães de condução.
- Dawydiak, O. e Sims, D. E. (2004): Livestock Protection Dogs: Selection, Care and Training, 2ª edição. Alpine Publications — escolha e número de cães guardiões.
- Rigg, R. (2001): Livestock guarding dogs: their current use world wide. IUCN/SSC Canid Specialist Group, Occasional Paper No. 1 — raças guardiãs e o seu papel.
- FCI: padrões das raças Cão da Serra da Estrela (n.º 173), Rafeiro do Alentejo (n.º 96), Cão de Castro Laboreiro (n.º 170), Cão da Serra de Aires (n.º 93), Fila Brasileiro (n.º 225) e Terrier Brasileiro (n.º 341).
- WSAVA (2016): Guidelines for the vaccination of dogs and cats (Day, Horzinek, Schultz e Squires), Journal of Small Animal Practice — vacinas essenciais.
- Dawydiak, O. e Sims, D. E. (2004): Livestock Protection Dogs: Selection, Care and Training, 2ª edição. Alpine Publications — escolha, número e criação dos guardiões.
- Coppinger, R. e Coppinger, L. (2001): Dogs: A Startling New Understanding of Canine Origin, Behavior, and Evolution. Scribner — atenção, confiabilidade e instinto protetor.
- Rigg, R. (2001): Livestock guarding dogs: their current use world wide. IUCN/SSC Canid Specialist Group, Occasional Paper No. 1 — cães guardiões e número de cães.
- LCIE (Large Carnivore Initiative for Europe): materiais sobre proteção do gado contra grandes carnívoros.
- ESCCAP: diretrizes de controle de lombrigas e tênias em cães e gatos — hidatidose e cães junto ao gado; TroCCAP: diretrizes para os trópicos.
- FCI: padrões das raças Cão da Serra da Estrela (n.º 173), Rafeiro do Alentejo (n.º 96), Cão de Castro Laboreiro (n.º 170) e Cão de Montanha dos Pirenéus (n.º 137).
- Dawydiak, O. e Sims, D. E. (2004): Livestock Protection Dogs: Selection, Care and Training, 2ª edição. Alpine Publications — criação do filhote junto aos animais e adolescência.
- Coppinger, R. e Coppinger, L. (2001): Dogs: A Startling New Understanding of Canine Origin, Behavior, and Evolution. Scribner — desenvolvimento do comportamento e períodos críticos.
- Pryor, K. (1999): Don't Shoot the Dog! The New Art of Teaching and Training, edição revista. Bantam — recompensa e momento certo.
- Landsberg, G., Hunthausen, W. e Ackerman, L. (2013): Behavior Problems of the Dog and Cat, 3ª edição. Saunders Elsevier — socialização e problemas de comportamento.
- WSAVA (2016): Guidelines for the vaccination of dogs and cats — vacinas e socialização do filhote.
- Little, S. E. (2012): The Cat: Clinical Medicine and Management. Elsevier Saunders — reprodução, castração, saúde dos gatos.
- International Cat Care (iCatCare): diretrizes sobre gatos que vivem soltos e programas de castração.
- WSAVA (2016): Guidelines for the vaccination of dogs and cats — vacinas essenciais dos gatos e calendário dos gatinhos.
- ESCCAP: diretrizes de controle de lombrigas e tênias em cães e gatos.
- Dubey, J. P. (2010): Toxoplasmosis of Animals and Humans, 2ª edição. CRC Press — toxoplasmose em ovelhas, cabras e pessoas.
- National Research Council (2006): Nutrient Requirements of Dogs and Cats. National Academies Press — necessidades de energia e nutrientes.
- WSAVA (2011): Global Nutrition Guidelines e ferramentas de avaliação da condição corporal de cães e gatos.
- Case, L. P., Daristotle, L., Hayek, M. G. e Raasch, M. F. (2011): Canine and Feline Nutrition, 3ª edição. Mosby Elsevier — alimentação de filhotes de raças grandes, gatos e taurina.
- ASPCA Animal Poison Control Center: lista de alimentos e plantas tóxicos para cães e gatos.
- Dawydiak, O. e Sims, D. E. (2004): Livestock Protection Dogs: Selection, Care and Training, 2ª edição. Alpine Publications — alimentação e abrigo de cães de trabalho.
- ESCCAP (European Scientific Counsel Companion Animal Parasites): Worm Control in Dogs and Cats e diretrizes para doenças transmitidas por vetores — lombrigas, tênias, hidatidose, babesiose, dirofilariose, leishmaniose.
- TroCCAP (Tropical Council for Companion Animal Parasites): diretrizes para cães e gatos nos trópicos — carrapatos, erliquiose, leishmaniose.
- WSAVA (2016): Guidelines for the vaccination of dogs and cats (Day, Horzinek, Schultz e Squires), Journal of Small Animal Practice — vacinas essenciais e complementares, calendário.
- WHO (2018): WHO Expert Consultation on Rabies, Third report, Technical Report Series 1012 — raiva e conduta depois da mordida.
- Eckert, J., Gemmell, M. A., Meslin, F.-X. e Pawłowski, Z. S., org. (2001): WHO/OIE Manual on Echinococcosis in Humans and Animals. OIE, Paris — ciclo da hidatidose e medidas de controle.
- Ettinger, S. J., Feldman, E. C. e Côté, E. (2017): Textbook of Veterinary Internal Medicine, 8ª edição. Elsevier — emergências (torção gástrica, obstrução uretral).
- Regulamento (UE) n.º 576/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à circulação sem fins comerciais de animais de companhia, e Regulamento de Execução (UE) n.º 577/2013 — microchip, vacina, passaporte, teste de anticorpos.
- Regulamento (UE) 2016/429 relativo às doenças animais transmissíveis (“Lei da Saúde Animal”) — raiva e doenças de notificação obrigatória (Portugal; no Brasil, como exemplo de boa prática).
- WHO (2018): WHO Expert Consultation on Rabies, Third report, Technical Report Series 1012 — conduta depois da mordida e observação do animal.
- ISO 11784 e ISO 11785: padrões de identificação de animais por radiofrequência (microchip).
- Convenção Europeia para a Proteção dos Animais de Companhia (Conselho da Europa, 1987) — proibição de cortes estéticos e outras intervenções não curativas.
- Brasil: Lei 9.605/1998 (crimes ambientais, maus-tratos), Lei 14.064/2020 (pena maior para maus-tratos a cães e gatos), Lei 14.228/2021 (proibição de eliminar cães e gatos saudáveis); Ministério da Saúde, normas de profilaxia da raiva humana.
Alimentação animal (36)
- National Research Council (1994): Nutrient Requirements of Poultry, 9.ª edição revisada. Washington: National Academy Press — exigências das aves.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Small Ruminants: Sheep, Goats, Cervids, and New World Camelids. Washington: National Academies Press — cabras e ovelhas.
- National Research Council (2012): Nutrient Requirements of Swine, 11.ª edição revisada. Washington: National Academies Press — porcos.
- McDonald, P., Edwards, R. A., Greenhalgh, J. F. D. et al. (2011): Animal Nutrition, 7.ª edição. Pearson — fundamentos da nutrição e alimentos.
- Rostagno, H. S. et al.: Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos. Viçosa: UFV — composição de alimentos e exigências no Brasil.
- Embrapa (Gado de Leite, Caprinos e Ovinos, Suínos e Aves): publicações técnicas sobre alimentação.
- Tokarnia, C. H. et al. (2012): Plantas tóxicas do Brasil para animais de produção, 2.ª edição. Rio de Janeiro: Helianthus — plantas tóxicas por região.
- National Research Council (2012): Nutrient Requirements of Swine, 11.ª edição revisada. Washington: National Academies Press — exigências dos porcos.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Small Ruminants. Washington: National Academies Press — cabras e ovelhas.
- McDonald, P., Edwards, R. A., Greenhalgh, J. F. D. et al. (2011): Animal Nutrition, 7.ª edição. Pearson — alimentos e quadrado de Pearson.
- Rostagno, H. S. et al.: Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos. Viçosa: UFV — composição dos ingredientes (milho, sorgo, farelos) no Brasil.
- Embrapa Suínos e Aves: publicações sobre formulação de rações e uso de sorgo.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Small Ruminants. Washington: National Academies Press — exigências em matéria seca.
- National Research Council (2001): Nutrient Requirements of Dairy Cattle, 7.ª edição revisada. Washington: National Academy Press — vacas.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Horses, 6.ª edição revisada. Washington: National Academies Press — cavalos.
- McDonald, P., Edwards, R. A., Greenhalgh, J. F. D. et al. (2011): Animal Nutrition, 7.ª edição. Pearson — feno, silagem, matéria seca.
- Embrapa Gado de Leite e Embrapa Pecuária Sudeste: publicações sobre silagem, capineira, cana e pastagens.
- Regulamento (CE) n.º 1069/2009 do Parlamento Europeu e do Conselho sobre subprodutos animais e Regulamento (UE) n.º 142/2011 da Comissão, que o aplica — proibição de restos de cozinha na alimentação de animais de criação (UE, Portugal).
- Regulamento (CE) n.º 999/2001 sobre prevenção, controle e erradicação das encefalopatias espongiformes transmissíveis — proibição de proteína animal para ruminantes (UE).
- MAPA: norma que proíbe proteínas e gorduras de origem animal na alimentação de ruminantes e Programa Nacional de Sanidade dos Suídeos (PNSS) — Brasil.
- FAO e WOAH (Organização Mundial de Saúde Animal): informações sobre a peste suína africana e recomendações contra a alimentação de porcos com restos de cozinha.
- Smith, M. C. e Sherman, D. M. (2009): Goat Medicine, 2.ª edição. Wiley-Blackwell — intoxicações por plantas e alimentos.
- National Research Council (2005): Mineral Tolerance of Animals, 2.ª edição revisada. Washington: National Academies Press — limites de intoxicação por minerais, cobre nas ovelhas.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Small Ruminants. Washington: National Academies Press — minerais para cabras e ovelhas.
- Suttle, N. F. (2010): Mineral Nutrition of Livestock, 4.ª edição. CABI — minerais, deficiências e intoxicações.
- Smith, M. C. e Sherman, D. M. (2009): Goat Medicine, 2.ª edição. Wiley-Blackwell — cobre, selênio, cálculo urinário.
- Tokarnia, C. H. et al. (2010): Deficiências minerais em animais de produção. Rio de Janeiro: Helianthus — deficiências minerais no Brasil (fósforo, cobre, cobalto, selênio).
- Regulamento (UE) 2023/915 da Comissão sobre teores máximos de certos contaminantes nos alimentos e Diretiva 2002/32/CE sobre substâncias indesejáveis nos alimentos para animais — limites de aflatoxina (UE, Portugal).
- ANVISA: limites máximos tolerados de micotoxinas em alimentos (RDC n.º 7/2011 e atualizações) — Brasil.
- McDonald, P., Edwards, R. A., Greenhalgh, J. F. D. et al. (2011): Animal Nutrition, 7.ª edição. Pearson — micotoxinas, conservação de forragem.
- EFSA (Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos): pareceres científicos sobre micotoxinas nos alimentos para animais — sensibilidade das espécies e passagem para o leite.
- Publicações de extensão universitária sobre combustão espontânea do feno (p. ex. Penn State Extension) — limites de temperatura.
- National Research Council (2007): Nutrient Requirements of Small Ruminants. Washington: National Academies Press — exigências de cabras e ovelhas.
- National Research Council (1994): Nutrient Requirements of Poultry, 9.ª edição revisada. Washington: National Academy Press — aves.
- FAO (2012): Balanced feeding for improving livestock productivity. Roma: FAO Animal Production and Health Paper 173 — planejamento da alimentação e balanço alimentar.
- Embrapa: publicações sobre planejamento forrageiro e orçamento forrageiro na seca.
Saúde animal natural (40)
- Merck Veterinary Manual (MSD Animal Health, edição on-line; também em português como Manual Veterinário MSD) — valores normais de temperatura, pulso e respiração por espécie, primeiros socorros.
- Regulamento (UE) 2019/6 relativo aos medicamentos veterinários — receita, intervalo de segurança, registro de tratamentos e uso fora da autorização (Portugal).
- Decreto n.º 5.053/2004 (Brasil) — regulamento de fiscalização de produtos de uso veterinário e registro no MAPA.
- Regulamento (UE) 2018/848 sobre produção biológica e normas do MAPA para a produção orgânica (Lei 10.831/2003) — preferência pela fitoterapia, carência em dobro.
- Svendsen, E. D., Duncan, J., Hadrill, D. (orgs.) (2008): The Professional Handbook of the Donkey, 4.ª edição. Whittet Books — valores normais do jumento.
- OMS, FAO e OMSA: materiais conjuntos sobre resistência antimicrobiana (“Saúde Única”) — uso prudente de antibióticos em animais.
- WOAH (Organização Mundial de Saúde Animal): Terrestrial Animal Health Code — biossegurança, quarentena e lista de doenças.
- FAO (2010): Good practices for biosecurity in the pig sector. FAO Animal Production and Health Paper 169 — biossegurança e peste suína africana.
- Regulamento (CE) 1069/2009 relativo aos subprodutos animais — proibição de restos de cozinha na alimentação animal, destino dos animais mortos (Portugal).
- MAPA: Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT) e Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros — vacinação e exames obrigatórios.
- ESCCAP: recomendações para o controle de vermes em cães (tênias e hidatidose).
- OMS: fichas informativas sobre zoonoses (brucelose, febre Q, raiva, salmonelose, equinococose).
- Mayer, M., Vogl, C. R., Amorena, M., Hamburger, M. e Walkenhorst, M. (2014): “Treatment of organic livestock with medicinal plants: a systematic review of European ethnoveterinary research”. Forschende Komplementärmedizin 21 — revisão do uso etnoveterinário de plantas na Europa.
- Hoste, H. e colaboradores (2006): “The effects of tannin-rich plants on parasitic nematodes in ruminants”. Trends in Parasitology 22 — taninos e parasitas.
- Burrows, G. E. e Tyrl, R. J. (2013): Toxic Plants of North America, 2.ª edição. Wiley-Blackwell — plantas tóxicas para animais domésticos.
- Tokarnia, C. H., Döbereiner, J., Peixoto, P. V. e colaboradores: Plantas tóxicas do Brasil (Editora Helianthus) — plantas tóxicas para animais de produção no Brasil.
- Regulamento (UE) 2018/848 sobre produção biológica e normas do MAPA para a produção orgânica — preferência pela fitoterapia e regras de carência.
- Van Wyk, J. A. e Bath, G. F. (2002): “The FAMACHA system for managing haemonchosis in sheep and goats by clinically identifying individual animals for treatment”. Veterinary Research 33 — FAMACHA.
- Bath, G. F. e Van Wyk, J. A. (2009): “The Five Point Check© for targeted selective treatment of internal parasites in small ruminants”. Small Ruminant Research 86 — exame dos cinco pontos.
- Taylor, M. A., Coop, R. L. e Wall, R. L. (2016): Veterinary Parasitology, 4.ª edição. Wiley-Blackwell — ciclo de vida dos parasitas por espécie.
- Hoste, H. e colaboradores (2006): “The effects of tannin-rich plants on parasitic nematodes in ruminants”. Trends in Parasitology 22 — taninos.
- Embrapa (Caprinos e Ovinos, Pecuária Sul, Gado de Leite): publicações sobre controle integrado da verminose, FAMACHA e controle estratégico do carrapato-do-boi.
- SCOPS (Sustainable Control of Parasites in Sheep, Reino Unido): recomendações para o controle sustentável de parasitas em ovinos.
- Merck Veterinary Manual (MSD Animal Health, edição on-line; também em português como Manual Veterinário MSD) — primeiros socorros, timpanismo, cólica, parto e valores normais por espécie.
- Jackson, P. G. G. (2004): Handbook of Veterinary Obstetrics, 2.ª edição. Saunders — evolução do parto e quando intervir.
- Noakes, D. E., Parkinson, T. J. e England, G. C. W. (2019): Veterinary Reproduction and Obstetrics, 10.ª edição. Elsevier — parto por espécie, placenta, problemas pós-parto.
- Godden, S. (2008): “Colostrum management for dairy calves”. Veterinary Clinics of North America: Food Animal Practice 24 — colostro para bezerros.
- Merck Veterinary Manual (MSD Animal Health, edição on-line; também em português como Manual Veterinário MSD) — sinais de urgência e valores normais por espécie.
- WOAH (Organização Mundial de Saúde Animal): Terrestrial Animal Health Code e lista de doenças de notificação obrigatória.
- MAPA: lista de doenças de notificação obrigatória ao Serviço Veterinário Oficial e sistema e-SISBRAVET (Brasil).
- OMS: fichas informativas sobre brucelose, febre Q, raiva e salmonelose — sinais nas pessoas e proteção.
- AVMA (2020): Guidelines for the Euthanasia of Animals. American Veterinary Medical Association — eutanásia humanitária e risco de resíduos do medicamento no cadáver; no Brasil, as normas do CFMV sobre eutanásia.
- Regulamento (CE) 1069/2009 relativo aos subprodutos animais — destino dos animais mortos (Portugal, SIRCA).
- Regulamento (UE) 2016/429 relativo às doenças animais transmissíveis (“Lei da Saúde Animal”) — notificação, registo, identificação e circulação (Portugal).
- Regulamento (UE) 2019/6 relativo aos medicamentos veterinários — receita, registo de tratamentos e intervalo de segurança (Portugal).
- Regulamento (CE) 1069/2009 relativo aos subprodutos animais — destino dos animais mortos, proibição de restos de cozinha na alimentação (Portugal).
- MAPA: programas nacionais de sanidade animal (PNCEBT, raiva dos herbívoros, PNSCO, PNSE, PNSS, PNSA, PNSAp), Guia de Trânsito Animal e lista de doenças de notificação obrigatória (Brasil).
- Lei 9.605/1998 (crimes ambientais, maus-tratos a animais) e Lei 14.064/2020 (Brasil).
- Farm Animal Welfare Council (1979): as cinco liberdades do bem-estar animal; Regulamento (CE) 1/2005 relativo à proteção dos animais durante o transporte.
- WOAH (Organização Mundial de Saúde Animal): Terrestrial Animal Health Code — lista de doenças e padrões de bem-estar.
Leite (36)
- WHO e FAO (2004): Risk assessment of Listeria monocytogenes in ready-to-eat foods. Microbiological Risk Assessment Series 4 — listeria e grupos de risco.
- WHO: Brucellosis, ficha informativa da Organização Mundial da Saúde — transmissão por leite cru e laticínios.
- U.S. FDA: Grade "A" Pasteurized Milk Ordinance — regimes de pasteurização 63 °C 30 min e 72 °C 15 s.
- CDC: Raw Milk Questions and Answers — doenças ligadas ao leite cru, grupos de risco.
- D'Amico, D. J., Druart, M. J. e Donnelly, C. W. (2008): 60-day aging requirement does not ensure safety of surface-mold-ripened soft cheeses manufactured from raw or pasteurized milk when Listeria monocytogenes is introduced as a postpasteurization contaminant. Journal of Food Protection 71(8).
- Carroll, R. (2002): Home Cheese Making, 3ª edição. Storey Publishing — pasteurização caseira, equipamento, lavagem.
- MAPA: Decreto 9.013/2017 (RIISPOA) e Instruções Normativas 76 e 77/2018 — inspeção de produtos de origem animal e qualidade do leite cru refrigerado; PNCEBT.
- Embrapa Gado de Leite — publicações sobre qualidade do leite e boas práticas na ordenha.
- Tamime, A. Y. e Robinson, R. K. (2007): Tamime and Robinson's Yoghurt: Science and Technology, 3ª edição. Woodhead Publishing — fermentos, temperaturas, aquecimento do leite e firmeza.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — iogurte caseiro, segurança.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Making Yogurt at Home — incubação, conservação.
- Carroll, R. (2002): Home Cheese Making, 3ª edição. Storey Publishing — iogurte e iogurte coado.
- Walstra, P., Wouters, J. T. M. e Geurts, T. J. (2006): Dairy Science and Technology, 2ª edição. CRC Press — gordura do leite, desnate, fabricação de manteiga.
- Carroll, R. (2002): Home Cheese Making, 3ª edição. Storey Publishing — creme, manteiga e leitelho em casa.
- FAO (1990): The technology of traditional milk products in developing countries. FAO Animal Production and Health Paper 85 — manteiga tradicional e manteiga clarificada.
- Codex Alimentarius: Standard for Butter (CXS 279-1971) — no mínimo 80 % de gordura láctea na manteiga.
- Fox, P. F., Guinee, T. P., Cogan, T. M. e McSweeney, P. L. H. (2017): Fundamentals of Cheese Science, 2ª edição. Springer — coalho, coagulação, fermentos, cálcio.
- Carroll, R. (2002): Home Cheese Making, 3ª edição. Storey Publishing — receitas caseiras, teste do corte limpo, cloreto de cálcio.
- Caldwell, G. (2012): Mastering Artisan Cheesemaking. Chelsea Green — método da floculação, corte da coalhada.
- WHO e FAO (2004): Risk assessment of Listeria monocytogenes in ready-to-eat foods — queijo mole e grupos de risco.
- Lei 13.680/2018 (Selo Arte) e normas estaduais do queijo minas artesanal — produção e venda de queijos artesanais no Brasil.
- Fox, P. F., Guinee, T. P., Cogan, T. M. e McSweeney, P. L. H. (2017): Fundamentals of Cheese Science, 2ª edição. Springer — cozimento da massa, salmoura, maturação, estufamento tardio.
- Caldwell, G. (2012): Mastering Artisan Cheesemaking. Chelsea Green — prensa, câmara de maturação, cuidado da casca, parafina.
- Carroll, R. (2002): Home Cheese Making, 3ª edição. Storey Publishing — receitas caseiras de queijos semiduros e duros.
- U.S. FDA: 21 CFR 133 — queijos de leite cru e maturação de no mínimo 60 dias a no mínimo 1,7 °C.
- USDA FSIS: Molds on Food: Are They Dangerous? — corte do bolor em queijo duro (2,5 cm).
- Lei 13.680/2018 (Selo Arte) e normas estaduais dos queijos artesanais de leite cru; regras da UE para queijos DOP de leite cru em Portugal.
- Fox, P. F., Guinee, T. P., Cogan, T. M. e McSweeney, P. L. H. (2017): Fundamentals of Cheese Science, 2ª edição. Springer — composição do soro, queijos de soro.
- Carroll, R. (2002): Home Cheese Making, 3ª edição. Storey Publishing — ricota de soro.
- FAO (1990): The technology of traditional milk products in developing countries. FAO Animal Production and Health Paper 85 — aproveitamento do soro e do leitelho.
- Prazeres, A. R., Carvalho, F. e Rivas, J. (2012): Cheese whey management: A review. Journal of Environmental Management 110 — poluição da água pelo soro e formas de destino.
- FAO (2013): Milk and dairy products in human nutrition. Roma: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura — o leite na alimentação da família.
- Walstra, P., Wouters, J. T. M. e Geurts, T. J. (2006): Dairy Science and Technology, 2ª edição. CRC Press — composição do leite e rendimento dos produtos.
- Belanger, J. e Bredesen, S. T. (2018): Storey's Guide to Raising Dairy Goats, 5ª edição. Storey Publishing — lactação, lactação prolongada, número de animais.
- Carroll, R. (2002): Home Cheese Making, 3ª edição. Storey Publishing — rendimento de queijo e plano de processamento.
- Embrapa Caprinos e Ovinos e Embrapa Gado de Leite — publicações sobre produção de leite de cabra, ovelha e vaca em pequenas propriedades.
Carne (31)
- Regulamento (CE) n.º 1099/2009 do Conselho, relativo à proteção dos animais no momento da occisão — insensibilização, abate caseiro, competência.
- Regulamento (CE) n.º 1069/2009, subprodutos animais não destinados ao consumo humano — destino dos restos.
- Regulamento de Execução (UE) 2015/1375 da Comissão, regras para os controlos oficiais de triquinas na carne — amostragem e métodos.
- MAPA: Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA, Decreto 9.013/2017) e normas de manejo pré-abate e abate humanitário.
- Humane Slaughter Association (HSA): Captive-Bolt Stunning of Livestock e Humane Killing of Livestock Using Firearms — pontos e direção da pistola, sinais de insensibilização.
- Gregory, N. G. (2007): Animal Welfare and Meat Production, 2.ª edição. CABI — estresse antes do abate e qualidade da carne.
- USDA FSIS: Freezing and Food Safety e The Big Thaw — Safe Defrosting Methods — congelamento, prazos e descongelamento.
- Aberle, E. D., Forrest, J. C., Gerrard, D. E. e Mills, E. W. (2012): Principles of Meat Science, 5.ª edição. Kendall Hunt — maturação, rigor mortis, qualidade da carne.
- Danforth, A. (2014): Butchering Beef e Butchering Poultry, Rabbit, Lamb, Goat and Pork. Storey Publishing — desossa no pequeno sítio.
- Regulamento (CE) n.º 853/2004, regras específicas de higiene para os géneros alimentícios de origem animal — temperaturas da carne e dos miúdos.
- Toldrá, F. (org.) (2007): Handbook of Fermented Meat and Poultry. Blackwell — fermentação, nitrito, secagem, perda de peso.
- Marianski, S. e Marianski, A. (2012): The Art of Making Fermented Sausages. Bookmagic — produção caseira, culturas, sal de cura (Cure #1 a 6,25 %), umidade.
- Regulamento (UE) 2023/2108 da Comissão, que altera o anexo II do Regulamento (CE) n.º 1333/2008 quanto a nitritos e nitratos — novas quantidades máximas.
- USDA FSIS: Sausages and Food Safety — linguiças frescas e cozidas, 72 °C (160 °F).
- Regulamento (CE) n.º 1333/2008, aditivos alimentares — E250 e E252.
- Toldrá, F. (2002): Dry-Cured Meat Products. Food & Nutrition Press — salga, cura, perda de peso, segurança do presunto.
- Cadernos de especificações das denominações protegidas Dalmatinski pršut, Drniški pršut, Krčki pršut, Istarski pršut, Presunto de Chaves e Presunto de Barrancos — registro eAmbrosia (UE).
- USDA FSIS: Ham and Food Safety — tipos de presunto, salga, conservação.
- Marianski, S. e Marianski, A. (2010): Home Production of Quality Meats and Sausages. Bookmagic — salga em equilíbrio, sal de cura.
- USDA FSIS: Shelf-Stable Food Safety — conservação de alimentos fora da geladeira.
- Shahidi, F. (org.) (2005): Bailey's Industrial Oil and Fat Products, 6.ª edição. Wiley — derretimento, oxidação e ranço das gorduras.
- NFPA 10: Standard for Portable Fire Extinguishers — extintores de classe K/F para óleos e gorduras.
- Organização Mundial da Saúde (OMS): Burns — primeiros socorros em queimaduras (esfriar com água).
- OMS (2011): Report of the WHO Informal Working Group on Cystic and Alveolar Echinococcosis Surveillance, Prevention and Control — hidatidose, papel dos cães e dos órgãos.
- Painel BIOHAZ da EFSA (2017): Public health risks associated with hepatitis E virus (HEV) as a food-borne pathogen. EFSA Journal 15(7) — fígado de porco e cozimento.
- Regulamento (CE) n.º 999/2001, regras para a prevenção, o controlo e a erradicação de determinadas encefalopatias espongiformes transmissíveis — material de risco especificado.
- FAO (1994): Manual on Meat Inspection for Developing Countries (Herenda, D. et al.) — exame dos órgãos depois do abate.
- FAO (2010): Meat Processing Technology for Small to Medium Scale Producers (Heinz, G. e Hautzinger, P.) — rendimentos, processamento e conservação da carne.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539 — carne só com esterilização sob pressão.
- USDA FSIS: Freezing and Food Safety — congelamento e prazos.
- National Center for Home Food Preservation (University of Georgia): Canning Meats — tempo e pressão para carne em potes.
Aves e ovos na cozinha (31)
- USDA Food Safety and Inspection Service: Chicken from Farm to Table — resfriamento, conservação, descongelamento e temperatura segura das aves.
- Fanatico, A. (2003): Small-Scale Poultry Processing. ATTRA – National Sustainable Agriculture Information Service (NCAT) — equipamento, escaldagem, evisceração e resfriamento na pequena propriedade.
- Regulamento (CE) n.º 1099/2009 do Conselho, relativo à proteção dos animais no momento da occisão — princípios de insensibilização e abate humanitários, incluindo o abate para consumo próprio (obrigatório em Portugal; boa prática como referência no Brasil).
- Mettler, J. J. (1986): Basic Butchering of Livestock & Game. Storey Publishing — abate e preparo de aves em casa.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — escolha das aves para carne e abate.
- Decreto n.º 9.013/2017 (RIISPOA, Brasil): inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal (SIF; SIE e SIM nos estados e municípios).
- USDA Food Safety and Inspection Service: Leftovers and Food Safety e Chicken from Farm to Table — prazos na geladeira e no freezer, reaquecimento.
- U.S. Food and Drug Administration (2022): Food Code — resfriamento de alimentos cozidos em duas etapas (57 → 21 °C em 2 h, 21 → 5 °C em 4 h).
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 5: Preparing and Canning Poultry, Red Meats, and Seafoods — caldo de galinha e de peru na autoclave.
- National Center for Home Food Preservation (University of Georgia): instruções para conservar caldos e sopas.
- McGee, H. (2004): On Food and Cooking: The Science and Lore of the Kitchen. Scribner — gelatina, transparência do caldo, engrossar com gema.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Chicken from Farm to Table, Duck and Goose from Farm to Table e Safe Minimum Internal Temperature Chart — 74 °C (165 °F) para aves, descongelamento e sobras.
- Food Standards Agency (Reino Unido): orientações sobre Campylobacter, não lavar o frango cru, fígado de frango bem passado nos patês.
- Centers for Disease Control and Prevention (CDC): Campylobacter (Campylobacteriosis) — fontes de contaminação e prevenção na cozinha.
- McGee, H. (2004): On Food and Cooking: The Science and Lore of the Kitchen. Scribner — tecido conjuntivo, idade do animal e modo de cozinhar.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Shell Eggs from Farm to Table e Egg Products and Food Safety — cozimento dos ovos, 71 °C (160 °F) para pratos com ovos, prazos.
- National Center for Home Food Preservation (University of Georgia): Pickled Eggs — ovos em conserva só na geladeira, 3–4 meses; caso de botulismo.
- Food Standards Agency (Reino Unido): orientações sobre ovos para gestantes e crianças; ovos de pata só bem cozidos.
- McGee, H. (2004): On Food and Cooking: The Science and Lore of the Kitchen. Scribner — clara, gema, espuma, espessamento, cozimento do ovo.
- Hazan, M. (1992): Essentials of Classic Italian Cooking. Knopf — proporção de farinha e ovos, sovar, abrir e cortar a massa.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Shell Eggs from Farm to Table — segurança dos ovos crus e da massa crua.
- U.S. Food and Drug Administration: Handling Flour Safely — farinha crua e massa crua não se provam.
- McGee, H. (2004): On Food and Cooking: The Science and Lore of the Kitchen. Scribner — glúten, descanso da massa e secagem.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Shell Eggs from Farm to Table — perda de qualidade do ovo, temperatura, congelamento.
- National Center for Home Food Preservation (University of Georgia): instruções para congelar ovos (sal ou açúcar nas gemas, medidas depois de descongelar).
- Hertzberg, R., Vaughan, B. e Greene, J. (1973 e edições posteriores): Putting Food By. Stephen Greene Press — conservação tradicional de ovos no silicato de sódio e na cal.
- McGee, H. (2004): On Food and Cooking: The Science and Lore of the Kitchen. Scribner — estrutura da casca, poros, cutícula, envelhecimento do ovo.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Freezing and Food Safety e Keeping Food Safe During an Emergency — freezer, falta de energia, recongelamento.
- Damerow, G. (2010): Storey's Guide to Raising Chickens, 3.ª edição. Storey Publishing — número de galinhas, renovação do plantel, engorda.
- Food and Agriculture Organization (FAO) (2014): Decision tools for family poultry development. FAO Animal Production and Health Guidelines No. 16 — aves na alimentação da família.
- Embrapa Suínos e Aves: publicações sobre a criação de galinhas caipiras e frangos de crescimento lento na agricultura familiar.
Legumes e verduras (30)
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — métodos de tratamento, espaço livre, altitude, conferência da vedação.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — higiene, equipamento, sinais de estrago.
- OMS: Botulism, ficha informativa da Organização Mundial da Saúde — causador, sintomas, tratamento.
- CDC: Home-Canned Foods and Botulism — descarte seguro e limpeza de superfícies contaminadas.
- U.S. FDA: Approximate pH of Foods and Food Products — valores aproximados de pH dos legumes.
- Ministério da Saúde (Brasil): Manual integrado de vigilância epidemiológica do botulismo — sintomas, notificação, palmito e conservas caseiras.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — acidificação, banho-maria, altitude.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — assar e descascar pimentões, congelamento.
- U.S. FDA: 21 CFR Part 114, Acidified Foods — limite de pH de equilíbrio 4,6 para alimentos acidificados.
- U.S. FDA: Approximate pH of Foods and Food Products — pH do pimentão, da berinjela e do tomate.
- OMS: Botulism, ficha informativa — risco dos alimentos de baixa acidez em recipientes fechados.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 6: Preparing and Canning Fermented and Pickled Foods. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — salmoura, banho-maria, pasteurização do pepino a 80–85 °C, pimentões e beterraba em conserva.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — crocância, problemas com picles.
- U.S. FDA: 21 CFR Part 114, Acidified Foods — limite de pH 4,6.
- Katz, S. E. (2012): The Art of Fermentation. Chelsea Green — diferença entre legume fermentado e acidificado.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 3: Selecting, Preparing and Canning Tomatoes and Tomato Products. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — acidificação, tempos de banho, catchup, molho com legumes na autoclave.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — método a quente, congelamento do tomate.
- U.S. FDA: Approximate pH of Foods and Food Products — pH do tomate.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — secagem de legumes, branqueamento, condicionamento.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Drying Vegetables — temperaturas, testes de secura, armazenamento.
- FAO e OMS, Codex Alimentarius: Code of Practice for the Prevention and Reduction of Mycotoxin Contamination in Spices (CXC 78-2017) — bolor e micotoxinas na páprica.
- EFSA: pareceres científicos sobre ocratoxina A e aflatoxinas nos alimentos — micotoxinas nos temperos.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 4: Selecting, Preparing and Canning Vegetables and Vegetable Products e Guide 6 (Marinated Peppers, Pickled Dilly Beans). National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — tempos na autoclave, pimentões marinados, vagem em conserva.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — autoclave, congelamento de legumes.
- University of California, Agriculture and Natural Resources: Garlic: Safe Methods to Store, Preserve, and Enjoy — alho no óleo e acidificação.
- OMS: Botulism, ficha informativa — legumes no óleo como fonte de botulismo.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — rendimento de legumes por vidro, prazos de armazenamento.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — planejamento de quantidades para a família.
- Jeavons, J. (2017): How to Grow More Vegetables, 9ª edição. Ten Speed Press — rendimento por pé e por m² para planejar a horta.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring, 2ª edição. Storey Publishing — o que guardar no porão em vez de no vidro.
Frutas (31)
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539, Guide 2: Selecting, Preparing and Canning Fruit and Fruit Products (Apple Butter). National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — pastas de fruta, açúcar reduzido, despensa.
- National Center for Home Food Preservation: Why can't I can pumpkin butter? — por que pastas de abóbora não vão para vidro.
- U.S. FDA: Approximate pH of Foods and Food Products — valores aproximados de pH das frutas.
- Codex Alimentarius: Standard for Jams, Jellies and Marmalades (CXS 296-2009) — nomes dos produtos.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539, Guide 7: Preparing and Canning Jams and Jellies. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — pectina, ponto de geleia, banho-maria, recozimento de geleia mole.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — geleia com menos açúcar, teste da pectina com álcool, parafina.
- Codex Alimentarius: Standard for Jams, Jellies and Marmalades (CXS 296-2009) — nomes e composição.
- U.S. FDA: Approximate pH of Foods and Food Products — pH de figo, pera e banana.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539, Guide 2: Selecting, Preparing and Canning Fruit and Fruit Products. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — caldas, envase quente e a frio, tempos de banho-maria, figo, abacaxi.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — prevenção do escurecimento, estrago da compota.
- U.S. FDA: Approximate pH of Foods and Food Products — pH das frutas e do figo.
- Regulamento (CE) n.º 1333/2008 relativo aos aditivos alimentares — lista de conservantes autorizados na UE.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539, Guide 2: Selecting, Preparing and Canning Fruit and Fruit Products (Apple Juice, Grape Juice, Berry Syrup). National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — sucos, xaropes, panela extratora a vapor.
- U.S. FDA: Talking About Juice Safety: What You Need to Know — suco não pasteurizado e grupos de risco.
- EFSA e Codex Alimentarius: Code of Practice for the Prevention and Reduction of Patulin Contamination in Apple Juice (CXC 50-2003) — seleção da fruta e patulina.
- U.S. FDA: Data on Benzene in Soft Drinks and Other Beverages — benzoato e vitamina C.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Drying Fruits e Making Fruit Leathers — preparo, prevenção do escurecimento, temperaturas, condicionamento, pasteurização no freezer e no forno.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — secagem de frutas, couro de fruta, armazenamento.
- Harrison, J. A. e Andress, E. L. (2000): Preserving Food: Drying Fruits and Vegetables, FDNS-E-43-10. University of Georgia Cooperative Extension.
- Codex Alimentarius: Code of Practice for the Prevention and Reduction of Aflatoxin Contamination in Dried Figs (CXC 65-2008).
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — vinagre nas conservas e por que o vinagre caseiro não se usa para picles.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: General Information on Pickling — força do vinagre para conservas.
- Bamforth, C. W. (2005): Food, Fermentation and Micro-organisms. Blackwell Publishing — fermentação alcoólica e acética.
- Codex Alimentarius: Regional Standard for Vinegar (CXS 162R-1987) — definição de vinagre.
- U.S. FDA: Questions and Answers on Lead-Glazed Traditional Pottery — chumbo em cerâmica vidrada.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — rendimento de fruta por vidro, prazos.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — planejamento de quantidades e prazos de validade.
- FAO: Fruit and vegetables for health (FAO/WHO, 2004) — recomendações de consumo de frutas e hortaliças.
- Embrapa Clima Temperado e Epagri — publicações sobre frutíferas de clima temperado no Sul do Brasil (pêssego, ameixa, maçã, pera).
Grãos, farinha e pão (31)
- FAO (1994): Grain storage techniques: Evolution and trends in developing countries. FAO Agricultural Services Bulletin 109 — umidade e armazenamento do grão.
- Hoseney, R. C. (1994): Principles of Cereal Science and Technology, 2ª edição. AACC, St. Paul — estrutura do grão, moagem, rendimento, maturação da farinha.
- Kent, N. L. e Evers, A. D. (1994): Kent's Technology of Cereals, 4ª edição. Woodhead — tipos de farinha, condicionamento, moagem.
- U.S. FDA: Handling Flour Safely: What You Need to Know — farinha crua e massa crua.
- EFSA (2012): Scientific Opinion on Ergot alkaloids in food and feed. EFSA Journal 10(7):2798 — esporão-do-centeio.
- Brasil, MAPA: Instrução Normativa nº 8, de 2 de junho de 2005 — regulamento técnico de identidade e qualidade da farinha de trigo (tipo 1, tipo 2, integral).
- Hamelman, J. (2013): Bread: A Baker's Book of Techniques and Recipes, 2ª edição. Wiley — fermento natural, levain, pão de centeio, temperatura da massa.
- Gänzle, M. G. (2014): Enzymatic and bacterial conversions during sourdough fermentation. Food Microbiology 37: 2–10 — bactérias lácticas e leveduras no fermento.
- De Vuyst, L. e Neysens, P. (2005): The sourdough microflora: biodiversity and metabolic interactions. Trends in Food Science & Technology 16: 43–56.
- Suas, M. (2009): Advanced Bread and Pastry. Delmar Cengage Learning — proporções de alimentação, fermento firme e líquido.
- Hamelman, J. (2013): Bread: A Baker's Book of Techniques and Recipes, 2ª edição. Wiley — porcentagem de padeiro, temperatura da massa, pão de centeio, forno.
- Reinhart, P. (2001): The Bread Baker's Apprentice. Ten Speed Press — etapas do pão, fermentação na geladeira.
- Cauvain, S. P. (2015): Technology of Breadmaking, 3ª edição. Springer — absorção de água, endurecimento, deterioração do pão.
- USDA FSIS: Molds on Food: Are They Dangerous? — mofo no pão.
- U.S. FDA: Handling Flour Safely: What You Need to Know — massa crua.
- Denzer, K. (2007): Build Your Own Earth Oven, 3ª edição. Hand Print Press — forno de barro, proporção entre boca e abóbada, queima.
- Wing, D. e Scott, A. (1999): The Bread Builders: Hearth Loaves and Masonry Ovens. Chelsea Green — fornos de alvenaria, acúmulo de calor, pão.
- USDA FSIS: Safe Minimum Internal Temperature Chart — temperatura interna da carne.
- U.S. CDC: Carbon Monoxide Poisoning — Frequently Asked Questions — CO, sintomas, detectores.
- FAO (1992): Maize in human nutrition. FAO Food and Nutrition Series No. 25 — pelagra, niacina, processamento do milho.
- EFSA: pareceres científicos sobre aflatoxinas e fumonisinas nos alimentos — risco para a saúde humana.
- Hoseney, R. C. (1994): Principles of Cereal Science and Technology, 2ª edição. AACC — milho, moagem, ranço do gérmen.
- WHO: Mycotoxins, ficha informativa — aflatoxinas e fumonisinas.
- USDA FSIS: Safe Minimum Internal Temperature Chart — temperatura da carne no recheio.
- USDA FSIS: Leftovers and Food Safety — regra das duas horas, conservação e reaquecimento.
- Cauvain, S. P. (2015): Technology of Breadmaking, 3ª edição. Springer — glúten, absorção de água e extensibilidade da massa.
- EFSA e ECDC: relatórios anuais sobre zoonoses (listéria, salmonela) na UE — risco do leite cru e dos ovos.
- FAO (2011): Global food losses and food waste. FAO, Roma — perdas de grão no armazenamento e no processamento.
- FAO (1994): Grain storage techniques: Evolution and trends in developing countries. FAO Agricultural Services Bulletin 109 — umidade, recipientes, peso volumétrico do grão.
- Kent, N. L. e Evers, A. D. (1994): Kent's Technology of Cereals, 4ª edição. Woodhead — rendimento, perdas na moagem.
- U.S. OSHA: Grain Handling — perigo de soterramento em silos e tulhas.
Mel e produtos das abelhas (37)
- Codex Alimentarius: Standard for Honey (CXS 12-1981) e Diretiva 2001/110/CE do Conselho relativa ao mel — teor de água, proibição de acrescentar e retirar componentes, pólen no mel.
- MAPA: Instrução Normativa n.º 11/2000, Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel.
- Graham, J. M. (org.) (2015): The Hive and the Honey Bee, edição revista. Dadant & Sons — extração, desoperculação e equipamento.
- Crane, E. (1990): Bees and Beekeeping: Science, Practice and World Resources. Heinemann — escorrimento do favo e produção tradicional de mel.
- Bogdanov, S.: Honey Technology (Bee Product Science, Suíça, edição online) — higroscopia, aquecimento e decantação do mel.
- MAPA: Instrução Normativa n.º 11/2000, Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel — água, HMF, atividade diastásica, sólidos insolúveis e minerais.
- Diretiva 2001/110/CE do Conselho relativa ao mel, com alterações — definição de mel e limites de água, HMF, diastase e substâncias insolúveis.
- Codex Alimentarius: Standard for Honey (CXS 12-1981).
- White, J. W., Kushnir, I. e Subers, M. H. (1964): Effect of storage and processing temperatures on honey quality. Food Technology 18 — perda de diastase e invertase com a temperatura.
- Bogdanov, S. e colaboradores (1999): Honey quality and international regulatory standards. Bee World 80 — indicadores de qualidade do mel.
- Dyce, E. J. (1931): Fermentation and crystallization of honey. Cornell University Agricultural Experiment Station, Bulletin 528 — mel cremoso e fermentação.
- Schramm, K. (2003): The Compleat Meadmaker. Brewers Publications — receitas, nutriente, fermentação e maturação do hidromel.
- Crane, E. (1990): Bees and Beekeeping: Science, Practice and World Resources. Heinemann — o hidromel na história e na tradição.
- Jackson, R. S. (2020): Wine Science: Principles and Applications, 5.ª edição. Academic Press — fermentação, sulfitos, trasfega e estabilização.
- Bogdanov, S.: Honey as Nutrient and Functional Food (Bee Product Science, edição online) — composição do mel (açúcares, pouco nitrogênio).
- Brasil: Decreto n.º 6.871/2009 (padronização, classificação, registro, inspeção, produção e fiscalização de bebidas) — definição de hidromel.
- Bankova, V., Popova, M. e Trusheva, B. (2014): Propolis volatile compounds: chemical diversity and biological activity. Chemistry Central Journal 8 — composição da própolis.
- Bogdanov, S.: Propolis: Composition, Health, Medicine: A Review (Bee Product Science, edição online) — extração com álcool, uso, alergia.
- de Groot, A. C. (2013): Propolis: a review of properties, applications, chemical composition, contact allergy, and other adverse effects. Dermatitis 24 — alergia à própolis.
- Crane, E. (1990): Bees and Beekeeping: Science, Practice and World Resources. Heinemann — a própolis na tradição.
- MAPA: Instrução Normativa n.º 3/2001, regulamentos técnicos de identidade e qualidade de própolis e extrato de própolis.
- Crane, E. (1990): Bees and Beekeeping: Science, Practice and World Resources. Heinemann — produção e derretimento da cera.
- Bogdanov, S.: Beeswax: Production, Properties, Composition, Control (Bee Product Science, edição online) — ponto de fusão, densidade, adulteração, resíduos de acaricidas.
- Graham, J. M. (org.) (2015): The Hive and the Honey Bee, edição revista. Dadant & Sons — derretedor solar e a vapor.
- Coggshall, W. L. e Morse, R. A. (1984): Beeswax: Production, Harvesting, Processing and Products. Wicwas Press — rendimento de cera de diferentes favos, limpeza e usos.
- Paul, I. M. e colaboradores (2007): Effect of honey, dextromethorphan, and no treatment on nocturnal cough and sleep quality for coughing children and their parents. Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine 161 — doses de mel para tosse por idade.
- Abuelgasim, H., Albury, C. e Lee, J. (2021): Effectiveness of honey for symptomatic relief in upper respiratory tract infections: a systematic review and meta-analysis. BMJ Evidence-Based Medicine 26 — mel no resfriado.
- World Health Organization (2001): Cough and cold remedies for the treatment of acute respiratory infections in young children — mel como medida caseira.
- U.S. Department of Agriculture, FoodData Central — composição e valor energético do mel.
- National Honey Board (EUA): orientações para trocar açúcar por mel em assados.
- MAPA: Instrução Normativa n.º 11/2000, Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel — denominações do mel e requisitos de qualidade.
- Brasil: Lei n.º 13.680/2018 (Selo Arte) e Decreto n.º 9.013/2017 (RIISPOA) — inspeção de produtos de origem animal, incluindo produtos de abelhas.
- Brasil: Lei n.º 10.674/2003 — informação obrigatória “contém glúten” / “não contém glúten”.
- Regulamento (UE) n.º 1169/2011 relativo à informação aos consumidores sobre os géneros alimentícios — menções obrigatórias e proibição de informações enganosas.
- Diretiva 2001/110/CE do Conselho relativa ao mel, alterada pela Diretiva (UE) 2024/1438 — denominações do mel, país de origem.
- Regulamento (CE) n.º 852/2004 relativo à higiene dos géneros alimentícios — produção primária e venda direta de pequenas quantidades conforme regras nacionais.
- Regulamento (CE) n.º 1924/2006 relativo às alegações nutricionais e de saúde — proibição de alegações de cura.
Bebidas (43)
- U.S. FDA: Talking About Juice Safety: What You Need to Know e 21 CFR Part 120, Hazard Analysis and Critical Control Point (HACCP) Systems para sucos — riscos do suco não pasteurizado, E. coli O157:H7, fruta catada do chão.
- Heyman, M. B. e Abrams, S. A. (2017): Fruit Juice in Infants, Children, and Adolescents: Current Recommendations. Pediatrics 139(6), American Academy of Pediatrics — quantidade de suco por idade.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — aquecimento e pasteurização do suco.
- Lea, A. G. H. e Piggott, J. R. (org.) (2003): Fermented Beverage Production, 2ª edição. Kluwer Academic — patulina e qualidade das maçãs para suco.
- Proulx, A. e Nichols, L. (2003): Cider: Making, Using & Enjoying Sweet & Hard Cider, 3ª edição. Storey Publishing — moedor, prensa, rendimento do suco de maçã.
- Ministério da Saúde (Brasil): materiais sobre doença de Chagas por transmissão oral (caldo de cana, açaí).
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539, Guide 2 (Berry Syrup). National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — pasteurização de xaropes, tempo de banho-maria conforme a altitude.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — xaropes, garrafas e banho-maria.
- European Medicines Agency (EMA), HMPC: Community herbal monograph on Sambucus nigra L., flos — flor de sabugueiro, uso e cuidados.
- Centers for Disease Control and Prevention (1984): Poisoning from Elderberry Juice — California. MMWR 33(13) — intoxicação por suco de frutos crus, folhas e talos de sabugueiro.
- Frohne, D. e Pfänder, H. J. (2005): Poisonous Plants: A Handbook for Doctors, Pharmacists, Toxicologists, Biologists and Veterinarians, 2ª edição. Manson Publishing — engos, teixo, sabugueiro-vermelho.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — vinagre, acidez e por que o vinagre caseiro não vai para conservas.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Flavored Vinegars — vinagres aromáticos e de frutas, alho e ervas no vinagre.
- U.S. FDA: Questions and Answers on Lead-Glazed Traditional Pottery — chumbo do vidrado e alimentos ácidos.
- Lea, A. G. H. e Piggott, J. R. (org.) (2003): Fermented Beverage Production, 2ª edição. Kluwer Academic — fermentação alcoólica e acética.
- Katz, S. E. (2012): The Art of Fermentation. Chelsea Green Publishing — vinagre, shrub e oximel.
- Katz, S. E. (2012): The Art of Fermentation. Chelsea Green Publishing — kvass, boza, ginger beer, kefir de água, kombucha, kvass de beterraba.
- Hancıoğlu, Ö. e Karapınar, M. (1997): Microflora of Boza, a traditional fermented Turkish beverage. International Journal of Food Microbiology 35(3) — microflora, acidez e álcool na boza.
- Centers for Disease Control and Prevention (1995): Unexplained Severe Illness Possibly Associated with Consumption of Kombucha Tea — Iowa, 1995. MMWR 44(48) — cuidados com a kombucha.
- U.S. FDA: Questions and Answers on Lead-Glazed Traditional Pottery — alimentos ácidos e chumbo do vidrado.
- Lea, A. G. H. e Piggott, J. R. (org.) (2003): Fermented Beverage Production, 2ª edição. Kluwer Academic — fermentação alcoólica, gás carbônico e pressão na garrafa.
- Proulx, A. e Nichols, L. (2003): Cider: Making, Using & Enjoying Sweet & Hard Cider, 3ª edição. Storey Publishing — variedades para sidra, fermentação, trasfega, sidra espumante.
- Lea, A. G. H. e Piggott, J. R. (org.) (2003): Fermented Beverage Production, 2ª edição. Kluwer Academic — sidra e perada, sorbitol, dióxido de enxofre.
- Jackson, R. S. (2014): Wine Science: Principles and Applications, 4ª edição. Academic Press — levedura, nutriente, H₂S, defeitos do vinho.
- Zoecklein, B. W., Fugelsang, K. C., Gump, B. H. e Nury, F. S. (1995): Wine Analysis and Production. Chapman & Hall — medição de açúcar, densidade e SO₂.
- NIOSH: Carbon dioxide — Immediately Dangerous to Life or Health (IDLH), 40.000 ppm (4 %) — perigo do CO₂ em lugar fechado.
- Brasil: Lei 7.678/1988 (vinho e derivados da uva), Lei 8.918/1994 e Decreto 6.871/2009 (padronização, registro e fiscalização de bebidas, MAPA).
- Regulamento (UE) n.º 1308/2013, que estabelece uma organização comum dos mercados dos produtos agrícolas, Anexo VII — definição de vinho.
- Jackson, R. S. (2014): Wine Science: Principles and Applications, 4ª edição. Academic Press — maturação, fermentação, malolática, defeitos do vinho.
- Boulton, R. B., Singleton, V. L., Bisson, L. F. e Kunkee, R. E. (1996): Principles and Practices of Winemaking. Chapman & Hall — dióxido de enxofre, decantação do mosto, fermentação com o bagaço.
- Zoecklein, B. W., Fugelsang, K. C., Gump, B. H. e Nury, F. S. (1995): Wine Analysis and Production. Chapman & Hall — medição de açúcar, acidez e SO₂ livre.
- Brasil: Lei 7.678/1988 (produção, circulação e comercialização do vinho e derivados da uva), Lei 12.959/2014 (vinho produzido por agricultor familiar), Lei 8.918/1994 e Decreto 6.871/2009 (bebidas).
- Embrapa Uva e Vinho (Bento Gonçalves, RS): publicações sobre elaboração de vinho e cultivares para o Sul do Brasil.
- Regulamento Delegado (UE) 2019/934 da Comissão, sobre práticas enológicas — limites de SO₂ total, adição de açúcar e ácido.
- Regulamento (UE) n.º 1308/2013, Anexos VII e VIII — definição de vinho e práticas enológicas na UE.
- NIOSH: Carbon dioxide — Immediately Dangerous to Life or Health (IDLH), 40.000 ppm (4 %) — CO₂ na adega.
- Regulamento (UE) 2019/787 relativo à definição, designação, apresentação e rotulagem das bebidas espirituosas — aguardentes de frutos e limites de metanol no mercado (vale para Portugal).
- Recomendação (UE) 2016/22 da Comissão relativa à prevenção e redução do carbamato de etilo nas aguardentes de frutos de caroço — caroços, conservação do mosto, destilação rápida, separação da cabeça e da cauda.
- Diretiva 92/83/CEE do Conselho, relativa à harmonização da estrutura dos impostos especiais sobre o consumo de álcool e bebidas alcoólicas — princípio do imposto e taxas reduzidas para pequenas destilarias.
- Brasil: Lei 8.918/1994 e Decreto 6.871/2009 (registro, padronização e fiscalização de bebidas, MAPA); padrões de identidade e qualidade da cachaça e das aguardentes (MAPA).
- EFSA (2007): Ethyl carbamate and hydrocyanic acid in food and beverages. EFSA Journal 551 — ácido cianídrico e carbamato de etila em aguardentes de frutos de caroço.
- World Health Organization: Methanol poisoning outbreaks (nota informativa) — sinais de intoxicação por metanol e tratamento de urgência.
- Lea, A. G. H. e Piggott, J. R. (org.) (2003): Fermented Beverage Production, 2ª edição. Kluwer Academic — fermentação de mosto de frutas e destilação.
A cozinha do sítio ao longo do ano (35)
- WHO e FAO (2003): Diet, Nutrition and the Prevention of Chronic Diseases, WHO Technical Report Series 916. Genebra — recomendação de pelo menos 400 g de frutas e hortaliças por dia.
- WHO (2006): Five Keys to Safer Food Manual. Genebra — higiene, cozimento, temperatura segura, ovos e leite crus.
- Mabey, R. (2012): Food for Free, Collins — coleta de verduras silvestres e sósias tóxicas.
- Kinupp, V. F. e Lorenzi, H. (2014): Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil. Instituto Plantarum — taioba, caruru, serralha, urtiga e identificação.
- Ministério da Saúde (2014): Guia Alimentar para a População Brasileira, 2.ª edição — refeições à base de alimentos in natura e minimamente processados.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — regras para óleo com alho e ervas.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Leftovers and Food Safety e Danger Zone (40 °F – 140 °F) — regra das 2 horas, ou 1 hora acima de 32 °C; temperatura segura das aves assadas.
- WHO (2006): Five Keys to Safer Food Manual. Genebra — resfriamento, reaquecimento, ovos e leite crus.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — branqueamento e congelamento de hortaliças.
- WHO e FAO (2003): Diet, Nutrition and the Prevention of Chronic Diseases, WHO Technical Report Series 916 — frutas e hortaliças na alimentação.
- Ministério da Saúde (2014): Guia Alimentar para a População Brasileira, 2.ª edição — comida feita em casa, refeições com alimentos in natura.
- USDA Food Safety and Inspection Service — temperatura segura e conservação de carne cozida.
- U.S. Food and Drug Administration (2012): Bad Bug Book, 2.ª edição — fito-hemaglutinina no feijão cru e a necessidade de fervura.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — chucrute: sal e duração da fermentação conforme a temperatura.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring, 2.ª edição. Storey Publishing — guarda de batata, repolho, abóbora e maçã.
- Embrapa Clima Temperado e Epagri: publicações sobre fruticultura de clima temperado (maçã, pera, noz-pecã) e pinhão no Sul.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Keeping Food Safe During an Emergency — freezer cheio segura cerca de 48 h, meio cheio 24 h; recongelamento.
- U.S. Food and Drug Administration: orientações sobre brotos para grupos de risco (sprouts) — brotos cozidos para crianças, gestantes e idosos.
- International Commission on Trichinellosis — exame de triquinela; defumação e secagem não são proteção confiável.
- WHO (2006): Five Keys to Safer Food Manual. Genebra — resfriamento e reaquecimento de comida cozida.
- Ministério da Saúde (2014): Guia Alimentar para a População Brasileira, 2.ª edição — frutas da estação e comida caseira.
- U.S. Environmental Protection Agency (EPA): Burn Wise — lenha seca, umidade abaixo de 20 %, queima e fumaça.
- U.S. Food and Drug Administration: alertas sobre chumbo em louça de cerâmica vidrada para alimentos.
- USDA Food Safety and Inspection Service — temperaturas seguras (zona de perigo 5–60 °C) e reaquecimento.
- U.S. Consumer Product Safety Commission (CPSC): Carbon Monoxide — detectores de CO e sinais de intoxicação.
- UNEP (2021): Food Waste Index Report 2021. Nairóbi: United Nations Environment Programme — cerca de 74 kg de comida jogada fora por pessoa por ano nos domicílios.
- FAO (2011): Global Food Losses and Food Waste — Extent, Causes and Prevention. Roma — cerca de um terço da comida se perde ou se desperdiça.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Leftovers and Food Safety e Molds on Food: Are They Dangerous? — esfriar em 2 horas, 3–4 dias na geladeira, mofo.
- Regulamento (CE) n.º 1069/2009 relativo aos subprodutos animais — proibição de restos de cozinha na alimentação de animais de produção na UE (em Portugal, obrigatório; no Brasil, como boa prática).
- Embrapa e SESC Mesa Brasil: publicações sobre aproveitamento integral dos alimentos (cascas, talos e folhas).
- WHO e FAO (2003): Diet, Nutrition and the Prevention of Chronic Diseases, WHO Technical Report Series 916. Genebra — hortaliças, frutas e alimentação variada.
- WHO (2006): Five Keys to Safer Food Manual. Genebra — segurança dos alimentos em casa.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539 — conservas de baixa acidez, vinagre de acidez conhecida.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring, 2.ª edição. Storey Publishing — estoques no porão.
- Ministério da Saúde (2014): Guia Alimentar para a População Brasileira, 2.ª edição — arroz com feijão, comida caseira, alimentação de crianças e gestantes.
Porão, silo de terra e cova (33)
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (org.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — temperaturas, umidade, duração da conservação, etileno.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — grupos de conservação, porões, silos de terra, procedimentos práticos.
- Kader, A. A. (org.) (2002): Postharvest Technology of Horticultural Crops, 3.ª edição. University of California, Agriculture and Natural Resources, Publication 3311 — respiração, perda de água, etileno.
- FAO (1989): Prevention of Post-Harvest Food Losses: Fruits, Vegetables and Root Crops. A Training Manual. Roma: FAO — seleção, manuseio, armazéns simples.
- Embrapa Hortaliças e Embrapa Mandioca e Fruticultura: publicações sobre pós-colheita de hortaliças, batata-doce e mandioca.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — tipos de porão, ventilação, separação de porão sob a casa.
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (org.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — condições de conservação e ventilação de armazéns.
- FAO (1989): Prevention of Post-Harvest Food Losses: Fruits, Vegetables and Root Crops. A Training Manual. Roma: FAO — armazéns simples e ventilação.
- WHO (2009): WHO Handbook on Indoor Radon: A Public Health Perspective. Genebra: Organização Mundial da Saúde — radônio em porões.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — silos de terra, covas, tambores enterrados, conservação no canteiro.
- FAO (1989): Prevention of Post-Harvest Food Losses: Fruits, Vegetables and Root Crops. A Training Manual. Roma: FAO — silos (clamps) para batata e raízes.
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (org.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — temperatura e umidade de conservação, respiração e CO₂.
- NIOSH (1987): A Guide to Safety in Confined Spaces. DHHS (NIOSH) Publication No. 87-113 — perigos de espaços confinados, falta de oxigênio, resgate.
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (org.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — batata, batata-doce, raízes, cura, adoçamento pelo frio.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — raízes na areia e na serragem, procedimentos caseiros.
- Kader, A. A. (org.) (2002): Postharvest Technology of Horticultural Crops, 3.ª edição. University of California, ANR Publication 3311 — fisiologia da conservação, doenças no armazém.
- FAO (2009): New Light on a Hidden Treasure: International Year of the Potato 2008. Roma: FAO — batata na alimentação e conservação.
- EFSA (2015): Scientific Opinion on acrylamide in food. EFSA Journal 13(6): 4104 — acrilamida e conservação da batata em baixa temperatura.
- Embrapa Hortaliças, Embrapa Clima Temperado e Embrapa Mandioca e Fruticultura: publicações sobre batata, batata-doce e mandioca.
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (org.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — repolho, cebola, alho, abóboras: condições e duração.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — repolho na vala, cebola no sótão, abóboras no cômodo quente.
- Kader, A. A. (org.) (2002): Postharvest Technology of Horticultural Crops, 3.ª edição. University of California, ANR Publication 3311 — secagem da cebola, cura das abóboras, dano pelo frio.
- Epagri e Embrapa Hortaliças: publicações sobre cultivo, colheita e armazenamento de cebola, alho e abóboras no Brasil.
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (org.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — maçãs, peras, marmelos: temperaturas, umidade, distúrbios na conservação.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — conservação caseira de frutas, embrulho, separação dos legumes.
- Royal Horticultural Society (RHS): Apples and pears: harvesting and storing (rhs.org.uk) — conservação caseira e amadurecimento das peras.
- FAO e OMS, Codex Alimentarius (2003): Code of Practice for the Prevention and Reduction of Patulin Contamination in Apple Juice — fruta podre e patulina.
- Epagri (Estação Experimental de São Joaquim) e Embrapa Uva e Vinho: publicações sobre variedades, colheita e conservação de maçã e pera no Sul do Brasil.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — manejo do porão no inverno, ventilação, geada, roedores.
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (org.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — temperaturas de congelamento, condensação, higiene de armazéns.
- Centers for Disease Control and Prevention (CDC): Clean Up After Rodents (cdc.gov) — limpeza segura de fezes de roedores.
- FAO (1989): Prevention of Post-Harvest Food Losses: Fruits, Vegetables and Root Crops. A Training Manual. Roma: FAO — higiene e controle de armazéns.
- Ministério da Saúde (Brasil): orientações sobre hantavirose, leptospirose e acidentes com escorpiões.
Secagem (32)
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Drying (Drying Fruits, Drying Vegetables, Drying Herbs) — temperaturas, pré-tratamentos, testes de secura, condicionamento e pasteurização.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — capítulo sobre secagem.
- Harrison, J. A. e Andress, E. L. (2000): Preserving Food: Drying Fruits and Vegetables, FDNS-E-43-10. University of Georgia Cooperative Extension.
- FAO: Fruit and Vegetable Processing (FAO Agricultural Services Bulletin 119, 1995) — princípios de secagem, secadores e umidade do produto pronto.
- Codex Alimentarius: Code of Practice for the Prevention and Reduction of Mycotoxin Contamination in Spices (CXC 78-2017) e Code of Practice for the Prevention and Reduction of Aflatoxin Contamination in Dried Figs (CXC 65-2008).
- Embrapa (Embrapa Agroindústria de Alimentos, Embrapa Hortaliças): publicações sobre secagem de frutas e hortaliças em pequena escala.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Drying Fruits (parte sobre secagem ao sol) e Drying Vegetables — condições de temperatura e umidade, sereno, pasteurização no freezer e no forno.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — secagem ao sol, à sombra e em fios.
- FAO: Fruit and Vegetable Processing (FAO Agricultural Services Bulletin 119, 1995) — secagem ao sol e proteção contra contaminação.
- Codex Alimentarius: Code of Practice for the Prevention and Reduction of Aflatoxin Contamination in Dried Figs (CXC 65-2008) — colheita, seleção e secagem de figos.
- FAO: Fruit and Vegetable Processing (FAO Agricultural Services Bulletin 119, 1995) — tipos de secador, aquecimento direto e indireto, secadores solares.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Drying — desidratadores elétricos, forno, temperaturas.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — equipamento de secagem.
- EFSA (2008): Polycyclic Aromatic Hydrocarbons in Food, Scientific Opinion of the Panel on Contaminants in the Food Chain — HPA da fumaça.
- WHO (2010): WHO Guidelines for Indoor Air Quality: Selected Pollutants — monóxido de carbono.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Drying Fruits — temperaturas, carga da bandeja, abrir a casca, condicionamento.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — secagem de frutas por tipo, problemas.
- FAO: Fruit and Vegetable Processing (FAO Agricultural Services Bulletin 119, 1995) — secagem de ameixa, damasco e uva, classificação do produto pronto.
- Codex Alimentarius: Code of Practice for the Prevention and Reduction of Aflatoxin Contamination in Dried Figs (CXC 65-2008).
- Embrapa (Embrapa Agroindústria de Alimentos, Embrapa Mandioca e Fruticultura): publicações sobre banana-passa e frutas tropicais desidratadas.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Drying Vegetables — branqueamento no vapor, temperaturas, testes de secura, condicionamento.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — secagem de legumes, reidratação.
- Codex Alimentarius: Code of Practice for the Prevention and Reduction of Mycotoxin Contamination in Spices (CXC 78-2017) — mofo e micotoxinas no pimentão.
- Embrapa Hortaliças: publicações sobre pimentas (Capsicum) e secagem de pimenta e páprica.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Drying Vegetables (cogumelos) e Drying Herbs — temperaturas, testes de secura, pasteurização.
- WHO (2003): WHO guidelines on good agricultural and collection practices (GACP) for medicinal plants — colheita e secagem de ervas.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — secagem de cogumelos e ervas.
- Flammer, R. e Horak, E. (2003): Giftpilze – Pilzgifte. Schwabe — cogumelos tóxicos, síndromes de intoxicação e tempo de aparecimento dos sintomas.
- National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia: Drying (Storing Dried Foods) — embalagem, temperatura, prazos, pasteurização.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — armazenamento de alimentos secos.
- Purdue University Extension, Department of Entomology: fichas sobre pragas de produtos armazenados (Indianmeal Moth e outras) — traça-indiana-da-farinha, identificação e controle sem inseticida.
- WHO (2003): WHO guidelines on good agricultural and collection practices (GACP) for medicinal plants — armazenamento de ervas secas.
Defumação e defumador (28)
- Sikorski, Z. E. e Kołakowski, E. (2010): Smoking. Em: Toldrá, F. (org.), Handbook of Meat Processing. Wiley-Blackwell — composição da fumaça, temperaturas, HPA.
- Marianski, S. e Marianski, A. (2010): Home Production of Quality Meats and Sausages. Bookmagic — defumação a frio, semiquente e a quente, defumadores, sal de cura.
- USDA FSIS: Smoking Meat and Poultry — temperaturas da câmara e do centro da carne.
- EFSA (2008): Polycyclic Aromatic Hydrocarbons in Food, parecer científico do painel CONTAM — HPA nos alimentos defumados.
- Regulamento (UE) 2023/915 da Comissão, relativo aos teores máximos de certos contaminantes nos géneros alimentícios — benzo[a]pireno e HPA4 em carne e peixe defumados (obrigatório em PT; no Brasil, referência de boa prática).
- Marianski, S. e Marianski, A. (2010): Home Production of Quality Meats and Sausages. Bookmagic — defumadores com fornalha separada, canal de fumaça, gerador de fumaça.
- Sikorski, Z. E. e Kołakowski, E. (2010): Smoking. Em: Toldrá, F. (org.), Handbook of Meat Processing. Wiley-Blackwell — temperaturas da fumaça e equipamentos.
- USDA FSIS: Smoking Meat and Poultry — segurança da defumação a quente.
- Sikorski, Z. E. e Kołakowski, E. (2010): Smoking. Em: Toldrá, F. (org.), Handbook of Meat Processing. Wiley-Blackwell — pirólise da madeira, temperaturas da fumaça, composição da fumaça.
- EFSA (2008): Polycyclic Aromatic Hydrocarbons in Food, parecer científico do painel CONTAM — HPA, benzo[a]pireno, soma de quatro HPA.
- Regulamento (UE) 2023/915 da Comissão, relativo aos teores máximos de certos contaminantes nos géneros alimentícios — limites para carne e peixe defumados (obrigatório em PT).
- Marianski, S. e Marianski, A. (2010): Home Production of Quality Meats and Sausages. Bookmagic — espécies de madeira, geradores de fumaça, defumação a frio e a quente.
- Toldrá, F. (2002): Dry-Cured Meat Products. Food & Nutrition Press — defumação e secagem de curados, perda de peso.
- Marianski, S. e Marianski, A. (2010): Home Production of Quality Meats and Sausages. Bookmagic — defumação a frio, temperaturas, umidade, ritmo da fumaça.
- Sikorski, Z. E. e Kołakowski, E. (2010): Smoking. Em: Toldrá, F. (org.), Handbook of Meat Processing. Wiley-Blackwell — defumação a frio e qualidade.
- USDA FSIS: Smoking Meat and Poultry — segurança da defumação.
- USDA FSIS: Smoking Meat and Poultry — temperaturas da câmara, temperaturas seguras no centro, resfriamento.
- USDA FSIS (2017): Appendix B: Compliance Guidelines for Cooling Heat-Treated Meat and Poultry Products (Stabilization) — resfriamento em dois passos.
- Marianski, S. e Marianski, A. (2010): Home Production of Quality Meats and Sausages. Bookmagic — defumação a quente, salmoura, cozimento de presunto e linguiças; sal de cura (Cure #1 a 6,25 %).
- Regulamento (CE) n.º 1333/2008 relativo aos aditivos alimentares, alterado pelo Regulamento (UE) 2023/2108 da Comissão — nitritos nos produtos de carne (obrigatório em PT).
- FDA: Fish and Fishery Products Hazards and Controls Guidance, 4.ª edição com atualizações — peixe defumado a quente (63 °C, 30 min), parasitas e congelamento, botulismo tipo E, histamina.
- Regulamento (CE) n.º 853/2004, Anexo III, secção VIII — congelamento do peixe contra parasitas antes da defumação a frio (obrigatório em PT).
- Fox, P. F., Guinee, T. P., Cogan, T. M. e McSweeney, P. L. H. (2017): Fundamentals of Cheese Science, 2.ª edição. Springer — queijos defumados.
- Marianski, S. e Marianski, A. (2010): Home Production of Quality Meats and Sausages. Bookmagic — defumação de peixe, salmouras.
- IARC (2015): Red Meat and Processed Meat, IARC Monographs Vol. 114 — carne processada como cancerígeno do grupo 1.
- Regulamento (UE) 2023/915 da Comissão, relativo aos teores máximos de contaminantes nos géneros alimentícios — HPA em carne e peixe defumados (obrigatório em PT).
- Regulamento (CE) n.º 1333/2008 relativo aos aditivos alimentares, alterado pelo Regulamento (UE) 2023/2108 da Comissão — nitritos (obrigatório em PT).
- USDA FSIS: Smoking Meat and Poultry e Ham and Food Safety — conservação e prazos.
Salga e salmoura (29)
- Marianski, S. e Marianski, A. (2010): Home Production of Quality Meats and Sausages. Bookmagic — tipos de salga, mistura de cura (Cure #1), salga no equilíbrio.
- Toldrá, F. (org.) (2010): Handbook of Meat Processing. Wiley-Blackwell — papel do sal e do nitrito na carne.
- U.S. Food and Drug Administration (2020): Fish and Fishery Products Hazards and Controls Guidance, 4.ª edição — sal na fase aquosa, botulismo tipo E, parasitas, histamina.
- World Health Organization (2012): Guideline: Sodium intake for adults and children — menos de 5 g de sal por dia.
- National Center for Home Food Preservation (University of Georgia) — salga, salmouras e segurança da conserva caseira.
- Regulamento (UE) 2023/2108 da Comissão, que altera o anexo II do Regulamento (CE) n.º 1333/2008 quanto aos nitritos e nitratos (E 249–E 252) — doses máximas de nitrito adicionado.
- Marianski, S. e Marianski, A. (2010): Home Production of Quality Meats and Sausages. Bookmagic — salga a seco no equilíbrio, tempo por espessura, mistura de cura.
- Toldrá, F. (org.) (2010): Handbook of Meat Processing. Wiley-Blackwell — salga a seco, equalização, perda de peso.
- USDA FSIS: Safe Minimum Internal Temperature Chart — temperatura segura para aves (74 °C).
- EFSA e ECDC: relatório anual European Union One Health Zoonoses Report — triquinelose, salmonela e campylobacter na Europa.
- Regulamento (UE) 2023/2108 da Comissão — doses máximas de nitrito adicionado em produtos de carne.
- Marianski, S. e Marianski, A. (2010): Home Production of Quality Meats and Sausages. Bookmagic — salmoura de equilíbrio, injeção, mistura de cura (Cure #1).
- Toldrá, F. (org.) (2010): Handbook of Meat Processing. Wiley-Blackwell — cura em salmoura, injeção, presunto cozido.
- USDA FSIS: Ham and Food Safety e Safe Minimum Internal Temperature Chart — presunto cozido, temperaturas para porco e aves.
- USDA FSIS: Mechanically Tenderized Beef — por que carne perfurada por agulha precisa de cozimento até o centro.
- Kindstedt, P. (2005): American Farmstead Cheese. Chelsea Green — salmoura, cálcio e acidez da salmoura, defeitos do queijo.
- Fox, P. F., Guinee, T. P., Cogan, T. M. e McSweeney, P. L. H. (2017): Fundamentals of Cheese Science, 2.ª edição. Springer — salga do queijo, queijos em salmoura.
- Tamime, A. Y. (org.) (2006): Brined Cheeses. Blackwell — feta, queijos brancos em salmoura, salmoura e maturação.
- EFSA e ECDC: relatório anual European Union One Health Zoonoses Report — listeriose e queijos.
- U.S. Food and Drug Administration (2020): Fish and Fishery Products Hazards and Controls Guidance, 4.ª edição — histamina, parasitas e congelamento, botulismo tipo E, sal na fase aquosa, peixe salgado sem eviscerar.
- Regulamento (CE) n.º 853/2004, anexo III, secção VIII — congelamento do peixe que se come cru ou pouco processado (parasitas).
- EFSA Panel on Biological Hazards (2010): Scientific Opinion on risk assessment of parasites in fishery products. EFSA Journal 8(4):1543.
- Codex Alimentarius: Standard for Salted Fish and Dried Salted Fish of the Gadidae Family of Fishes (CXS 167-1989) — bacalhau salgado e seco.
- National Center for Home Food Preservation (University of Georgia): So Easy to Preserve, 6.ª edição — salga e fermentação de legumes, segurança.
- U.S. Food and Drug Administration (2020): Fish and Fishery Products Hazards and Controls Guidance — sal na fase aquosa que freia o botulismo (o princípio vale também para legumes).
- Codex Alimentarius: General Principles of Food Hygiene (CXC 1-1969, revisão 2020) — APPCC (HACCP), pontos de controle, limites e ações corretivas.
- World Health Organization (2018): Botulism, nota descritiva — sinais, tratamento, prevenção.
- U.S. Food and Drug Administration (2020): Fish and Fishery Products Hazards and Controls Guidance, 4.ª edição — histamina, parasitas, botulismo tipo E.
- EFSA e ECDC: relatório anual European Union One Health Zoonoses Report — listeriose, triquinelose, salmonela, botulismo.
Fermentação e conservas ácidas (35)
- Katz, S. E. (2012): The Art of Fermentation. Chelsea Green Publishing — fermentação láctica de legumes, recipientes, peso, levedura kahm.
- Hutkins, R. W. (2019): Microbiology and Technology of Fermented Foods, 2ª edição. Wiley-Blackwell — fases da fermentação do repolho e bactérias lácticas.
- Breidt, F., McFeeters, R. F., Pérez-Díaz, I. e Lee, C.-H. (2013): Fermented Vegetables. Em: Doyle, M. P. e Buchanan, R. L. (org.), Food Microbiology: Fundamentals and Frontiers, 4ª edição. ASM Press — sal, temperatura, pH e segurança.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 6: Preparing and Canning Fermented and Pickled Foods. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — sal para repolho e pepino, temperatura e duração.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — equipamento e armazenamento de legumes fermentados.
- U.S. FDA: Questions and Answers on Lead-Glazed Traditional Pottery — alimento ácido e chumbo do esmalte.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 6: Preparing and Canning Fermented and Pickled Foods. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — sal 2–2,5 %, temperaturas e duração da fermentação do repolho, processamento do chucrute em vidros.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — chucrute, problemas e armazenamento.
- Katz, S. E. (2012): The Art of Fermentation. Chelsea Green Publishing — repolho no barril, recipientes, peso, levedura kahm.
- Hutkins, R. W. (2019): Microbiology and Technology of Fermented Foods, 2ª edição. Wiley-Blackwell — andamento da fermentação do repolho e efeito do sal e da temperatura.
- Steinkraus, K. H. (org.) (1996): Handbook of Indigenous Fermented Foods, 2ª edição. Marcel Dekker — legumes fermentados tradicionais.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 6: Preparing and Canning Fermented and Pickled Foods. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — pepinos fermentados, salmoura, temperatura, banho-maria para pepinos fermentados.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — crocância e problemas com pepinos fermentados.
- Breidt, F., McFeeters, R. F., Pérez-Díaz, I. e Lee, C.-H. (2013): Fermented Vegetables. Em: Food Microbiology: Fundamentals and Frontiers, 4ª edição. ASM Press — amolecimento dos pepinos, sal e enzimas.
- Katz, S. E. (2012): The Art of Fermentation. Chelsea Green Publishing — taninos (folhas de cerejeira, parreira, carvalho), nabo fermentado, legumes mistos.
- Katz, S. E. (2012): The Art of Fermentation. Chelsea Green Publishing — salmoura, sucos de legumes fermentados, acidulante de farelo.
- World Health Organization (2012): Guideline: Sodium intake for adults and children. OMS, Genebra — recomendação de menos de 5 g de sal por dia.
- EFSA Panel on Biological Hazards (2011): Scientific Opinion on risk based control of biogenic amine formation in fermented foods. EFSA Journal 9(10):2393 — histamina e tiramina em alimentos fermentados.
- Hutkins, R. W. (2019): Microbiology and Technology of Fermented Foods, 2ª edição. Wiley-Blackwell — fermentação de sucos de legumes e papel do iniciador.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 6. National Center for Home Food Preservation (NCHFP) — composição da salmoura de chucrute e regras para legumes fermentados.
- Katz, S. E. (2012): The Art of Fermentation. Chelsea Green Publishing — kvass de beterraba, bebidas de legumes, segunda carga.
- Hutkins, R. W. (2019): Microbiology and Technology of Fermented Foods, 2ª edição. Wiley-Blackwell — fermentação láctica de legumes e papel do sal e da temperatura.
- Steinkraus, K. H. (org.) (1996): Handbook of Indigenous Fermented Foods, 2ª edição. Marcel Dekker — bebidas fermentadas tradicionais de legumes (šalgam e semelhantes).
- EFSA Panel on Biological Hazards (2011): Scientific Opinion on risk based control of biogenic amine formation in fermented foods. EFSA Journal 9(10):2393 — histamina e tiramina.
- World Health Organization (2012): Guideline: Sodium intake for adults and children — recomendação de menos de 5 g de sal por dia.
- Tamime, A. Y. (org.) (2006): Fermented Milks. Blackwell Publishing — kefir, leites fermentados mesofílicos, leitelho.
- Farnworth, E. R. (org.) (2008): Handbook of Fermented Functional Foods, 2ª edição. CRC Press — grãos de kefir, microbiota, álcool no kefir.
- Codex Alimentarius: Standard for Fermented Milks (CXS 243-2003) — definições de kefir, leite fermentado e ayran.
- Katz, S. E. (2012): The Art of Fermentation. Chelsea Green Publishing — cuidado com os grãos de kefir, tarhana.
- Carroll, R. (2002): Home Cheese Making, 3ª edição. Storey Publishing — culturas mesofílicas, leitelho.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 6: Preparing and Canning Fermented and Pickled Foods. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — problemas com chucrute e pepinos, quando jogar fora.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — tabela de problemas com legumes fermentados.
- Breidt, F., McFeeters, R. F., Pérez-Díaz, I. e Lee, C.-H. (2013): Fermented Vegetables. Em: Food Microbiology: Fundamentals and Frontiers, 4ª edição. ASM Press — bactérias viscosas, chucrute rosado, amolecimento, segurança.
- World Health Organization (2006): Five Keys to Safer Food Manual — higiene e conservação de alimentos.
- Katz, S. E. (2012): The Art of Fermentation. Chelsea Green Publishing — levedura kahm, mofo na superfície.
Gordura, azeite, mel e açúcar (35)
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — botulismo, limite de pH 4,6, alimento sem ar.
- Leistner, L. e Gorris, L. G. M. (1995): Food preservation by hurdle technology. Trends in Food Science & Technology 6 — princípio dos obstáculos (barreiras) contra o estrago.
- OMS (WHO): Botulism, nota informativa — fontes, sintomas e prevenção do botulismo.
- Shahidi, F. (org.) (2005): Bailey's Industrial Oil and Fat Products, 6.ª edição. Wiley — oxidação e ranço de gorduras e óleos.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6.ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — conservação, congelamento, despensa.
- USDA FSIS: Shelf-Stable Food Safety e Safe Minimum Internal Temperatures — temperaturas seguras da carne e conservação fora da geladeira.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 5: Preparing and Canning Poultry, Red Meats, and Seafoods. NCHFP, University of Georgia — por que carne em vidro só se esteriliza sob pressão.
- Peck, M. W. (2006): Clostridium botulinum and the safety of minimally heated, chilled foods: an emerging issue? Journal of Applied Microbiology 101 — crescimento do botulismo em temperaturas baixas e o papel do sal e do frio.
- OMS (WHO): Botulism, nota informativa — destruição da toxina pelo cozimento.
- Toldrá, F. (org.) (2010): Handbook of Meat Processing. Wiley-Blackwell — salga, tratamento térmico e conservação de produtos cárneos.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 6: Preparing and Canning Fermented Foods and Pickled Vegetables (Marinated Whole Mushrooms). NCHFP, University of Georgia — receita e tempos de banho-maria dos cogumelos marinados.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6.ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — óleos com ervas e legumes no azeite.
- University of California, Agriculture and Natural Resources: Garlic: Safe Methods to Store, Preserve, and Enjoy — alho no azeite.
- U.S. FDA: 21 CFR 133 (Cheeses and related cheese products) — regra dos 60 dias de maturação para queijo de leite não pasteurizado (EUA).
- OMS (WHO): Listeriosis, nota informativa — grupos de risco e alimentos.
- Diretiva 2001/110/CE do Conselho relativa ao mel, com alterações — definição de mel e proibição de acréscimos (PT/UE).
- Regulamento (UE) n.º 1169/2011, informação aos consumidores sobre os géneros alimentícios — denominação, ingredientes, quantidade de ingredientes (QUID) e alérgenos (frutos de casca rija) (PT/UE).
- MAPA, Instrução Normativa n.º 11/2000: Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel; ANVISA, RDC n.º 26/2015: rotulagem de alimentos alergênicos (BR).
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 2: Selecting, Preparing and Canning Fruit and Fruit Products. NCHFP, University of Georgia — mel no lugar de parte do açúcar na calda.
- Codex Alimentarius: Code of Practice for the Prevention and Reduction of Aflatoxin Contamination in Tree Nuts (CXC 59-2005) — secagem e bolores das castanhas.
- American Academy of Pediatrics: mel e botulismo infantil; castanhas e engasgo em crianças pequenas.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 6 e Guide 7. NCHFP, University of Georgia — uso de cal alimentícia (pickling lime) e enxágue; banho-maria para produtos doces.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6.ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — frutas e cascas cristalizadas, caldas.
- Codex Alimentarius: Standard for Jams, Jellies and Marmalades (CXS 296-2009) — teor de sólidos solúveis (°Brix) em produtos de fruta com açúcar.
- Jay, J. M., Loessner, M. J. e Golden, D. A. (2005): Modern Food Microbiology, 7.ª edição. Springer — atividade de água e limites de crescimento de micróbios em alimentos com açúcar.
- Shahidi, F. (org.) (2005): Bailey's Industrial Oil and Fat Products, 6.ª edição. Wiley — derretimento, composição e oxidação das gorduras animais, pontos de fumaça.
- USDA FSIS: Shelf-Stable Food Safety — conservação de gorduras fora da geladeira.
- NFPA 10: Standard for Portable Fire Extinguishers — extintores de classe K/F para óleos e gorduras.
- Organização Mundial da Saúde (WHO): Burns — primeiros socorros em queimaduras.
- RSPB (Royal Society for the Protection of Birds): conselhos para alimentar pássaros com gordura e sebo no inverno — sem sal, sem redinhas, sem gordura da frigideira.
- OMS (WHO): Botulism, nota informativa — fontes, sintomas, tempo até os sinais, destruição da toxina pelo cozimento.
- U.S. CDC: Botulism — sintomas, botulismo infantil e manejo de alimento suspeito, incluindo a solução de cloro 1 : 5 (para cloro de 5–6 %).
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Guide 1 e Guide 5. NCHFP, University of Georgia — panela de pressão, tempos para carne, frango, ensopado e caldo.
- USDA FSIS: Food Safety in a Power Outage e Safe Minimum Internal Temperatures — freezer e geladeira sem energia, temperaturas seguras.
- Codex Alimentarius: Code of Practice for the Prevention and Reduction of Aflatoxin Contamination in Tree Nuts (CXC 59-2005).
Armazenamento de grãos e farinha (35)
- FAO (1994): Grain storage techniques: Evolution and trends in developing countries. FAO Agricultural Services Bulletin 109 — umidade, temperatura, umidade de equilíbrio, pragas de armazém.
- FAO (2011): Rural structures in the tropics: design and development. Roma: FAO — armazéns de grãos, ventilação, migração da umidade.
- Hagstrum, D. W., Phillips, T. W. e Cuperus, G. (org.) (2012): Stored Product Protection. Kansas State University Research and Extension, S156 — insetos de armazém, vistoria, temperaturas de desenvolvimento, prazos seguros de guarda.
- Logsdon, G. (2009): Small-Scale Grain Raising, 2ª edição. Chelsea Green — guarda de grãos na pequena propriedade.
- Lorini, I. et al. (2015): Manejo integrado de pragas de grãos e sementes armazenadas. Brasília: Embrapa — pragas de armazém, umidade e temperatura, expurgo.
- U.S. OSHA: Grain Handling — perigo de soterramento em tulhas e silos.
- FAO (2011): Rural structures in the tropics: design and development. Roma: FAO — armazéns de grãos, paióis de milho, proteção contra roedores, cargas.
- FAO (1994): Grain storage techniques: Evolution and trends in developing countries. FAO Agricultural Services Bulletin 109 — armazéns tradicionais, paióis e tulhas.
- Logsdon, G. (2009): Small-Scale Grain Raising, 2ª edição. Chelsea Green — paiol de milho e tulha pequena no sítio.
- Midwest Plan Service: Grain Drying, Handling and Storage Handbook (MWPS-13). Iowa State University — pesos específicos dos grãos, cargas em paredes e pisos.
- U.S. OSHA: Grain Handling — soterramento em armazéns de grãos.
- FAO (1994): Grain storage techniques: Evolution and trends in developing countries. FAO Agricultural Services Bulletin 109 — recipientes, sacos, guarda hermética.
- Murdock, L. L., Margam, V., Baoua, I., Balfe, S. e Shade, R. E. (2012): Death by desiccation: Effects of hermetic storage on cowpea bruchids. Journal of Stored Products Research 49 — como os insetos morrem em recipientes herméticos.
- Purdue University: Purdue Improved Crop Storage (PICS) — sacos herméticos de várias camadas para grãos e leguminosas.
- Hagstrum, D. W., Phillips, T. W. e Cuperus, G. (org.) (2012): Stored Product Protection. Kansas State University, S156 — embalagens resistentes a insetos.
- CDC (Centers for Disease Control and Prevention): Clean Up After Rodents e Seal Up! Trap Up! Clean Up! — vedação de aberturas, ratoeiras, limpeza molhada de fezes e ninhos.
- WHO (2011): Leptospirosis: an emerging public health problem. Weekly Epidemiological Record — leptospirose e roedores.
- Brasil, Ministério da Saúde: Manual de controle de roedores (2002) e materiais sobre hantavirose — biologia, controle e prevenção no meio rural.
- FAO (2011): Rural structures in the tropics: design and development. Roma — proteção do armazém de grãos contra roedores, chapéus.
- Buckle, A. P. e Smith, R. H. (org.) (2015): Rodent Pests and Their Control, 2ª edição. CABI — biologia de camundongos e ratos, dano, ratoeiras, envenenamento secundário.
- Hagstrum, D. W., Phillips, T. W. e Cuperus, G. (org.) (2012): Stored Product Protection. Kansas State University Research and Extension, S156 — identificação de insetos, temperaturas de desenvolvimento, vistoria, congelamento e calor, terra de diatomáceas.
- Rees, D. (2004): Insects of Stored Products. CSIRO Publishing — biologia e identificação de insetos do grão e da farinha.
- Subramanyam, Bh. e Hagstrum, D. W. (org.) (2000): Alternatives to Pesticides in Stored-Product IPM. Kluwer Academic — guarda hermética, atmosfera modificada, terra de diatomáceas, calor e frio.
- FAO (1994): Grain storage techniques: Evolution and trends in developing countries. FAO Agricultural Services Bulletin 109 — métodos tradicionais (cinza, óleo, areia).
- Lorini, I. et al. (2015): Manejo integrado de pragas de grãos e sementes armazenadas. Brasília: Embrapa — pragas de armazém no Brasil, terra de diatomáceas, expurgo.
- Hoseney, R. C. (1994): Principles of Cereal Science and Technology, 2ª edição. AACC, St. Paul — lipídios do grão, ranço da farinha integral, maturação da farinha.
- Kent, N. L. e Evers, A. D. (1994): Kent's Technology of Cereals, 4ª edição. Woodhead — tipos de farinha, umidade e conservação da farinha.
- U.S. FDA: Handling Flour Safely: What You Need to Know — farinha crua e massa crua.
- Rees, D. (2004): Insects of Stored Products. CSIRO Publishing — besouros da farinha, traças e ácaros na farinha.
- Hagstrum, D. W., Phillips, T. W. e Cuperus, G. (org.) (2012): Stored Product Protection. Kansas State University, S156 — proteção de produtos processados contra insetos.
- Brasil, MAPA: Instrução Normativa nº 8, de 2 de junho de 2005 — regulamento técnico da farinha de trigo (tipo 1, tipo 2, integral).
- FAO (1994): Grain storage techniques: Evolution and trends in developing countries. FAO Agricultural Services Bulletin 109 — estoques, perdas no armazém, densidade dos grãos.
- FAO (2011): Global food losses and food waste: extent, causes and prevention. Roma — perdas de grãos no armazenamento.
- McDonald, P., Edwards, R. A., Greenhalgh, J. F. D. et al. (2011): Animal Nutrition, 7ª edição. Pearson — necessidade de concentrado dos animais.
- Logsdon, G. (2009): Small-Scale Grain Raising, 2ª edição. Chelsea Green — quanto grão a casa e os animais precisam na pequena propriedade.
Refrigeração sem eletricidade (36)
- USDA Food Safety and Inspection Service: Danger Zone (40 °F – 140 °F) e Leftovers and Food Safety — zona de perigo, regra das 2 horas e 1 hora acima de 32 °C.
- U.S. Food and Drug Administration: Food Code (2022) — resfriamento de comida cozida em dois passos (60 → 21 °C em 2 h, → 5 °C em mais 4 h).
- WHO (2006): Five Keys to Safer Food Manual. Genebra: Organização Mundial da Saúde — temperatura, tempo, sobras, grupos de risco.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — despensas frias, temperatura do solo, refrigeração natural.
- FAO (1989): Prevention of Post-Harvest Food Losses: Fruits, Vegetables and Root Crops. A Training Manual. Roma: FAO — resfriamento por evaporação e armazéns simples.
- ANVISA: orientações de boas práticas para manipulação de alimentos e conservação de sobras.
- Cummings, R. O. (1949): The American Ice Harvests: A Historical Study in Technology, 1800–1918. Berkeley: University of California Press — corte, arrumação e conservação de gelo natural.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — despensas frias e refrigeração natural.
- U.S. Food and Drug Administration: Food Code (2022) — gelo em contato direto com comida tem de ser de água potável; comida guardada a 5 °C ou menos.
- WHO (2006): Five Keys to Safer Food Manual. Genebra: Organização Mundial da Saúde — temperatura e água limpa.
- U.S. FDA: Grade “A” Pasteurized Milk Ordinance — prazos e temperaturas de resfriamento do leite cru na propriedade.
- WHO (2017): Guidelines for Drinking-water Quality, 4.ª edição com adendo. Genebra: Organização Mundial da Saúde — proteção de nascentes e poços contra contaminação.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — casinhas de nascente e resfriamento com água.
- U.S. Occupational Safety and Health Administration (OSHA): regras para entrada em espaços confinados (Permit-Required Confined Spaces, 29 CFR 1910.146) — 19,5 % de oxigênio como limite inferior.
- Brasil, Lei 12.651/2012 (Código Florestal) — APP no entorno de nascentes.
- Embrapa e EMATER: publicações sobre proteção de nascentes e qualidade do leite na propriedade.
- Rolex Awards for Enterprise (2000): projeto de Mohammed Bah Abba, geladeira “pot-in-pot” (zeer) no norte da Nigéria — princípio e durações obtidas para legumes.
- Practical Action (antes ITDG): fichas técnicas Evaporative Cooling e Clay Pot Cooler — montagem, medidas, manutenção.
- FAO (1989): Prevention of Post-Harvest Food Losses: Fruits, Vegetables and Root Crops. A Training Manual. Roma: FAO — resfriamento por evaporação, umidade e perda de água dos legumes.
- Indian Agricultural Research Institute (IARI), Nova Délhi: Pusa Zero Energy Cool Chamber — câmara de tijolo de parede dupla com areia molhada.
- U.S. FDA: alertas sobre chumbo em cerâmica esmaltada tradicional (Lead in Food, Foodwares, and Dietary Supplements).
- Ministério da Saúde (BR): orientações de combate ao Aedes aegypti — eliminação de água parada.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — despensas frias, caixas na janela, ventilação.
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (org.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — temperatura e umidade para conservação.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Refrigeration and Food Safety — 4 °C (40 °F) como limite para alimentos perecíveis.
- WHO (2006): Five Keys to Safer Food Manual. Genebra: Organização Mundial da Saúde — guardar no frio e separar cru de cozido.
- INMET: normais climatológicas (temperaturas mínimas e máximas mensais) das estações do Sul e do Sudeste.
- Stull, R. (2011): “Wet-Bulb Temperature from Relative Humidity and Air Temperature”. Journal of Applied Meteorology and Climatology 50 (11), 2267–2269 — fórmula da tabela de bulbo úmido.
- FAO (1989): Prevention of Post-Harvest Food Losses: Fruits, Vegetables and Root Crops. A Training Manual. Roma: FAO — resfriamento dos legumes depois da colheita, evaporação.
- Kader, A. A. (org.) (2002): Postharvest Technology of Horticultural Crops, 3.ª edição. University of California, Agriculture and Natural Resources, Publication 3311 — resfriamento pós-colheita, umidade e perda de água.
- Practical Action (antes ITDG): ficha técnica Evaporative Cooling — resfriador de carvão e armários de juta molhada.
- INMET: normais climatológicas de umidade relativa do ar por estação.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Keeping Food Safe During an Emergency e A Consumer's Guide to Food Safety: Severe Storms and Hurricanes — freezer sem energia (cheio 36–48 h, pela metade 24 h), geladeira 4 horas, recongelamento.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Danger Zone (40 °F – 140 °F) — regra das 2 horas e de 1 hora acima de 32 °C.
- WHO (2006): Five Keys to Safer Food Manual. Genebra: Organização Mundial da Saúde — cozinhar, esfriar e reaquecer.
- U.S. FDA: Food Code (2022) — resfriamento em dois passos e manutenção da comida quente acima de 57–60 °C.
Calendário da despensa (29)
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — segurança das conservas, prazos, quantidades por vidro.
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (orgs.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — condições e duração do armazenamento de legumes e frutas.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — planejamento dos estoques de inverno da família.
- World Health Organization (2003): Diet, Nutrition and the Prevention of Chronic Diseases, WHO Technical Report Series 916 — pelo menos 400 g de frutas e legumes por dia.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539. National Center for Home Food Preservation (NCHFP), University of Georgia — tempos e métodos de conservas.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6.ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — planejamento sazonal do processamento.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — colheita e entrada no porão por estação.
- Proctor, D. L. (org.) (1994): Grain Storage Techniques: Evolution and Trends in Developing Countries. FAO Agricultural Services Bulletin 109. Roma: FAO — umidade, resfriamento e vistoria do grão.
- Embrapa — calendários regionais de cultivo (trigo no Sul, morango, hortaliças) e Sistemas de Produção.
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (orgs.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — duração de legumes e frutas frescos.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539. NCHFP, University of Georgia — prazo dos vidros e sinais de estrago.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Freezing and Food Safety (fsis.usda.gov) — segurança e qualidade dos alimentos no freezer.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6.ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — prazos para secos, fermentados e congelados.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — ordem de consumo dos estoques do porão.
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (orgs.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — duração por espécie e variedade.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Freezing and Food Safety e Food Safety During Power Outages (fsis.usda.gov) — freezer e falta de energia.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6.ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — rotação de vidros e secos.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — lugares de armazenamento na casa, porão, prateleiras.
- Gross, K. C., Wang, C. Y. e Saltveit, M. (orgs.) (2016): The Commercial Storage of Fruits, Vegetables, and Florist and Nursery Stocks. USDA, Agriculture Handbook 66 — condições e etileno.
- Centers for Disease Control and Prevention (CDC): Clean Up After Rodents (cdc.gov) — limpeza segura de fezes de roedores.
- Proctor, D. L. (org.) (1994): Grain Storage Techniques: Evolution and Trends in Developing Countries. FAO Agricultural Services Bulletin 109. Roma: FAO — recipientes e proteção do grão.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539. NCHFP, University of Georgia — identificação de vidros e lotes.
- FAO (2019): The State of Food and Agriculture 2019: Moving Forward on Food Loss and Waste Reduction. Roma: FAO — medição e causas das perdas de alimentos.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — registro dos estoques do porão.
- USDA Food Safety and Inspection Service: Freezing and Food Safety (fsis.usda.gov) — etiquetagem e prazos no freezer.
- USDA (2015): Complete Guide to Home Canning, Agriculture Information Bulletin No. 539. NCHFP, University of Georgia — planejamento de quantidades e compras para conservas.
- Andress, E. L. e Harrison, J. A. (2014): So Easy to Preserve, 6.ª edição. University of Georgia Cooperative Extension — planejamento dos estoques da família.
- FAO (2019): The State of Food and Agriculture 2019: Moving Forward on Food Loss and Waste Reduction. Roma: FAO — perdas de alimentos no domicílio.
- Bubel, M. e Bubel, N. (1991): Root Cellaring: Natural Cold Storage of Fruits and Vegetables, 2.ª edição. Storey Publishing — revisão anual dos estoques.
Lenha e aquecimento (31)
- Krajnc, N. (2015): Wood Fuels Handbook. FAO — medidas dos combustíveis de madeira, poder calorífico e umidade.
- USDA Forest Service, Forest Products Laboratory (2010): Wood Handbook: Wood as an Engineering Material, cap. 4 — densidade das espécies e teor de água.
- U.S. EPA, Burn Wise: conselhos para queimar lenha seca e usar medidor de umidade.
- Embrapa Florestas: publicações sobre eucalipto, bracatinga e acácia-negra para energia.
- FAO (2018): The State of the World's Forests 2018. Roma: FAO — manejo florestal sustentável.
- Matthews, J. D. (1989): Silvicultural Systems. Oxford University Press — talhadia, ciclos e sistemas de corte.
- Smith, D. M., Larson, B. C., Kelty, M. J., Ashton, P. M. S. (1997): The Practice of Silviculture: Applied Forest Ecology, 9.ª ed. Wiley — desbastes, escolha das árvores e regeneração.
- Embrapa Florestas: sistemas de produção de eucalipto, bracatinga e acácia-negra.
- Brasil: Lei 12.651/2012 (Código Florestal), Lei 11.428/2006 (Mata Atlântica), Lei 9.605/1998 (crimes ambientais); IBAMA, sistema DOF.
- European Agency for Safety and Health at Work (EU-OSHA): materiais sobre segurança na silvicultura e no trabalho com motosserra.
- HSE (Health and Safety Executive, Reino Unido): Chainsaws at work (INDG317) — equipamento, rebote e treinamento.
- OSHA (EUA): Logging eTool — derrubada, rotas de fuga, árvores enganchadas.
- ILO (1998): Safety and health in forestry work. An ILO code of practice. Genebra: Organização Internacional do Trabalho.
- Brasil: NR-12 (Anexo V, motosserras) e NR-31 (trabalho rural); Lei 12.651/2012 sobre registro e licença de motosserras no IBAMA.
- USDA Forest Service, Forest Products Laboratory (2010): Wood Handbook: Wood as an Engineering Material, caps. 4 e 13 — água na madeira e secagem.
- Krajnc, N. (2015): Wood Fuels Handbook. FAO — umidade, secagem e armazenamento de lenha.
- U.S. EPA, Burn Wise: Split, Stack, Cover, Store e orientações para o medidor de umidade.
- Embrapa Florestas: publicações sobre secagem e uso energético de eucalipto e bracatinga.
- U.S. EPA, Burn Wise: orientações para queimar, escolher o aparelho e segurança.
- Krajnc, N. (2015): Wood Fuels Handbook. FAO — combustão da madeira e eficiência dos aparelhos.
- U.S. Department of Energy, Energy Saver: Wood and Pellet Heating — escolha e dimensionamento.
- Normas europeias EN 13240 e EN 16510 para aparelhos domésticos a combustível sólido (obrigatórias em PT; no BR, referência de boa prática) — como se medem potência nominal e eficiência.
- WHO (2010): WHO Guidelines for Indoor Air Quality: Selected Pollutants. Copenhague: Escritório Regional da OMS para a Europa — monóxido de carbono.
- U.S. CDC: Carbon Monoxide Poisoning — sintomas, fontes e prevenção.
- NFPA 211: Standard for Chimneys, Fireplaces, Vents, and Solid Fuel-Burning Appliances — vistoria e limpeza de chaminés.
- EN 50291: norma para aparelhos elétricos de detecção de monóxido de carbono em residências.
- Krajnc, N. (2015): Wood Fuels Handbook. FAO — cadeia de abastecimento de combustíveis de madeira, medidas e secagem.
- USDA Forest Service, Forest Products Laboratory (2010): Wood Handbook: Wood as an Engineering Material — propriedades da madeira e secagem.
- U.S. EPA, Burn Wise — queima com lenha seca e segurança.
- HSE (Health and Safety Executive, Reino Unido): Chainsaws at work (INDG317) — organização do trabalho com motosserra.
- Embrapa Florestas: eucalipto e bracatinga para lenha em pequenas propriedades.
Energia (35)
- Comissão Europeia, Centro Comum de Investigação (JRC): PVGIS — Photovoltaic Geographical Information System, ferramenta gratuita para calcular a produção dos painéis por local (cobre também a América do Sul).
- Pereira, E. B. et al. (2017): Atlas Brasileiro de Energia Solar, 2.ª edição. INPE — irradiação solar por região do Brasil.
- U.S. Department of Energy, Energy Saver: Estimating Appliance and Home Electronic Energy Use — cálculo do consumo dos aparelhos pela potência e pelas horas de uso.
- Krajnc, N. (2015): Wood Fuels Handbook. FAO — poder calorífico dos combustíveis de madeira (alinhado com o H60-01).
- Inmetro / Procel: Programa Brasileiro de Etiquetagem (ENCE) e Selo Procel; União Europeia: Regulamento (UE) 2017/1369 relativo à etiquetagem energética.
- Comissão Europeia, Centro Comum de Investigação (JRC): PVGIS — Photovoltaic Geographical Information System — produção mensal e anual por local, inclinação e orientação.
- Pereira, E. B. et al. (2017): Atlas Brasileiro de Energia Solar, 2.ª edição. INPE — irradiação por região do Brasil.
- IEC 61215 e IEC 61730: normas internacionais de qualidade e segurança dos módulos fotovoltaicos; ABNT NBR 16690 (instalações fotovoltaicas) e NBR 5410 (instalações de baixa tensão).
- ANEEL: Resolução Normativa 1.000/2021 e Lei 14.300/2022 — micro e minigeração distribuída; Decreto-Lei 15/2022 (Portugal) — autoconsumo e UPAC.
- U.S. Department of Energy, Energy Saver: Planning a Home Solar Electric System e Off-Grid or Stand-Alone Renewable Energy Systems.
- U.S. Department of Energy, Energy Saver: Off-Grid or Stand-Alone Renewable Energy Systems — baterias, controladores e inversores em sistemas isolados.
- IEC 62485-2: requisitos de segurança para baterias estacionárias de chumbo, incluindo a ventilação do local por causa do hidrogênio.
- Battery University (Cadex Electronics): comparação entre baterias de chumbo e de lítio, profundidade de descarga e número de ciclos.
- ABNT NBR 5410 (instalações elétricas de baixa tensão) e NBR 16690 (instalações fotovoltaicas); Lei 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos) e Resolução CONAMA 401/2008.
- Folhas de dados dos fabricantes de baterias e inversores: tensões de carga, correntes máximas, temperaturas de carga.
- Gipe, P. (2016): Wind Energy for the Rest of Us. wind-works.org — pequenas turbinas, estimativa da produção pelo diâmetro do rotor, torres.
- Piggott, H. (2009): A Wind Turbine Recipe Book. Scoraig Wind Electric — turbinas caseiras com gerador axial, controlador e resistência para o excedente.
- Global Wind Atlas, Universidade Técnica da Dinamarca (DTU) e Banco Mundial — velocidade média do vento por local.
- Amarante, O. A. C. et al. (2001): Atlas do Potencial Eólico Brasileiro. CEPEL/Eletrobras.
- IEC 61400-2: norma internacional de projeto e ensaio de pequenas turbinas eólicas.
- U.S. Department of Energy, Energy Saver: Small Wind Electric Systems — local, altura da torre, ligação.
- U.S. Department of Energy, Energy Saver: Solar Water Heaters — tipos, termossifão e bomba, proteção contra congelamento, manutenção.
- Organização Mundial da Saúde (WHO, 2007): Legionella and the prevention of legionellosis — temperaturas de armazenamento da água quente.
- Weiss, W. (org., 2004): Solar Heating Systems for Houses: A Design Handbook for Solar Combisystems. IEA SHC, James & James — dimensionamento de coletores e reservatórios.
- ABNT NBR 15569: sistema de aquecimento solar de água em circuito direto — projeto e instalação; Inmetro/Procel: Programa Brasileiro de Etiquetagem para coletores e reservatórios térmicos.
- EN 12975 e EN ISO 9806: ensaio de coletores solares térmicos (Solar Keymark).
- U.S. Department of Energy, Energy Saver: Air Sealing Your Home, Insulation, Water Heating e Appliances and Electronics — medidas de economia e economias aproximadas.
- Organização Mundial da Saúde (WHO, 2007): Legionella and the prevention of legionellosis — temperatura da água quente.
- Organização Mundial da Saúde (WHO, 2009): WHO guidelines for indoor air quality: dampness and mould — umidade, mofo e ventilação.
- ANEEL: Tarifa Branca, bandeiras tarifárias e Programa de Eficiência Energética (PEE) das distribuidoras.
- U.S. Centers for Disease Control and Prevention (CDC): Carbon Monoxide Poisoning: Generator Safety — distância do gerador, sinais de intoxicação, detectores de CO.
- U.S. Department of Agriculture (USDA), Food Safety and Inspection Service: Keeping Food Safe During an Emergency — geladeira 4 horas, freezer cheio 48 horas, pela metade 24 horas.
- U.S. Department of Energy, Energy Saver: Off-Grid or Stand-Alone Renewable Energy Systems — gerador de reserva em sistemas isolados.
- ABNT NBR 5410: instalações elétricas de baixa tensão (separação entre rede e fonte de reserva).
- Manuais dos fabricantes de geradores: potência contínua e máxima, consumo de combustível, intervalos de manutenção.
Construções no sítio (41)
- Chiras, D. (2005): The Homeowner's Guide to Renewable Energy e Chiras, D. (2000): The Natural House. Chelsea Green — planejamento de pequenas construções e materiais naturais.
- Kern, K. (1975): The Owner Built Home. Charles Scribner's Sons — autoconstrução, disposição e ordem das obras.
- EU-OSHA (Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho): orientações para trabalho em altura, escavações e canteiros.
- EN 1991-1-3 e EN 1991-1-4 (Eurocódigo 1): ações da neve e do vento. CEN — base dos anexos nacionais (PT).
- ABNT NBR 6123: Forças devidas ao vento em edificações; ABNT NBR 7229: Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos.
- Ministério do Trabalho (BR): NR 18 (condições de segurança na indústria da construção) e NR 35 (trabalho em altura).
- Lei 12.651/2012 (Código Florestal) e Código Civil, Lei 10.406/2002 (direitos de vizinhança) (BR); Decreto-Lei 555/99, RJUE, na redação em vigor (PT).
- Portland Cement Association: Design and Control of Concrete Mixtures (edições de 2002 e posteriores). PCA — traços, relação água/cimento, cura do concreto.
- EN 206: Betão — Especificação, desempenho, produção e conformidade (NP EN 206 em Portugal). CEN — classes C20/25 e C25/30.
- EN 1997-1 (Eurocódigo 7): Projeto geotécnico. CEN — fundações e capacidade de carga do solo.
- ABNT NBR 6122: Projeto e execução de fundações; ABNT NBR 6118: Projeto de estruturas de concreto; ABNT NBR 12655: Concreto de cimento Portland — preparo, controle, recebimento e aceitação.
- Kern, K. (1975): The Owner Built Home. Charles Scribner's Sons — vala de brita e fundações simples.
- EU-OSHA e NR 18 (BR): segurança em escavações e no trabalho com cimento.
- Forest Products Laboratory (2010): Wood Handbook: Wood as an Engineering Material. General Technical Report FPL-GTR-190. Madison: USDA Forest Service — umidade, retração, durabilidade, ligações.
- EN 350: Durabilidade da madeira e de produtos derivados. CEN — classes de durabilidade natural das espécies.
- EN 338: Madeira para estruturas — Classes de resistência. CEN — C24 e outras classes.
- EN 1995-1-1 (Eurocódigo 5): Projeto de estruturas de madeira. CEN.
- ABNT NBR 7190: Projeto de estruturas de madeira.
- IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo): publicações sobre madeiras brasileiras, preservação e cupins.
- Sobon, J. A. (1984): Build a Classic Timber-Framed House. Storey Publishing — encaixes de carpintaria.
- IARC: o pó de madeira está classificado no grupo 1 (cancerígeno para humanos).
- Minke, G. (2006): Building with Earth: Design and Technology of a Sustainable Architecture. Basel: Birkhäuser — adobe, taipa, reboco de terra, testes da terra.
- Houben, H., Guillaud, H. (1994): Earth Construction: A Comprehensive Guide. CRATerre — London: Intermediate Technology Publications.
- Holmes, S., Wingate, M. (1997): Building with Lime: A Practical Introduction. London: Intermediate Technology Publications — cal, extinção, argamassa e reboco.
- Historic England: Practical Building Conservation: Mortars, Renders and Plasters (2011) — argamassas de cal na restauração.
- EN 1998-1 (Eurocódigo 8): Projeto de estruturas para resistência aos sismos. CEN.
- Ministério da Saúde (BR): doença de Chagas — melhoria habitacional e controle do barbeiro.
- EN 1991-1-3 (Eurocódigo 1): Ações da neve e EN 1991-1-4: Ações do vento. CEN — base dos anexos nacionais (PT).
- ABNT NBR 6123: Forças devidas ao vento em edificações; ABNT NBR 6120: Ações para o cálculo de estruturas de edificações.
- EN 1995-1-1 (Eurocódigo 5): Projeto de estruturas de madeira. CEN; ABNT NBR 7190: Projeto de estruturas de madeira.
- Forest Products Laboratory (2010): Wood Handbook: Wood as an Engineering Material. FPL-GTR-190. USDA Forest Service.
- EU-OSHA e NR 35 (BR): trabalho em telhados e em altura; WHO: Asbestos: elimination of asbestos-related diseases.
- Manuais dos fabricantes de telhas cerâmicas, metálicas e de fibrocimento: inclinação mínima, galga, fixação.
- EN 1995-1-1 (Eurocódigo 5): Projeto de estruturas de madeira e EN 1991-1-3: Ações da neve. CEN; ABNT NBR 7190 e NBR 6123.
- Penn State Extension e University of Minnesota Extension: orientações sobre armazenagem de feno, combustão espontânea e galpões de pilares (pole barns).
- Kern, K. (1975): The Owner Built Home. Charles Scribner's Sons — construções leves e estruturas simples.
- USDA NRCS: Conservation Practice Standard 382, Fence — mourões, travamentos, espaçamentos e durabilidade das cercas.
- University of Missouri Extension e Penn State Extension: guias de construção de cercas para gado, travamento em H e esticamento do arame.
- Forest Products Laboratory (2010): Wood Handbook. FPL-GTR-190. USDA Forest Service — durabilidade da madeira na terra.
- Kern, K. (1975): The Owner Built Home. Charles Scribner's Sons — porteiras e estruturas simples de madeira.
- Embrapa: publicações sobre cercas convencionais e elétricas para bovinos e mourões de eucalipto tratado.
Ofícios tradicionais (34)
- Cavitch, S. M. (1995): The Natural Soap Book. Storey Publishing — processo a frio, gorduras e óleos, segurança com a soda.
- Dunn, K. M. (2010): Scientific Soapmaking: The Chemistry of the Cold Process. Clavicula Press — saponificação, SAP, gordura a mais, pH do sabão.
- Bramson, A. (1975): Soap: Making It, Enjoying It. Workman Publishing — sabão tradicional de sebo e banha.
- Regulamento (CE) n.º 1223/2009 relativo aos produtos cosméticos — sabão como produto cosmético na UE (Portugal).
- ANVISA: regras para produtos de higiene pessoal, cosméticos e saneantes — notificação, regularização da empresa e rotulagem (Brasil).
- Ficha de segurança (FISPQ / FDS) do fabricante de hidróxido de sódio — primeiros socorros, armazenamento, equipamento de proteção.
- Oppenheimer, B. (1997): The Candlemaker's Companion. Storey Publishing — velas mergulhadas e moldadas, pavios, queima de teste.
- Coggshall, W. L. e Morse, R. A. (1984): Beeswax: Production, Harvesting, Processing and Products. Wicwas Press — velas de cera de abelha.
- Bogdanov, S.: Beeswax: Production, Properties, Composition, Control (Bee Product Science, edição on-line) — ponto de fusão e propriedades da cera.
- EN 15494: Velas — Rótulos de segurança do produto (norma europeia).
- Lei n.º 8.078/1990 (Código de Defesa do Consumidor) — informação sobre composição e riscos (Brasil).
- Robson, D. e Ekarius, C. (2011): The Fleece & Fiber Sourcebook. Storey Publishing — características do velo e das raças, lavagem, preparo.
- Amos, A. (2001): The Alden Amos Big Book of Handspinning. Interweave Press — cardagem, penteagem, fiação, retorção.
- Franquemont, A. (2009): Respect the Spindle. Interweave Press — fiação no fuso.
- Dean, J. (2010): Wild Color (edição revista). Watson-Guptill — tingimento com plantas e alúmen.
- Zimmermann, E. (1971): Knitting Without Tears. Charles Scribner's Sons — amostra, cálculo, tricô em roda.
- Chandler, D. (1995): Learning to Weave (edição revista). Interweave Press — urdidura, trama, cálculo da urdidura, tear.
- Robson, D. e Ekarius, C. (2011): The Fleece & Fiber Sourcebook. Storey Publishing — características da lã para tricô, tecelagem e feltro.
- Amos, A. (2001): The Alden Amos Big Book of Handspinning. Interweave Press — fio para urdidura e trama.
- Goymer, S. (1991): The Complete Book of Basketry Techniques. David & Charles — fundo, montantes, trançado das laterais, bordas e alças.
- Isebrands, J. G. e Richardson, J. (orgs.) (2014): Poplars and Willows: Trees for Society and the Environment. FAO e CABI — espécies de salgueiro, cultivo por estacas, ciclos curtos de corte.
- Lei n.º 12.651/2012 (Código Florestal) — Áreas de Preservação Permanente às margens de rios (Brasil).
- Frey, R. W., Clarke, I. D. e Veitch, F. P. (1923): Home Tanning of Leather and Small Fur Skins. USDA Farmers' Bulletin 1334 — salga, remolho, alúmen e sal, curtimento vegetal em casa.
- Hobson, P. (1977): Tan Your Hide! Home Tanning Leathers & Furs. Storey Publishing — métodos caseiros para pele com pelo e couro.
- Richards, M. (2004): Deerskins into Buckskins. Backcountry Publishing — curtimento com emulsão e fumaça, amaciamento.
- World Health Organization (2008): Anthrax in Humans and Animals, 4.ª edição. WHO — carbúnculo e trabalho com peles cruas.
- Regulamento (CE) n.º 1069/2009 relativo aos subprodutos animais — peles do abate e resíduos (Portugal).
- Lei n.º 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais) — proteção da fauna silvestre (Brasil).
- Sundqvist, W. (1990): Swedish Carving Techniques. Taunton Press — colheres, utensílios, pegadas seguras de faca e machado.
- Abbott, M. (1989): Green Woodwork: Working with Wood the Natural Way. Guild of Master Craftsman Publications — trabalho com madeira verde, cavalete de raspar, cabos.
- Wood, R. (2005): The Wooden Bowl. Stobart Davies — feitura e secagem de gamelas, torno de vara.
- Forest Products Laboratory (2010): Wood Handbook: Wood as an Engineering Material. USDA, FPL-GTR-190 — retração, secagem e umidade da madeira.
- IARC (2012): Monografia 100C, Wood dust — pó de madeira como cancerígeno.
- Lei n.º 11.428/2006 (Lei da Mata Atlântica) — corte de vegetação nativa (Brasil).
Economia do sítio (30)
- FAO (2011): Farm business management: Farm records and accounts e outras publicações da FAO sobre gestão de pequenas propriedades — orçamento, margem bruta e fluxo de caixa.
- Kay, R. D., Edwards, W. M., Duffy, P. A. (2020): Farm Management, 9.ª edição. McGraw-Hill. Orçamento da propriedade, margem bruta, fluxo de caixa.
- Falk, B. (2013): The Resilient Farm and Homestead. Chelsea Green. Investimento em etapas e risco.
- MAPA: Plano Safra, Pronaf e Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR); IFAP e PEPAC (Portugal).
- FAO (2011): Farm business management: Farm records and accounts e outras publicações da FAO sobre registro em pequenas propriedades.
- Kay, R. D., Edwards, W. M., Duffy, P. A. (2020): Farm Management, 9.ª edição. McGraw-Hill. Registro, depreciação, variação de estoques.
- Receita Federal do Brasil: orientações do IRPF sobre a atividade rural e o Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR); Autoridade Tributária e Aduaneira (Portugal): Portal das Finanças, categoria B do IRS.
- Lei nº 11.326/2006 (Brasil), que define a agricultura familiar; Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA): Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF).
- Lei nº 12.651/2012 (Código Florestal) e Serviço Florestal Brasileiro: Cadastro Ambiental Rural (CAR/SICAR); INCRA: SNCR e CCIR.
- Regulamento (UE) 2021/2115 sobre os planos estratégicos da PAC — quadro do PEPAC em Portugal; Decreto-Lei nº 64/2018 (Portugal), Estatuto da Agricultura Familiar.
- FAO (2014): The State of Food and Agriculture 2014: Innovation in family farming. Roma: FAO. Agricultura familiar, assistência técnica e apoio institucional.
- Banco Central do Brasil: Manual de Crédito Rural (MCR), com as regras do Pronaf; MDA e MAPA: Plano Safra e Plano Safra da Agricultura Familiar.
- Lei nº 11.947/2009 (PNAE, com a compra mínima da agricultura familiar) e Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
- Regulamento (UE) 2021/2115 sobre os planos estratégicos da PAC — pagamentos diretos e desenvolvimento rural; PEPAC Portugal 2023–2027 e IFAP.
- FAO (2014): The State of Food and Agriculture 2014: Innovation in family farming. Roma: FAO. Assistência técnica e acesso ao apoio para a agricultura familiar.
- Lei nº 8.078/1990 (Código de Defesa do Consumidor) e Lei nº 13.709/2018 (LGPD), Brasil; Lei nº 13.680/2018 (Selo Arte) e regras do SUSAF onde existir.
- Regulamento (CE) nº 852/2004 relativo à higiene dos géneros alimentícios — produção primária e venda direta de pequenas quantidades segundo regras nacionais (Portugal).
- Regulamento (UE) nº 1169/2011 relativo à informação aos consumidores sobre os géneros alimentícios — rotulagem e proibição de alegações enganosas.
- Diretiva 2011/83/UE relativa aos direitos dos consumidores — venda a distância e direito de livre resolução; Regulamento (UE) 2016/679 (RGPD).
- Henderson, E., Van En, R. (2007): Sharing the Harvest: A Citizen's Guide to Community Supported Agriculture. Chelsea Green. Cesta semanal e assinatura.
- Fortier, J.-M. (2014): The Market Gardener. New Society Publishers. Venda de uma horta pequena na feira e por cestas.
- Kay, R. D., Edwards, W. M., Duffy, P. A. (2020): Farm Management, 9.ª edição. McGraw-Hill. Custo por unidade, ponto de equilíbrio, margem.
- FAO (2011): Farm business management: Farm records and accounts e outras publicações da FAO — custos, margem bruta, preço.
- Fortier, J.-M. (2014): The Market Gardener. New Society Publishers. Preços e venda de uma horta pequena.
- Lei nº 10.962/2004 (Brasil), sobre a afixação de preços; Diretiva 98/6/CE relativa à indicação dos preços dos produtos — preço de venda e preço por unidade de medida (Portugal).
- Regulamento (CE) nº 178/2002 (legislação alimentar geral: responsabilidade do produtor e rastreabilidade), Regulamento (CE) nº 852/2004 (higiene; venda direta de pequenas quantidades por regras nacionais; princípios HACCP e flexibilidade) e Regulamento (CE) nº 853/2004 (origem animal; aprovação de estabelecimentos) — Portugal.
- Regulamento (UE) nº 1169/2011 relativo à informação aos consumidores — dados obrigatórios, 14 grupos de alergénios, dispensa da declaração nutricional para pequenas quantidades.
- Regulamento Delegado (UE) 2023/2465 da Comissão, normas de comercialização dos ovos (substitui o Regulamento (CE) nº 589/2008) — prazos de venda e de durabilidade.
- Brasil: Decreto nº 9.013/2017 (RIISPOA, inspeção de produtos de origem animal); Lei nº 13.680/2018 (Selo Arte); ANVISA: RDC nº 216/2004 e RDC nº 275/2002 (boas práticas e POPs), RDC nº 49/2013 (regularização do empreendedor familiar rural), RDC nº 26/2015 (alergênicos), RDC nº 429/2020 (rotulagem nutricional); Lei nº 10.674/2003 (glúten).
- Codex Alimentarius: General Principles of Food Hygiene (CXC 1-1969, revisão 2020). FAO/WHO. Boas práticas e HACCP.